Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

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Maggot
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Maggot » 09 Fev 2018, 18:09

Akira e Gilliard

- Akira... Vocês estão aqui fazem duas semanas. - O rapaz loiro falou, entrando no quarto e se debruçando na parede com os braços cruzados, enquanto observava a tamuraniana com curiosidade. - Agradeça pelos olhos, aliás. Não são muitos os capazes de fazer esse tipo de coisa hoje em dia. Eles não estão iguais ao que um dia foram, mas eu diria que é uma melhora.

Gilliard deu a ordem, e o Forjador se colocou a trabalhar. Imediatamente, o que um dia fora um elfo sentiu uma explosão no peito, enquanto algo em seu corpo mudava. Seu coração era substituído, enquanto magia pura era bombeada para suas veias, alterando suas funções corpóreas. Um segundo choque, e sua essência foi alterada. Algo primordial, pura essência arcana, como Wynna emitia, era espalhada por seu corpo.

Ele era magia.

- E então... Como se sente, Gilliard, vinda da Tempestade?
Akira recebe visão na escuridão e pode ativar visão da verdade 3x por dia.
Gilliard recebe O Coração Arcano
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Zlaahael

- Lorde Herenyaavar, espere. - Uma voz surgiu de um corredor. Um elfo de aparência mais velha se aproximava, seus aprendizes carregando algo com eles. - Se você vai voltar para o campo, é digno que tenhas a mais perfeita de minhas obras.- Os aprendizes traziam uma caixa de ferro do tamanho de uma pessoa. A caixa possuía entalhos, narrando uma história. A história de um elfo que havia perdido a amada e a pátria. A história de um elfo que havia derrotado um deus. A história de um elfo que havia matado dragões.

A história de Zlaahael Aranarth.

Quando a caixa foi aberta, ali estava. Uma armadura feita de escamas azuladas, tiras de couro unindo as partes. Manopla, peitoral, cinturão, botas. E o elmo fechado, o formato de um dragão moldado no topo. Ali estava a armadura derradeira de Zlaahael.
Zlaahael recebe a Armadura de Dragão Azul
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O Rei Caído

As próximas duas semanas, enquanto ele atravessava seu caminho de caos e destruição em Fortuna, não foram tão chamativas. Os minotauros haviam feito um bom trabalho em evacuar as áreas do reino por onde ele passava, e agora o anão que um dia se chamara de Helden via Tollon se aproximar. Mas quando adentrou o reino, viu que algo estava errado. Mesmo as áreas abandonadas em Fortuna ainda mostravam sinal de vida que havia abandonado às pressas. Não ali. Inicialmente nada.

E então chegou à primeira cidade.

Cadáveres por todos os lados, inchados e negros pela putrefação. Algo havia massacrado toda uma pequena cidade. Animais, pessoas, mulheres e crianças. O Rei parou, e reparou que nem mesmo os animais faziam barulho. Apenas o vento cortante.
Tollon parecia um reino fantasma.





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Gatrius

- Não tenho certeza. Tenho apenas teorias. Vamos descobrir o que é depois do procedimento. Filho, traga-me a entidade. - Uma agulha foi puxada e injetada no pescoço de Gatrius, que logo sentiu seu corpo ficar dormente. E então, o enorme ser de armadura trouxe algo em uma mesa com rodas. A visão se distorcia ao olhar aquilo, enquanto se ajustava à realidade. Era rubro e alienígena. Eram órgãos.

Era lefeu.

A doutora ergueu um instrumento e fez uma cisão no corpo de Gatrius abrindo da base de seu queixo até o início de sua virilha. Gatrius tremeu, seu cérebro quase entrando em choque com a dor, mas ele não conseguia gritar, ou se mover. Apenas sentia a dor, enquanto com uma tesoura a doutora terminava de abri-lo de forma precisa. Sentia sua pele sendo aberta, cada segundo um ano de agonia. Mas tinha de resistir. Era o preço do poder. E então, quando com peças que pareciam grandes alicates a médica começou a remover órgãos e abrir espaços em seu corpo, o minauro soube o que era verdadeira dor.

O inferno durou por mais de vinte horas, quando finalmente ele perdeu a consciência.

Acordou não sabia quanto tempo depois. Olhou para baixo. Havia uma grande cicatriz em seu corpo, mas só. Externamente, nada era diferente que ele pudesse ver. A doutora dormia em uma cdeira, mas ao menor movimento do homem, ela se ergueu.


- Duas semanas. O despertar mais rápido até hoje. Como se sente? Tenho alguns presentes para você depois que me contar tudo. Mas antes, a minha parte do acordo. A alma dentro de você existe devido ao fato de que é Vazio, como eu. Seres que nasceram sem alma. Quando matamos algo especialmente poderoso, podemos absorver suas almas. Normalmente, você poderia apenas consumir a alma e acabar com isso. Mas eu... conheço um ser que pode fazer mais com almas. Forjr artefatos de poder lendário, que fariam a terra tremer. O que acha? Gostaria de conhecê-lo?
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Rick
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Rick » 09 Fev 2018, 21:29

- Incrível. - Zlaahael comenta para si, enquanto se aproximava do ferreiro. - Sou muito grato pelo trabalho. Mas preciso partir para o próximo estágio o quanto antes. Você pode inserir encantamentos nela? Tenho algumas coisas aqui que podem ser úteis. - Permanece encarando o homem, na esperança de ter logo a armadura pronta. Apesar da armadura dracônica ser algo fora do comum, sem os encantamentos não seria melhor que a armadura que usava agora. E precisava do melhor em tudo para enfrentar Gaardalok e Ironfist.
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Kairazen » 11 Fev 2018, 09:15

Gatrius gelou quando viu o que a doutora usaria nele, era um lefeu, um maldito demônio da Tormenta, por um instante pensou em desistir, mas ao mesmo tempo queria saber que poder aquela alma poderia dar a ele, então respirou fundo e seguiu calado. Jamais imaginou que sentiria tanta dor na vida, nenhum de seus combates haviam sido tão dolorosos e cruéis como aquela cirurgia estava sendo, ele pensava que não resistiria aquilo, ate perder a consciência. Foi uma surpresa para ele ter acordado, pensava que aquele seria seu fim, vai ver que a doutora estava próxima a ele, dizendo que ele havia dormido por duas semanas, como era possível que isso tivesse acontecido? Finalmente Gatrius vai entender o que é um vazio, graças a explicação da doutora, e ela diz conhecer alguém que sabe forjar coisas com aquela alma, Gatrius gostaria de saber o que fazer com ela, então vai responder:

- Certo doutora, vamos ver esse seu conhecido, mas antes me explique, o que exatamente você colocou em mim nessa cirurgia. E onde esta Hansen?

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Lord Seph
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Lord Seph » 11 Fev 2018, 16:41

Duas semanas desacordada. E agora tinha olhos novos.

- Obrigada.

Akira fala, mas ainda havia dúvidas.

- Onde estou e o que você quis dizer com minha espada está pronta? Eu perdi meu contato com Kien e não sei como continuar minha missão.

Akira então olha para Midori.

- Midori está bem?
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John Lessard
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por John Lessard » 12 Fev 2018, 07:17

Aquilo havia sido rápido, de fato e algo mesmo tempo estranho. Gilliard havia mudado, muito antes daquilo, na verdade. Ele sentia-se maior do que era antes, a eletricidade fluía dele, lhe concedendo acesso a poderes muito superiores do que seus estudos arcanos se mostrara capazes até aquele momento. Entretanto, após o vestígio, tudo mudou. Naquele momento, em específico. A alma daquela que um fora um Wynna ficara com ele e agora, a entidade que chamava a si mesmo de Forjador, havia feito algo com a essência de poder imensurável. Como uma pedra bruta, ele havia lapidada aquele pode e dera de volta para o elfo que não era mais elfo. Seu coração fora arrancado, tirado de seu peito... Mas não de uma maneira dolorosa, suja e sangrenta. Era como um leve incomodo, antes de outra coisa ser colocada no lugar. O Coração de Magia. Gilliard não havia visto a forma ou a cor que aquilo teria, apenas sentia agora, a mais pura magia sendo bombeada para por dentro dele, através de suas veias. Aquilo era poder. Se o que Zlaahael tinha era algo externo, o dele era interno. Então logo quando o Forjador fez sua pergunta, era fácil para ele responde.

- Me sinto completo.
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Maggot » 19 Fev 2018, 13:03

Akira, Gilliard e Zlaahael

Eles piscaram, e não estavam mais lá. O chão não parecia real. O mudo flutuava ao seu redor. O universo dançava, e os três se viam em um lugar não familiar. Um plano árido, morto. Almas eram puxadas ao seu redor, e os três ao longe viam um centro por onde essas almas eram absorvidas. Para Gilliard e Akira, era extremamente similar ao Vestígio de Wynna. Algo cruel, que devorava vidas para se manter. Mas diferente de Wynna e todos os três sentiam aquilo, era a necromancia e energia negativa que emanavam daquilo. Zlaahael agora via Gilliard e uma mulher de traços orientais, como se estivessem ao alcance de sua mão. Gilliard e Akira não estavam mais no templo, e agora enxergavam apenas a grande massa de mortos vivos, distante. E Zlaahael, ao lado deles.

A realidade naquele plano dos sonhos e pesadelos se alterava, e castelos e grandes mansões etéreas se formavam, como se criando uma imagem. Gilliard e Zlaahael reconheciam aquelas imagens imediatamente. Era Lennórjen. Lennórien os chamava. Era óbvio porém que não estavam ali de verdade. Era um sonho, um construto de suas mentes. E como todos os sonhos, era confuso. A linha entre realidade e imaginação era tênue ali. Mas os três sentiam que se dessem um passo, estariam em Lennórien, aonde aquele grande morto vivo reinava sobre a morte.

Repararam que não eram os únicos. Ao lado deles, haviam mais três. Um era conhecido de Zlaahael e Gilliard. Cabelos prateados curtos, olhos que divergiam entre si, o sorriso psicótico no rosto. Lucius também estava ali. Havia uma mulher. Alta, pele extremamente clara, e olhos de um azul mais profundo do que era possível para olhos humanos. Zlaahael à reconhecia. A dragonesa que um dia enfrentara enquanto saía de Malpetrim. Ela o encarava fixamente, raiva disciplinada nos olhos. E o último era certamente o mais estranho. Um hobgoblin com trajes de um oficial da marinha, porém negros. Carregava em sua mão direita um tridente, e seu sobretudo de um couro escuro balançava mesmo sem vento. Ele rosnava ao ver a criatura ao longe, falando algo sob a própria respiração, enquanto seu olhar vagava nervoso entre os outros presentes.

Foi Lucius quem quebrou o silêncio:

- Certo... Aonde estamos?

Zlaahael tinha a impressão de já ter visto aquilo. Quando usara um daqueles espelhos portais para viajar até Khalifor. Parecia estar ali de novo, sendo chamado para Lennórien. Mas como fora parar ali? Como aquele grupo estranho fora parar ali?


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Gatrius

- Hansen está livre agora. Ela o está esperando na outra sala. O visitou algumas vezes enquanto estava desmaiado. Sobre o que coloquei dentro de você... Sabe o que são lefeu, certo? E sabe que a Tormenta possui lordes, certo? Eles são de uma casta cujo nome científico que nós, artonianos, traduzimos como Lekael. O que inseri em você foi a carne e os órgãos lefeu de um lekael, um lorde da Tormenta. Você agora é o único de duas criaturas assim no mundo. Eu não sou uma pessoa criativa para nomes, então não consegui pensar em um para vocês. Mas possuem poder como nenhum outro mortal possui. E agora... Você vai caçar a outra, como por nosso combinado. Minha filha, Cecília. Atualmente, senhora de Tollon, um reino morto.

Ouviram alguém bater na porta, e um voz feminina se pronunciou do outro lado:

- HEY, DOUTORA, EU SEI QUE ELE ACORDOU. ME DEIXE VER ELE!

- A pequena coelha quer lhe ver Gatrius. E então... Alguma pergunta?

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O Rei Caído

Ele continuou andando para dentro do terreno, cadáveres continuando a ser amontoados pelas cidades, formando pilhas cada vez maiores. A grande maioria faltavam pedaços, como se tivessem sido devorado. E então, um dia, no meio de uma cidade destruída, ele viu a culpada.
Devia ser o destino, não era possível que haviam se encontrado novamente tão rápido.

No centro da cidade, em uma forma humana, devorando uma perna humana, estava Cecilia. Sua antiga e breve rainha. A algoz de Tollon. Destruidora da Realidade. A aberração de Arton.

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- Você... de novo. Será que esse consegue matar minha fome Mãe?

Ele deu dois passos para frente, deixando que o vestido que vestia balançasse ao vento. Presa, no ombro do Rei, tremia de raiva e medo daquela criatura. Era um monstro terrível que encaravam. Mas o Rei também era. Pois se ela trazia a morte, ele trazia a Tormenta. A mulher o encarava, parada no centro do cemitério que era aquela cidade. Do cemitério que era Tollon. Parecia esperar alguma reação do monstro diante de si.
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Kairazen » 20 Fev 2018, 15:08

Ele vai ficar aliviado ao saber que Hansen estava bem, tinha medo que a doutora pudesse tê-la usada como parte de seus experimentos. Mas ouvir a voz dela fez com que ele,se sentisse melhor, mesmo apos saber o que a doutora havia feito com ele, implantado partes de lefeus poderosos, ele se espantava em ainda estar vivo com aquilo no corpo, agora ele tinha que cumprir sua parte no acordo, e ir atras de Cecilia, o outro experimento. Ela existia a mais tempo, e provavelmente dominava os poderes melhor do que ele, mas acreditava que conseguiria usa-los bem, então ele vai responder a doutora:

- Vou trocar algumas palavras com Hansen, após isso partirei na missão, só precisarei dos meus equipamentos.

Apos isso ele vai sair da sala e ir ate Hansen, ao ver a garota, ele vai dar um grande sorriso e abraça-la, e vai perguntar:

- Como é que você está, a doutora tem te tratado bem?

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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por John Lessard » 22 Fev 2018, 08:51

Gilliard começava a irritar-se com aquilo. Ser jogado de um lado para o outro, como se não fosse nada, era no mínimo, desagradável. Olhou em volta, para aqueles que ali estavam com ele. O Homem Kobold, a moça com arma exótica, Zlaahael... E mais alguns que o elfo não conhecia. O ambiente não era dos mais auspiciosos, tinha de admitir, ainda mais por lembrar aquele cemitério multidimensional que havia enfrentando o Vestígio. Bufou, incerto.

- E você acha que eu sei? - respondeu para o outro. Era impressionante como ele aparecia nestes tipos de situação, sem nenhum anúncio de qualquer natureza.

- Mas, imagino que devêssemos investigar, não? Afinal, com toda certeza há algo que queira nos matar num raio de cem metros.
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Lord Seph » 22 Fev 2018, 09:12

- Isso parece igual quando fui arrastada com Midori para Hongari.

Então Akira nota que Midori não estava lá e a presença era como a de Wynna.

- Isso é como antes, mas não há mais honra em minha vida.

Akira estava desprotegida, desarmada e sem motivo para continuar.

- O que faremos?
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Re: Theothanatos: Requiem para os Deuses - Season 2

Mensagem por Rick » 23 Fev 2018, 16:48

Estava a tentar negociar os encantamentos da armadura, então se vê novamente tragado contra sua vontade para algum outro lugar. Prestara atenção nas imagens que seus olhos identificavam como sendo da Lenórienn que acabara de deixar. Então nota outras pessoas próximas. Passara os olhos rapidamente por cada um, lutando para conter a raiva ao ver Gilliard próximo novamente. A primeira coisa que vinha à sua mente eram as cicatrizes no corpo de Tanya e ele mal conseguia segurar seu ímpeto. Mas debilitado e enfraquecido como estava, sabia que um conflito não traria nada de bom agora. Muito menos daria razão aos questionamentos levados a seu mestre.

A voz de Lucius o tira de seu conflito interno, então olha novamente para as criaturas que ali estavam. Só então reconhece a dragonesa. Ele percebia a raiva que ela parecia sentir dele, mas neste momento não conseguia retribuir o sentimento. As coisas haviam saído do controle na ocasião em que se encontraram, e tudo por culpa do orgulho da mesma. Não parecia reconhecer nenhum sinal de que isso pudesse ter mudado. Sua expressão enquanto a olhava era de lamentação. Então ele respira fundo e ignorando os outros à sua volta, fecha os olhos em concentração e tenta usar sua mente para voltar ao lugar onde estava anteriormente. Não pretendia ir para Lenórienn nesse estado, era melhor resolver seus assuntos antes de enfrentar mais uma batalha. Gaardalok ainda provaria de sua espada, mas agora não era a hora.
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