Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

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Galahad
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Galahad » 12 Set 2017, 11:58

Tenzi

Cansado e contente, era assim que Tenzi se sentia no momento, se sentia cansado não só das batalhas intensas que tivera nas últimas horas, como também passar por experiências novas de uma só vez. O jovem também se sentia contente pois aparentemente o perigo cessara por hora, agora as vítimas do incidente poderiam começar a se recuperar.

"Espero que essa paz dure tempo suficiente para todos se recuperarem"


Enquanto pensava o que mais poderia fazer para ajudar na situação, Tenzi escuta Amaretsu pedindo para que ele seguisse na retaguarda e, se possível, ajudar e levar outros consigo. Como o jovem Santo não tinha certeza do que poderia para ajuda naquela situação, parecia ser uma boa ideia seguir aquela sugestão.

— Entendido, senhorita Amaretsu. Ajudarei então a senhorita Sarja, já que ela não está consciente. Acho que talvez a senhorita Cecilia poderia ajudar com a Sara, acho que eu teria força para carregar mais de uma, mas como homem tenho que tomar cuidado como eu carrego alguém do sexo oposto.

Dito isso, Tenzi iria até Sarja e, com cuidado a carregaria em seus braços, já que provavelmente teria que carregar Compasso em suas costas, com a urna coberta por via das dúvidas. O muuviano seguiria na parte de trás da fila de pessoas que sairiam daquele local, teria certeza de que ninguém ficasse para trás.

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Nulo
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Nulo » 15 Set 2017, 14:11

Cecilia

Cecilia meneava a cabeça em um gesto de negação para a amazona de aço: não parecia ser prudente fazer aquela "escolta" toda e chamar a atenção de todos para Atena...isso se ela realmente fosse Atena, pois nada estava confirmado por enquanto.

"E ainda tem a Sara..."

Talvez duas Atenas? Ou só parte do poder emprestado? Não cabia a alemã julgar isso agora visto que mal era uma "santa", mas tinha algo que poderia fazer...ou pelo menos tentar "fazer" agora.

— Sigam adiante, ficarei por aqui até todos saírem para ter certeza de que ninguém será esquecido.

E era o que ela fazia, movendo-se até o final da fila e tendo certeza de que ninguém fosse ficar para trás, mas na verdade só queria um pretexto para ter uma chance de conversar com Derik e Safira: se eles entendessem a "jogada" e ficassem para trás para conversar com ela, claro, carregando Sara consigo no fim caso essa precisasse.

Do contrário, depois de todo mundo ter ido embora, iria tomar seu rumo sozinha, mesma. O recado ali seria o suficiente.

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Inoue91
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Inoue91 » 16 Set 2017, 19:33

Carlos

Ainda incomodado com o corpo de Igni, Carlos matinha o corpo do mesmo escondido e se dava por satisfeito por fazer ninguém notar o mesmo, assim quando percebia que ninguém mais iria passar por ali, resolvia ir até Saja e Sara ajudar dando um pouco de seu cosmo para ambas.

"Espero que isso funcione.."

— Bom, vamos sair logo daqui... Provavelmente teremos que responder um monte de pergunta para um monte de gente, então é bom nos prepararmos.

Assim, Carlos se posicionava ao lado de Minerva se preparava para deixar o local junto com os demais.

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Keitarô
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Keitarô » 02 Out 2017, 23:12

Todos



Assim, todos se organizaram para finalmente sair dali. Terra juntou-se a Amaretsu com relativa dificuldade, mas conseguia andar por si só — o treinamento militar era capaz de deixar mesmo um ser humano normal com alta resiliência. Os outros reféns, aos poucos ajudados, foram formando a fila e, com Kátia, Terra e Amaretsu na dianteira, seguiram o caminho com a intenção de sair dali. Ninguém parecia querer questionar muito o acontecimento, após a primeira onda de perguntas. Parecia que o silêncio era resposta suficiente para o momento.

Carlos, com cautela, enviou energias a Saja e a Sara, e Tenzi tratou de ajudar a professora a se mover, embora ela ainda não tivesse acordado. Com alguma dificuldade em locomover-se rapidamente (mas não em carregá-la), o santo de Compasso ficou mais para trás na fila, saindo com a docente. Sara, que também já estava melhor, conseguia andar, mas mancando. Sua perna parecia começar a voltar a doer, talvez pela baixa da adrenalina, já que a situação estava voltando ao "normal".

Safira fez sinal para Carlos que estava tudo bem, e que queria conversar com Cecilia, que naturalmente ficava mais para trás, visivelmente introspectiva e inflexível a qualquer ordem que destoasse do que queria fazer, ali. Assim, o santo de Pégaso Negro teve de se responsabilizar por levar Isaac, ainda adormecido, atrás da fila, alguns metros depois de Tenzi, Saja e Sara.

— Você está bem, Cecilia? — disse Safira, que tocou a mão da alemã como se a puxasse para seguir a fila.

Derik observava mais a frente, caminhando de costas lentamente, esperando pelas duas.

Lá na frente, Amaretsu, Kátia e Terra, à frente do caminho percorrido pela grande fila, seguiram sem dificuldades. Mais de uma vez tiveram de trocar de corredor e direção, levantando o questionamento mental a Amaretsu de que os outros corredores poderiam levar a outro lugar. Kátia, no entanto, era decidida e parecia saber exatamente o que estava fazendo. Assim, após poucos minutos, o corredor final que seguiam começou a se tornar uma ladeira. Uma luz suave ao fim indicava a saída numa noite fresca e iluminada pela lua cheia.

Estavam atrás do coliseu, numa área, a julgar pelas cercas mais ao longe, de entrada proibida para alunos. Havia uma porta de metal larga nessa passagem, mas ela estava aberta. Havia alguém sentado, esperando, e quando as primeiras pessoas saíram, tal pessoa levantou num salto, preocupado.

— Diretora! Amazona de aço! Ah, quanta gente… minha nossa. — era Yuri, o rapaz que havia se apresentado como monitor mais cedo.

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Pontus Maximus
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Pontus Maximus » 03 Out 2017, 15:48

Amaretsu:

A Diretora parecia confiante demais para encarar aquele labirinto, com certeza essa estrutura caótica, mas não tão caótica ainda tinha suas surpresas, enquanto Kátia nos guiava Terra e eu fazíamos o caminho junto a ela sempre observando tudo em volta, o local parecia ser iluminado por uma luz própria, de que material é feito essas paredes?

A cada bifurcação que parecia a nossa frente eu avisava a Terra para nos adiantarmos um pouco mais a frente da Diretora, encostando nas paredes, de costas para elas nos preparávamos Terra e eu, e em um movimento brusco virávamos apontando nossas armas em direção a um corredor vazio.

Falávamos as seguintes palavras uma para outra diante de ameaças que não existiam.

-Tudo Limpo.

Linguagem militar, Terra olhava para uma direção e eu a outra, mas a Diretora seguia tranquila, quem ela mandou construir esse lugar? Bem isso não importa agora, apenas a seguíamos, as vezes eu olhava para os que estavam para trás, olhava para Carlos com um ar mais tranquilo, porém quando eu vi a Cecilia e Tenzi sem armaduras me preocupava sempre, mas para não levantar pânico entre os reféns recém libertos eu não dizia nada.

Em pensamento:

-Tenzi e Cecilia, tenham cuidado, por favor.

O caminho parecia chegar ao fim, uma descida, uma inclinação e uma luz ao fim do túnel, estávamos fora daquele buraco e seus labirintos, a minha frente uma estrutura tipica dos tempos antigos, por um instante eu achei que tinha voltado no tempo, uma viagem temporal, mas então me dei conta que o Santuário praticamente não mudava muito com o passar das eras. Percebi que minha armadura rangia devido as rachaduras nela, precisava de reparos, mas por hora ela estava funcionando bem, mesmo danificada.

O céu, estava lindo, mesmo a lua cheia, belíssima, alguns lobisomens dizem que a lua é o "Sol dos Lobisomens", eu senti que algo estava acontecendo comigo, na verdade isso sempre acontecia mas sempre em menor grau quando eu era uma Lupina nível 1, quando eu me transformava e parecia mais um lobisomem de filme B do que filme A como o clássico Van Helsing. O incomodo passou a ser maior depois que virei O Tipo 2, com aspectos mais bestiais na Forma Guerreira.

Por causa de Zeus e Licaon aquilo me atingiu assim como meu pai e todos os lobisomens do mundo, de alguma forma eu sabia que meu pai o Comandante da Armada de Aço também era um lobisomem Tipo 2 (como nos filmes como Van Helsing), senti vertigem, parei de acompanhar o grupo e coloquei as mãos nos joelhos em sinal de fraqueza, respirava forte, batimento cardíaco um pouco mais acelerado, uma raiva querendo crescer do nada sem motivo algum tentava me dominar naqueles instantes, foram momentos tensos, eu já havia sentido aquilo antes mas com menor intensidade, mas agora eu me sentia mal comigo mesma, percebi que meus olhos, minhas iris emitiam uma cor diferente quando olhei para o chão, minha mãe disse para me manter calma e pensar em Deus nesses momentos.

Caso alguém percebesse minha hesitação naquele momento eu respirava fundo e me reerguia, algo mundo mais em mim, mas essa sensação durante a lua cheia pode ser controlada, todos os lupinos que eu ouço falar em sua maioria conseguem se conter e eu também me conteria, em breve essa sensação ruim nas luas cheias iria diminuir, é apenas questão de me acostumar, só isso.

Caso alguém me interrogue:
-Estou bem, vai passar, não se preocupe.

Então eu passei a mão na testa e senti um suor gélido mas tentei firmar os passos e demonstrar confiança e caminhei até o Monitor desaparecido.

-Então é pra cá que você correu? Assim como Pedro é o porteiro do céu você também é o porteiro do "Monte Olimpo"? Achei que tínhamos te perdido, agora você pode nos explicar por que você não nos avisou que viria pra cá? Afinal você tem poderes de Teleporte ou é aprendiz de Cavaleiro?

Falava com calma mesmo com aquela sensação de raiva sem sentido tentando criar vida em meu peito. Mas eu vou dominar essa sensação, isso vai passar, vai passar.

-Se você esta do nosso lado nos leve a um centro médico, muitos aqui precisam de uma avaliação e cuidados.

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Galahad
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Galahad » 03 Out 2017, 21:25

Tenzi

Tenzi, por não conhecer pessoalmente as pessoas que ali estavam desacordadas, como também por não conhecer os costumes dali, preferia não se manifestar quando perguntas eram feitas sobre a situação. O jovem não tinha certeza do que poderia fazer ou mesmo dizer para aquelas pessoas para as acalmar, talvez até piorasse com sua ignorância dos costumes, por isso agradecia que o silêncio fora o bastante.

"Eles já têm muito o que pensar no momento."

O jovem Muuviano seguia no final da fila até o momento que saíam do coliseu, fato que agradecia, pois não seria muito bom se estivesse muito perto do Santuário, mas se parasse para pensar nisso iria concluir que Minerva não faria algo assim, já que traria problemas para todos. Tenzi só deixava sua posição quando vi que Amaretsu estava agindo um pouco diferente d que vira antes.

— Você está bem, senhorita Amaretsu? — escutando a resposta dela, de que estava bem, o cavaleiro respondia. — Oh, bem, se precisar de algo, seja de ajuda com algo ou só um tempo, é só pedir.

Tentzi pensava em voltar para seu lugar na fila, mas percebia então não só o surgimento de Yuri, como a interação entre ele e Amaretsu. Até temia que um confronto pudesse acontecer ali, mas parecia que isso não iria acontecer, pelo menos não no momento.

— Monitor Yuri! A última vez que nos vimos foi na construção principal deste centro de ensino. O que faz aqui?

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Nulo
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Nulo » 06 Out 2017, 23:50

Cecilia

— Mais ou menos, acho, — respondia para Safira em um tom baixo, quase inaudível, — Está bem?

A alemã sentia o calor da mão da brasileira, decidindo em seguir a fila após ser ser puxada levemente. Na verdade, ela não estava muito bem fisicamente desde o combate contra o Derik sombrio (fora as implicações que aquilo trouxe) e a confusão em ter tirado a vida de alguém.

Mas pensando melhor, talvez estivesse escalando as coisas demais no momento. Começar mais de baixo, inicialmente saindo dali com os amigos (que ainda não fugiam dela) para depois pensar em como viver com tudo aquilo.

Em partes para não explodir e perder o juízo.

— Vocês estando bem, para mim já é o suficiente.

Pensar pouco era o melhor para aquela situação. Regozijar-se com o fato de ter pelo menos resgatado alguém e voltar a ser a cega de antes, pelo menos por enquanto.

Os poderes que carregava em si...e seu destino...não teria como escapar por tanto tempo.

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Inoue91
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Inoue91 » 11 Out 2017, 12:58

Carlos

"Espero que isso ajude" - Pensava após passar um pouco de sua energia para Saja e Sara

Carlos ficava um pouco mais aliviado ao ver sua prima, queria falar com ela, mas como ela desejava falar com Cecilia resolveu deixar a conversa para mais tarde, assim carregava Isaac para fora daquele lugar e como era o último da fila cuidava da retaguarda.

Como estava um pouco afastado não conseguia ouvir a conversa que estavam tendo lá no início da fila assim para ele só restava seguir assim que a fila voltasse a andar e torcer para não se perder, pois sabia que se ficasse sozinho ali dentro iria acabar se perdendo facilmente, assim refletia consigo mesmo.

"Este combate de hoje me mostrou que eu tenho que treinar mais, inimigos mais fortes irão aparecer com certeza é sempre assim nos animes que eu assisto, não posso baixar a minha guardar... Treinar e estudar ao mesmo tempo será uma tarefa difícil e eu não irei abrir mão de meus estudos e nem de minha obrigação como cavaleiro de Athena."

Olhava para Isaac e como já havia feito antes com suas amigas, passava um pouco de sua energia para ele não se importava se aquilo iria desgasta-lo, apenas queria garantir que todos ali estivessem em boas condições.

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Keitarô
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Keitarô » 19 Out 2017, 00:50

— Yuri, por favor, nos ajude aqui — antecipou-se a diretora a qualquer comentário de resposta do rapaz a Amaretsu. — Há dezenas de estudantes, professores e funcionários para sair desse túnel. Eu gostaria de pedir para que o local fosse isolado depois, também, para limparmos os estragos.

A diretora suspirou, cansada, mas não perdeu a compostura. Caminhou mais levemente, agora que estava fora do túnel. As pessoas, em silêncio ou aos burburinhos, ainda seguiam sem muito questionar. Terra observava tudo séria, mas sorriu de canto de rosto quando Amaretsu fez o comentário quase militar ao monitor. O jovem parecia mais velho que a guerreira, mas a lupina transparecia muito mais disciplina e intimidação. Yuri travou, sem saber ao certo o que fazer, responder ou agir conforme o pedido da diretora.

As pessoas foram saindo e se amontoando do lado de fora, formando uma pequena multidão de mais ou menos trinta pessoas. Logo todos estavam do lado de fora, mesmo os que não haviam acordado ainda, e também os cavaleiros (Carlos incluso, que não se perdeu por não ter perdido a fila de vista em momento algum). Nesse momento, mais parado, Yuri se aproximou de Amaretsu e pareceu provocá-la, falando baixo. Propositalmente ou não, Tenzi estava próximo neste momento.

— Eu, como pessoa sem poderes e sem armadura de brinquedo, estava tentando fazer alguma coisa para que ninguém morresse do lado de fora, porque os que estavam mal começaram a piorar ainda mais, sabia? Não? Não sabia, né? Mas, oh, que pena, parece que só pessoas com superpoderes e armaduras de brinquedo milagrosas conseguem fazer alguma coisa realmente útil, pra depois ficar cuspindo na cara de quem não pode fazer nada. Uma pena que apesar dos presentinhos especiais que possuem, não conseguem nem ser rápidas! Um monte de gente passou mal aqui fora, e até começou a atacar os outros que ainda estavam bem. Uma bagunça. De repente todo mundo desmaiou ou voltou a si… suponho que foram vocês. Muito obrigado, poderosos cavaleiros — e curvou o tronco, num movimento que lembrava um bufão.

Visivelmente irritado, Yuri olhou nos olhos dos dois e se virou, suspirando e caminhando até a diretora para maiores informações do que fazer. Terra riu baixinho.

— Tadinho, Amaretsu, ele ficou magoado.

Enquanto isso, Safira se aproximava de Carlos para conversar, mas parecia temerosa de falar qualquer coisa. Derik se aproximou de Cecilia e ali ficou, sem falar nada. Sua energia era de gratidão, a alemã percebia. Minerva explicava mais alguma coisa a Kátia enquanto tentava ajudar os desmaiados e fracos, a diretora concluiu que precisaria da ajuda do hospital local para ajudar tantas pessoas. Já pensava na desculpa que teria de dar ao órgão de saúde, enquanto digitava o número da emergência no celular, quando uma velha conhecida de cabelos à altura dos ombros e porte físico atlético, em roupas casuais, apareceu contornando o coliseu.

— Realmente, está tudo uma bagunça. Kátia! Carlos. Que bom. Parece que estão todos bem. Eu chamei alguns recrutas para fazer a proteção da faculdade, e eles estão encaminhando algumas pessoas para o hospital. Os casos mais graves vão para o santuário — ela cochichava com os cavaleiros e a diretora. Tratava-se de Mika, a capitã da guarda do vilarejo de Rodorio.

Ela, então, olhava com atenção para Amaretsu. A jovem brasileira percebia um cosmo maior, e também violento, vindo da mulher. Fosse quem fosse, era uma amazona, mas não usava sua armadura, nem sua máscara.

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Pontus Maximus
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Re: Ato 1 ~ Vitória ou Derrota?

Mensagem por Pontus Maximus » 19 Out 2017, 15:48

Amaretsu:

Com Terra:

-Tadinho dele? Tem razão minha irmã de armas, mas eu vou falar com ele para que aprenda que eu fiz um comentário sério mas também em tom de brincadeira para "quebrar o gelo", você sabe assim como eu que até entre Generais e Soldados podem fazer brincadeiras uns com os outros para não surtarem, claro com o devido limite e respeito.

A lua cheia, a primeira lua cheia de minha nova transformação "evoluída", a noite parece que será longa para mim, culpa de Licaon e Zeus, mas depois de hoje o impeto guerreiro ficará mais fácil de controlar, é como dizem "a primeira lua cheia é sempre a mais difícil".

Com Yuri (na frente de todos e em voz alta):
-Sabe Yuri, todos nós temos nossos limites e eu respeito isso, mas fique sabendo que entre Generais e Soldados também é possível coexistir respeito com bom humor para não sucumbir aos rigores da carnificina que nos espera em nossa frente. Mas você escolheu uma péssima lua para me irritar, ofendendo os Estrelas de Aço, eles são pessoas comuns assim como eu e você e nós vamos aonde o Santuário muitas vezes se recusa a ir porque consideram o que os Cavaleiros de Aço e os Guerreiros em geral fazem são "coisas inferiores que não merecem atenção do Santuário e de seus Cavaleiros".

Me aproximei encarando Yuri e continuei:
-Armaduras de brinquedo? Você sabia que nós sempre respondemos o chamado dos Cavaleiros de Bronze e de Prata com elas, quem você é para ridicularizar aqueles que não tem Constelação guardiã seu Boçal? Seu calça quadrada......

Tirei meu capacete e coloquei como se fosse uma "cotoveleira".
-Mas pelo visto o Santuário não ensina seus filhos a respeitarem quem esta "abaixo de vocês", eu fiz uma pequena brincadeira e você me vem com insultos velados? Nós aqui trouxemos sua deusa de volta para casa, isso com uma "armadura de brinquedo", nos os Cavaleiros de Aço lutamos contra Terroristas, Mercenários, Ditadores com armas nucleares, traficantes de escravas entre outros, sempre que requisitamos a ajuda do Santuário nos raramente recebemos apoio, pois quando Athena está longe vocês se isolam no seu mundinho oculto e apenas ostentam títulos, só mostram serviço quando Athena esta próxima de voltar, vocês do Santuário raramente nos ajudam em nossas batalhas, porque não querem ajudar a resolver assuntos de "pessoas inferiores podem resolver".

-Talvez seja esse o motivo que leva a sua deusa a escolher os Cavaleiros de Bronze e pessoas comuns para se refugiar, talvez ela sinta vergonha de um Santuário hipócrita que só mostra serviço quando ela esta por perto, ela quase não se refugia nos braços de um Cavaleiro de Prata ou de Ouro, não é mesmo Minerva (olhei para Minerva e depois novamente para Yuri). Acha ruim o que eu estou dizendo? podemos resolver isso na porrada clássica.

Em um acesso de raiva eu dei uma joelhada no estômago de Yuri, para dobra-lo, um soco de esquerda em sua face e caso ele caia um terceiro golpe, um chute em suas costelas, acendo meu cosmo de chamas nas mãos e nos pés e nos olhos, e me preparo para a retaliação.

-Agora seu inseto, nos leve até o Santuário, todos nos precisamos de ajuda e essas pessoas e Atena também.

Foi então que ela percebeu que uma representante do Santuário estava ali, senti a agressividade de seu cosmo, e ela sentiu a agressividade do meu cosmo, olhei para ela rangendo os dentes por debaixo do véu que cobre o meu rosto. Não vou deixar me intimidar, espero que ela tenha me ouvido falar tudo.

Depois eu terei quer dar muitas desculpas aos presentes, mas na minha mente o desejo de um combate estava começando a ganhar força devido a provocação de Yuri, mas no fundo do meu intimo eu gritava em silêncio "alguém me pare por favor".

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