Inferno Movido a Vapor — Meio-Elfos

A raça mais metida a besta que você irá encontrar em Gandara, o mundo que é um verdadeiro Inferno Movido a Vapor!

A gente precisa mesmo falar deles? Certo, então vamos lá. Esses caras surgiram há pouco tempo, mas estão envolvidos em boa parte dos problemas que hoje afligem o continente leste. As ideias de pureza e superioridade deles ainda não chegaram aqui, mas já mobilizam uma quantidade enorme de pessoas. A maioria é unânime em dizer que são um bando de malucos. Ou uma bomba relógio prestes a explodir…

Meio-Elfos — Os Novos Puros

Pragas que profanam as terras de meus antepassados! Morram em nome de Aarseth!
— Vanderis Vanheilm, terrorista sether.

Os remanescentes de uma história de ódio milenar, meios-elfos são tudo o que restou dos antigos membros da raça élfica. São arrogantes, orgulhosos e rancorosos. Se consideram superiores a todos os outros seres de Gandara devido ao sangue mágico que trazem nas veias. Possuem um ódio mortal pelos anões e almejam extinguir as raças que consideram impuras do mundo. Invariavelmente, todos exceto eles.

São fisicamente idênticos a um ser humano, tanto que é quase impossível distinguir um meio-elfo apenas pela aparência — o que foi vital para a sobrevivência deles durante a guerra que exterminou seus parentes místicos. A única diferença é o estranho tom castanho alaranjado dos olhos, e mesmo assim, é algo difícil de discernir e que apresenta variações entre os indivíduos.

Atualmente, meio-elfos aceitam apenas o que eles chamam de união pura em sua sociedade. É consentido casamento apenas entre pessoas com suposto sangue élfico, cujas formas de se identificar e definir são vagas e só fazem sentido para eles mesmos. Ainda assim, aqueles nascidos da união entre meio-elfos e homens são considerados pessoas menores, perdendo direitos e relegados a papéis secundários.

Vantagem Única: Meio-Elfo (-1 ponto)

Versatilidade: meio-elfos aprendem rápido. Podem comprar uma única perícia qualquer a sua escolha por apenas 1 ponto ou escolher um único poder gratuito adicional no seu primeiro kit de personagem.

Olhos de Elfo: os olhos de um meio-elfo estão constantemente sob efeito de Detecção de Magia, mas restritos a efeitos de Magia Elemental (que aliás, não existe mais em Gandara).

Má Fama: Exceto pelos próprios, quase ninguém tolera os meio-elfos.

Eugenia e Meio-Elfos

No passado, a raça élfica dominou todo o continente leste, Aarseth. Esse povo mágico que vivia em harmonia com a natureza não resistiu a destruição de Gandara e pereceu junto com as florestas que cultivaram por milênios. Os últimos elfos restantes acabaram mortos durante a guerra contra os anões. Hoje, são apenas uma lembrança de outros tempos.

Porém, além de ruínas e artefatos místicos perdidos, Gandara ainda possui um último elo com o povo élfico. Uma raça que traz vestígios de seu sangue nas veias. Os meio-elfos, descendentes da antiga união dos elfos com humanos. Ainda que nenhum meio-elfo vivo hoje tenha visto o velho povo com os próprios olhos, eles consideram que seu sangue é nobre. Pregam que, por sua descendência superior, são os herdeiros por direito de Aarseth. Veem-se como os novos puros.

Apesar desta visão ser considerada por muitos como depreciável e sem sentido, é cada vez mais comum que partidários humanos acolham as idéias dos meio-elfos, pregando a destruição das demais raças em busca de um mundo mais justo para com aqueles que nele vivem. Especialmente em se tratando dos anões, os responsáveis pela caçada que dizimou até o último elfo do mundo. Eles culpam os atuais líderes de descaso para com o povo e acreditam que uma vez livres deles serão capazes de reconstruir o mundo perfeito em que os antigos viviam.

Hoje, os meio-elfos ergueram uma nação eugenista onde iniciaram uma campanha em busca da salvação dos puros e de valorização de sua própria linhagem. A primeira meta dos governantes é a erradicação dos anões que vivem dentro dos próprios domínios para então iniciar a campanha de recuperação das terras do antigo reino élfico, hoje habitado por posseiros humanos.

Apesar da declaração de guerra iminente, consideram-se neutros em relação à humanidade, reconhecendo que foram acolhidos por eles quando mais precisaram. Contudo, pretendem lembrar aos homens que aquele solo é considerado sagrado por eles, e que seria mais correto e justo que todos retornem ao seu continente de origem. Quanto às demais raças, elas sequer são consideradas “gente” por eles, sendo tratados como animais apenas.

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Armageddon • 29/09/2017

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