TRPG - Herdeiros da Guerra (Fechado)

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Aquila
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TRPG - Herdeiros da Guerra (Fechado)

Mensagem por Aquila » 31 Mar 2017, 21:22

Herdeiros da Guerra – Parte 1: Destinos Cruzados

Vila de Bremer – Oeste de Deheon
Tarde de Jetag 16 sob Pace, 1409 CE

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Maliana Bremer sorri com a satisfação do dever cumprido, observando o movimento dos viajantes diante da estalagem Jarra de Rei, o legado de seus antepassados.

Com as mãos na cintura, a estalajadeira ergue o rosto para o céu azul, fechando os olhos para se proteger do brilho quente do sol da tarde, sentindo a brisa suave que sopra do leste desalinhar seus longos cabelos castanhos (entrecortados por algumas mechas cinzentas). Fazia muito tempo que ela não se permitia um minuto de descanso, apenas para sentir a tarde passar, soltando um pouco os cabelos, sempre presos, respirando um pouco de ar puro. Depois de quase perder tudo, finalmente as coisas parecem estar voltando ao normal.

Quatro anos depois da passagem dos minotauros, o povoado de Bremer, um posto de viajantes na estrada entre Valkaria e Gorendill, ao lado do Rio Nerull, finalmente recuperou um pouco de seu brilho.

Parece que foi ontem que Maliana escutou os vigias anunciarem a chegada do exército minotauro, marchando para a Ponte de Bremer como uma tempestade, forçando todos os habitantes a fugirem apenas com as roupas do corpo e o que conseguiram carregar, deixando suas vidas para trás. Depois de fugirem, eles se juntaram a incontáveis outros refugiados do reino, nobres e plebeus, que se dirigiam para as muralhas de Valkaria em busca de proteção.

Com o fim da guerra, havia sobrado pouco das vilas que estavam no caminho dos minotauros, saqueadas como espólio de guerra, e muitos dos habitantes de Bremer nunca voltaram para suas casas, mas Maliana não é do tipo de mulher que abandona o que sua família trabalhou tanto para construir. Com apenas alguns poucos amigos, ela voltou para Bremer, a aldeia fundada por seus antepassados, somente para ver tudo destruído e dominado por bandidos. Com a ajuda de um grupo de aventureiros, ela conseguiu expulsar os bandidos, recuperando a vila e recomeçando a reconstrução da estalagem.

Foram anos de trabalho duro e contratempos, com os bandidos sempre voltando para ameaçar a região, mas finalmente o posto de caravanas se tornou seguro para os viajantes.

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Nadinah Al-Abbas

- Sejam bem-vindos ao Jarra do Rei – diz a estalajadeira, saudando os recém-chegados com uma leve reverência, enquanto os criados se apressam para ajudar a carregar as malas dos viajantes para os quartos, descarregar as carroças ou cuidar dos animais cansados.

A caravana havia partido de Valkaria a dez dias, passando rapidamente por Ridembarr e outras vilas menores, e agora chegava em Bremer, na encruzilhada da estrada que leva para Gorendill, onde venderia as mercadorias que havia recebido do norte para a baixa nobreza da cidade, sedenta por excentricidades caras (principalmente tecidos feitos com a seda de besouros-do-fogo, ervas de chá, frutas e vinhos exóticos).

Na maior parte do caminho, a caravana montava um grande acampamento ao redor de alguma estalagem ou templo de beira de estrada, mas Bremer era grande e protegida o suficiente para abrigar todas as pessoas, carroças e animais. Além da grande estalagem, casas e estábulos se espalham dos dois lados da estrada, protegidos por muros de pedra e portões altos.

Quando você desmonta, Jareed está conversando com um dos guardas da caravana, acertando os detalhes sobre a vigília noturna. Assim que a vê, ele se apressa em ajudá-la, como tem feito desde que você apareceu.

Como lugar-tenente de Salini Alan, Jarred é um homem do deserto adaptado aos reinos do sul. Sua pele bronzeada e cabelos negros, além de seu leve sotaque (um traço peculiar útil para os negócios), são evidências de sua origem, mas sua roupa é uma mistura perfeita de dois costumes diferentes.

- Como está se sentindo, Nadinah? – ele pergunta, em valkar, para que você treine e se acostume com o idioma. – Deve estar cansada. Foi um dia longo. Sei que tem sido difícil para você, viajar com tão pouco conforto, mas hoje passaremos a noite em uma estalagem. Então, quero que descanse, e não se preocupar com nada. Não faremos mais negócios por hoje.

Assim que ele se afasta, para supervisionar a estadia da caravana, você fica livre para explorar o povoado.

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John Lessard

Sir.

A palavra ecoa em sua mente como um sussurro vindo de algum lugar do passado, de quando você era apenas um garoto, treinando sozinho com espadas de madeira.

Desde que foi ordenado como cavaleiro, no campo de batalha, você nunca foi chamado assim por ninguém fora das terras do Barão Abelius. Então quando o cavalariço da taverna o chamou pelo seu título, você demorou um momento para entender, percebendo pela primeira vez o que isso realmente significava.

O anel de ferro com o sinete de Abelius em seu dedo ainda o surpreende pelo tamanho exagerado, assim como a capa esvoaçante que cobre sua armadura, mas você nunca notou como as pessoas prestam atenção a esses detalhes, antes de se dirigir a alguém. Mesmo sem um brasão em seu escudo e trajes, algo que está sendo providenciado, as pessoas parecem reconhecê-lo como um legítimo cavaleiro.

A dona da estalagem o recebe na porta do salão, assim que você cruza a estrada de pedra, conduzindo pra dentro assim que termina de dar instruções para que os criados preparem um quarto para você.

- Fique a vontade – ela diz, assim que você lava as mãos e entra no salão principal, se acomodando em uma das mesas, onde uma atendente coloca comida e uma jarra de bebida. – Não hesite em chamar qualquer atendente se precisar de algo, senhor.

O salão enorme, tão grande quanto o salão de banquetes do barão Abelius, não se parece em nada com qualquer taverna que tenha visto. Não é a toa que a estalagem é parada obrigatória para as comitivas de nobres que cruzam o reino para a capital, pois o lugar, apesar de claramente ter visto dias melhores, ainda ostenta uma grandiosidade antiga.

Um grupo grande toma conta das mesas no outro lado do salão, conversando em valkar e também em outro idioma que você não entende, muitos deles vestindo trajes coloridos estranhos, que você reconhece vagamente de antigas lições de história como sendo característicos dos povos do deserto.
Acrescente sela aos equipamentos de John. / Inclua na resposta se John está saindo de Valkaria, depois de visitar seus pais, ou se está indo para a cidade.
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Jinx

O sol da tarde inicia a última hora de sua jornada diária, quando os vigias do portão avistam um viajante solitário subindo por uma das muitas trilhas que cortam os campos ao redor da aldeia de Bremer.

Antigamente, a região era dominada por diversas propriedades menores, que se estendiam por quilômetros ao longo da margem do Rio Nerull, mas, depois da guerra, a maioria foi abandonada. Depois da última incursão dos bandidos da Flecha Negra, a pouco menos de um ano, algumas pessoas estão começando a reconstruir algumas das casas ao longo do rio, mas ainda são poucas e todas ficam próximas da aldeia.

O viajante, no entanto, sobe por uma trilha que muitas pessoas evitam, por medo de encontrarem Velasco, um velho louco que vive próximo da floresta. Velasco foi a única pessoa que não fugiu da região quando os minotauros chegaram, e surpreendentemente estava no mesmo lugar quando eles se foram. “Sorte”, ele diz, quando alguém pergunta como conseguiu evitar os minotauros e os bandidos que se escondem nas colinas.

Na verdade, sorte é algo que parece acompanhar o velho Velasco, que, segundo alguns, só pode ser um sacerdote de Nimb. Ele sempre era visto em Bremer, contando histórias estranhas de lugares distantes, de povos dos quais poucos ouviram falar, ou jogando com os viajantes (vencendo sempre).

Por meses ele não aparece em Bremer, embora muitas pessoas tenham visto fumaça saindo da chaminé de sua cabana, então quando a figura surge do caminho da floresta, os guardas imaginam que é o velho louco, subindo apressado, apoiado em seu cajado, com um corvo no ombro. Somente quando o homem se aproxima e os cachorros começam a fazer uma algazarra, eles percebem que não é o velho, mas alguém tão estranho quanto.

- Saudações, viajante – diz um dos guardas, assim que você se aproxima, olhando-o com uma expressão curiosa. – O que o trás a Bremer?

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Kain Magnus

“Um brinde ao legado dos Magnus.”

A exatamente um ano atrás, sua família estava sendo completamente destruída.

O brilho dourado das chamas da grande lareira, se dispersa no cálice de vinho tinto diante de seus olhos, despertando lembranças amargas que estavam escondidas no fundo de sua mente. Sentado sozinho em um canto da taverna, você se perde na bruma rubra das memórias, esquecendo completamente de tudo ao seu redor – o movimento das pessoas, o som dos músicos errantes, os olhares das atendentes - até que só restam as faces de seus pais e de seus irmãos.

Muitas vezes, durante todo esse tempo, você tentou não pensar sobre tudo que aconteceu naquele dia, concentrando-se somente em ajudar as pessoas que encontrou pelo caminho, mas agora, a lembrança parece ser a única coisa que você vê diante de seus olhos.

Uma explosão de aplausos e vivas para o grupo de músicos o desperta das lembranças, trazendo-o novamente para a taverna de Bremer, o último porto seguro para os viajantes que seguem para o oeste.

Depois da guerra, com a força dos Patrulheiros da Deusa enfraquecidos, grupos de bandidos tomaram conta das terras entre os Rios Yrlanyadish e o Nerull, tornando essa região um perigo para os viajantes. Exceto por alguns fortes isolados, a maioria das pequenas vilas da região foi abandonada, aumentando as distâncias entre os lugares seguros. Para piorar, boatos sobre monstros e grupos de saqueadores goblins e hobgoblins começaram a surgir.

Enquanto enche novamente o cálice com vinho, você nota quando um cavaleiro entra na taverna. Com a maior parte do salão tomada pelos barulhentos comerciantes da caravana, o cavaleiro senta em uma mesa ao lado da sua, enquanto os servos acendem castiçais e velas por toda volta, dispersando a escuridão ao seu redor.

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Aldred Castell Maedoc III
Parado no alto da colina, você olha para o horizonte leste uma última, tentando vislumbrar a figura impressionante da Estátua de Valkaria, antes de se ver completamente sozinho.

Depois de ter crescido na maior cidade do mundo, morada de centenas de milhares de pessoas, ponto de encontro para incontáveis viajantes, um lugar onde a vida nunca dorme, pela primeira vez em toda a sua vida, você se vê completamente isolado de qualquer pessoa, em um lugar onde seus pensamentos são interrompidos apenas pelo sussurro do vento e pelo farfalhar das folhas da grande macieira ao seu lado.

Mesmo para alguém que cresceu em uma cidade, cercado por pessoas, a sensação de isolamento não é algo incomum, mas o que você sente agora é algo completamente diferente, pois embora você esteja viajando a vários dias, sempre conseguiu avistar a forma da estátua da deusa, no horizonte, zelando pela sua jornada. Agora, no momento em que não consegue mais vê-la, é como se finalmente entender o que ela realmente significa.

Seu coração se enche com a alegria da jornada e da aventura de uma forma que não consegue explicar, quando você se volta para a estrada que leva para Bremer.

Depois de algumas horas caminhando, quando o sol já começa a ficar vermelho, você chega na ponte sobre o Rio Nerull, a entrada leste da Vila de Bremer, a última parada segura a oeste de Valkaria.

Durante todo o caminho você ouviu história sobre os perigos das terras abandonadas, a oeste do Nerull, um lugar perfeito para um aventureiro audacioso começar seu próprio destino.

- Salve, viajante – dizem os guardas, assim que você cruza a ponte. – O que o trás a Bremer? Não vemos muitos viajantes andando sozinhos por essas bandas.
Dados dos Personagens

Aldred <> PVs: 22/22; PMs: 0; PEs: 3/3; PAs: 1/1; CA: 16; XP: 0/1.000; Condição: Normal; Postura: Padrão.
Jinx <> PVs: 17/17; PMs: 3/3; PEs: 0; PAs: 1/1; CA: 18; XP: 0/1.000; Condição: Normal.
Jonh Lessard <> PVs: 23/23; PMs: 0; PEs: 0; PAs: 1/1; CA: 20; XP: 0/1.000; Condição: Carga (Deslocamento -3 m; Penalidades).
Kain <> PVs: 17/17; PMs: 0; PEs: 0; PAs: 1/1; CA: 18; XP: 0/1.000; Condição: Normal.
Nadinah <> PVs: 8/8; PMs: 10/10; PEs: 0; PAs: 1; CA: 12; XP: 0/1.000; Condição: Normal.
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Editado pela última vez por Aquila em 20 Jan 2018, 16:17, em um total de 8 vezes.

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Aldenor
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por Aldenor » 01 Abr 2017, 11:19

Aquela seria uma manhã diferente de todas as outras.

Aldred acordou com os olhos pesados em sua confortável cama em seu quarto, na casa dos Maedoc de Valkaria. As memórias da noite anterior eram um borrão incoerente, mas sabia que tinha feito o certo. Era preciso comemorar, celebrar. Viu seus amigos pela última vez antes de partir, antes de começar sua jornada de aventuras. Já havia protelado demais sua decisão. Foram quase quatro anos de fuga de seu destino. Desde a sua última briga com seu sensei, Aldred havia desistido de ser um aventureiro e aproveitou sem culpas as bonanças de ser rico. Estudou, namorou e relacionou-se com a vida cotidiana, rotineira.

Mas no fundo ele sabia que não era este o seu desejo. A "fagulha da aventura" começou nas Guerras Táuricas e foi alimentada por seus estudos filosóficos e historiográficos na Universidade de Valkaria até se tornar uma fogueira intensa. Aldred precisava fazer alguma coisa e sabia que tinha poder para isso. Ele até mesmo engoliu seu orgulho ao pedir para seu velho sensei uma katana bem afiada, ferramenta de seu verdadeiro ofício de herói.

Aldred achou que seria fácil. Era só pedir desculpas - algo difícil a se fazer quando se sabe estar com a razão! - e pedir uma katana. Uma espada tamuraniana levemente encurvada de apenas um único gume. O jovem valkariano era versado em artes marciais também, de modo que não precisaria estar armado com aço: seu corpo era uma arma. Mas seu treinamento como espadachim não podia ser desperdiçado. Satoshi Yamada era um velho tamuraniano louco, traumatizado. As vezes um comediante, as vezes um depressivo. Naquele dia estava sorridente, então seria fácil! Pediu desculpas, mas o velho pediu um último teste antes de entregar a espada. A bebida alucinógena.

Foi assim que ele foi apresentado a ela. A Rainha Eterna, fundadora de sua família, sangue de seu sangue. Sua vida mudou para sempre.

Aldred ganhou sua espada e chamou seus amigos para uma "despedida". Beberam até fechar a taverna.

Os dias passaram e Aldred sempre avançando pela estrada. Avistava a estátua de Valkaria ao longe e cada vez mais precisava estreitar os olhos pare enxergá-la. Bom sinal. Estava cada vez mais longe e mais distante. Ele sabia que precisava começar suas aventuras fora de sua cidade, precisava se desafiar, precisava testar suas habilidades fora de sua área de conforto. Por isso iria para as terras abandonadas onde sempre havia problema.

Começava a ver uma Vila de Bremer, último reduto de civilização, último laço de sua zona de conforto. Mas antes de atravessar a ponte, Aldred lembrou de sua conversinha com a Rainha.
Aldred
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Então... se quer me ver evoluir, tem que parar de aparecer toda hora. Sua presença me causa dores de cabeça incapacitantes...
A criança andava ao seu lado na estrada quando conversaram, dias atrás. Aldred agora podia conversar abertamente sem que ninguém o achasse louco por falar sozinho.
Rainha Eterna
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Oh, meu querido, eu tenho que aparecer de vez em quando para vê-lo. Saber como está sua saúde, ver anda se alimentando direito, fazendo os exercícios corretamente...
Era muito esquisito ver uma criança de não mais de 10 anos falando essas coisas, destilando malícia e sarcasmo. Aldred cerrou o cenho.
Rainha Eterna
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Você fica muito mais bonito assim, soturno, cara fechada. Adorei seu rosto escurecido e... sujo
Aldred não se furtou em dar um meio sorriso encabulado. Mas precisava resolver as coisas.
Aldred
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Rainha...
Rainha Eterna
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A verdade é que preciso estar presente em alguns momentos. Preciso para minha própria... "recuperação". Meu crescimento. Ou você prefere que eu continue criança para sempre? Por acaso é um pedóf...
Aldred
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Tá. Tá. Se é assim, apareça sempre que quiser. Mas durante esses momentos em que preciso de concentração, a dor de cabeça me atrapalha MUITO.
Rainha Eterna
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Hmmm... por acaso está sentindo alguma dor agora?
Não estava. A Rainha explicou que Aldred estava melhor, acostumado à sua presença. Mesmo assim, era nítido como ficava incomodado. Teria que se acostumar com essa sensação...

Foi chegando ao final do dia na ponte sobre o rio Nerull e foi interpelado por guardas.
Aldred
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Salve, senhores. Desejo apenas um pouso confortável em sua vila. Amanhã desejo ir até as terras abandonadas bem cedo. Acaso poderiam me indicar um teto... sem custo de moedas? Estou um tanto pobre...
Disse coçando o cabelo um tanto encabulado. Se a Rainha estivesse ali teria caçoado, certamente.
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Lord Seph
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por Lord Seph » 01 Abr 2017, 12:15

Um ano desde que tudo acabou e Kain teve que aprender a se virar nos ermos. Havia vagado de Zakharov até Deheon, talvez a mudança de ares service para ele esquecer. Ledo engano, a memória era viva ainda.

Não tinha como esquecer aquela noite. Seus pais estavam negociando com Hobgoblins e Minotauros armas de fogo, talvez estivessem fazendo isso desde a formação da Aliança Negra e do ataque covarde do que chamam hoje de Império de Tapista. Mas essa foi a parte fácil de digirir, o pior foi ver o que seus irmãos estavam fazendo. Um sacrifício, eu consegui ouvir seu grito por ajuda e tudo mais e fui incapaz de ajudar.

Fiz o que podia e denunciei todos. Meus pais foram presos, todas as forjas foram fechadas e centenas ficaram sem trabalho. Aquilo respingou em toda a família, perda de títulos, posses e alguns até a vida.

Eu recebi o perdão do regente e a permissão de manter meu nome e algumas posses, a espada da família, algum dinheiro e livros. Então recebo o aviso, meus irmãos fugiram e eu havia virado o alvo de suas vingança. Eu fugi para não ser morto, para adquirir experiência e poder para um dia terminar com as ações deles.

Então os pensamentos são dirspersados e ele volta a realidade. Ele havia chegado a Bremer naquela manhã, nem mesmo quis ir até Valkaria. Queria evitar encontrar parentes insatisfeitos pelos seus atos.

Já havia reservado um quarto simples e ouvido os boatos daquela vila. Estava disposto ajudar aquela gente, mas sozinho seria um trabalho suicida. Então ele vê o cavaleiro sentar na mesa ao lado.

- A beleza da noite e que o dia volte a brilhar mais uma vez, mas que meus inimigos não tenham a mesma sorte.

Fala Kain mais para si que para qualquer outro. Ele continua a observar, por mais idiota que fosse, tudo começava ali. Era o que eu sentia.
Passei a manhã e a tarde conversando e procurando saber da vida da vila e principalmente sobre os boatos e ameaças da mesma. Testes de Diplomacia e Obter Informações +7. Gastarei no máximo 10 TOs para isso.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
-Neil Young.
o lema dos 3D&Tistas
"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
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John Lessard
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por John Lessard » 01 Abr 2017, 17:58

John olhou para o local simples, logo após deixar Sortuda - sua égua - com o cavalariço. Era impressionante o contraste com Valkaria, que havia deixado fazia pouco tempo, e que ficou pouco tempo depois de um longo período fora. O pai não falara com ele, mas pelo menos a mãe e o irmão sim. Aquela era vida que ele havia escolhido, e acreditava que Valkaria estava com ele em suas aventuras. Aventuras? Sim, embora ele não fizesse ideia de quais, estava rumando ao desconhecido.

Ele viu aquela mulher falando com ele, então logo sorriu.
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- Certamente, milady. Acredito que uma caneca de sua melhor cerveja para tirar o pó da garganta seja suficiente por enquanto e... Algo quente para forrar o estomago, não escolherei, confiarei em sua decisão.
Quando a mesma saiu, parou alguns instantes reparando no salão. Era formidável á sua maneira e entendia, analisando pequenas coisas, como o tipo de atendimento e as instalações, como aquele local era uma importante parada para viajantes. Seus olhos finalmente se fixaram naquele grupo colorido, que ele suspeitava serem um dos povos do deserto, e inclinou o corpo interessado. Assim que foi servido, agradeceu com um sorriso simpático aquele (a) que lhe trouxe seu pedido e disse:
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- Agradecido... E se não for pedir muito, mas você teria conhecimento de quem seriam aqueles? Me parecem bem exóticos.
Disse, bebendo um gole de sua bebida.
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Lucena
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por Lucena » 01 Abr 2017, 19:06

Nadinah desmontava de seu cavalo ainda fascinada, como esteve desde que saiu de Valkaria. As imensidões de verde por onde a brisa fresca passava eram tão relaxantes, não havia como comparar com a Capital de Reinado e seus, bem, perfumes. A maga sentia que nestes últimos dias finalmente estava tendo a experiencia destas terras exóticas do Sul como deveria ser feito, um pedaço de cada vez, em vez do confuso e complexo mosaico que existia Sob a Deusa. Via que Jarred vinha a ajuda-la, como o bom homem tem feito desde que ela aparecera por magia, em cima de seu café da manhã, com uma carta de sua tia Lisa-Lisa a pouco mais de um mês.

-Estou me sentindo um pouco cansada mesmo, então obrigada, Sr Jarred. Eu estou acostumada a viajar com minha mestra pelo deserto para seus estudos dos portais, mas por meios arcanos, sabe? Essa viagem foi a primeira vez em anos que montei num animal de verdade. Mas mesmo assim não estou a ponto de cair de sono. Acho que irei ficar aqui por baixo um tempo, conhecendo o local.

Ela então se dirige ao que parecia ser um bar, ver se conseguia arranjar algumas ervas de fumo para sua piteira vazia e talvez tomar uma bebida local e comer alguns petiscos. Era uma pena não poder ver nem a cor das ervas na caravana, mas a carga de lá era tão rara que Nadinah nem ousava perguntar o preço.
Everything Lives!

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[quote="Pelleas"][img]https://i.imgur.com/qkSeY1p.png[/img]
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DiceScarlata
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por DiceScarlata » 02 Abr 2017, 00:26

Nome: Jinx, cruzado da ordem dos cabeças de dado!
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*Peregrinar por Arton até então havia sido deveres divertido. Descobriu que a deusa era muito respeitada nesse mundo, mas que por alguma razão confundiam seu sexo e o chamavam de "deus nimb"" . Diziam por todo lado "Quem rola os dados é Nimb". Era verdade. E ele era um desses dados, rolado ao acaso no tabuleiro desse mundo infernal. O que podia fazer, se não combater a maldade da ordem, tornando-se o maior super-heroi de todos os tempos? E isso estava até na lista que ele cuidadosamente escreveu com barro na própria barriga: *

1) Se tornar aventureiro num grupo de aventureiros dahoras.
2) Combater o mal.
3) Vencer os mais fortes em combate.
4) Zoar eles por vencer.
5) Travar um embate de vida ou morte contra seu nemesis.
6) Vencer, mas morrer no processo e voltar Al-gazarra.


Perfeito.

*Sua "espada", cono havia nomeado a alabarda, estava envolta em combertores brancos (pra não ficar com frio) e ele a carregava sobre os ombros, com as mãos apoiadas pela haste, como se ela fosse um apoio. Sempre que cruzava com oponentes armados pelo caminho, os desafiava a um combate, mas todos recusavam. Um deles até lhe deu uma esmola. Acho que poderia chamar isso de sorte de Nimb, vencer se lutar. "Eu sou mesmo incrível", acreditava.

"O que o trás a Bremer"

*Seu estômago ja roncava quando chegou a uma nova vila. Assoviava dentro de seu elmo cúbico quando um guardava lhe fazia uma importante pergunta. Ele portava armas... talvez aquilo fosse um desafio a um duelo. Mas ele atacava com dúvidas e não com armas. Deveria vencer com a resposta certa. Então fez uma pose heroica: Um braço esticado para o céu, o outro curvado na mesma direção. Um joelho dobrado. A outra perna esticada atrás do corpo. Sua face (uma das 6) distante, olhando no horizonte e então respondeu. *

"O que o trás a Bremer? "


- As pernas. - Ele disse vigoroso.

*Satisfeito com sua resposta e com sua vitória, passou pelos guardas derrotados sem dizer mais nada e foi em direção a vila*
Editado pela última vez por DiceScarlata em 03 Abr 2017, 23:42, em um total de 1 vez.
Tribo Scarlata


- MUNDO DE ARTON: GRUPO MADEIRA DE TOLLON (on):Angra Cabelos de Fogo
- MUNDO DE ARTON: GRUPO AÇO-RUBI (on): Jihad das Areias Vermelhas
- MUNDO DE ARTON: GRUPO JADE (on):Sr. Fuu
- JOHNVERSE: PRESA DE FERRO (on): Jinx - Cruzado da Ordem dos cabeças de Dado
- JUDASVERSO: CRÔNICAS DA TORMENTA (on): Nagamaki no Gouka!
- FUI REENCARNADO COMO MONSTRO (on): Gizmo
- OUTONO (on): Sandman

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Aquila
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por Aquila » 03 Abr 2017, 23:25

Herdeiros da Guerra – Parte 1: Destinos Cruzados

Vila de Bremer – Oeste de Deheon
Tarde de Jetag 16 sob Pace, 1409 CE

Aldred
Aldred disse
- Salve, senhores. Desejo apenas um pouso confortável em sua vila. Amanhã desejo ir até as terras abandonadas bem cedo. Acaso poderiam me indicar um teto... sem custo de moedas? Estou um tanto pobre...
- Seja bem-vindo a Bremer – diz um dos guardas do portão, um homem alto e de olhar austero, abrindo passagem para que você passe. – Com dinheiro ou não, não podemos deixar que durma ao relento, não é mesmo? Antigamente, haviam muitos abrigos ao longo da estrada, mas agora essa região não é mais segura para os viajantes.

- Não temos espaço na estalagem, mas você pode dormir em uma das camas do dormitório da guarda.

O homem o conduz até o quartel da guarda, no outro lado da aldeia. Assim que chegam no pequeno prédio, ele lhe mostra o dormitório onde você pode passar a noite, um lugar simples, mas limpo e bem cuidado, com seis camas de palha com cobertores e baús individuais, onde pode guardar seus equipamentos. As fechaduras dos baús, são simples, você nota, mas todas estão em bom estado.

- Se estiver com fome, a ceia da guarda será servida às seis. Pode se juntar a nós. A comida é a mesma que servem na taverna, então eu garanto que é muito saborosa.

Antes de sair, o homem para na porta do alojamento, o rosto cansado olhando para o vazio.

- Terras Abandonadas... – ele diz, mais para si mesmo do que para você. – É triste saber que estão chamando essa região de Terras Abandonadas. Isso ainda faz parte de Deheon, no fim das contas, mas parece que realmente fomos abandonados...

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Kain
Kain: Teste de Obter Informação. Perde 7 TO.
Enquanto ceia, você relembra os detalhes que descobriu sobre a aldeia de Bremer, refletindo sobre a natureza dos perigos que ameaçam essa região aparentemente esquecida pela coroa.

Além dos bandidos que se escondem nas colinas, remanescentes do bando conhecido como Flecha Negra, parece que alguns nobres falidos cobiçam a cidade por sua posição estratégica dentro da rota comercial para Gorendill, o que tem colocado todos em alerta para uma eventual investida armada, que pode acontecer a qualquer momento.

A cerca de um ano, o bando da Flecha Negra, um grupo que cresceu arregimentando refugiados de guerra desesperados e famintos, investiu contra Bremer, tentando estabelecer domínio sobre a região, mas Maliana Bremer, a dona da estalagem e autoridade máxima da aldeia, reuniu um grupo de aventureiros que enfrentaram e derrotaram o Flecha Negra, dispersando os bandidos.

Desde então, os bandidos não conseguiram unir em uma força coesa o suficiente para ameaçar a aldeia, mas ainda representam perigo para os viajantes que cruzam a região e para as aldeias menores.

Depois da derrota do Flecha Negra, Maliana começou uma campanha para restaurar a confiança de Bremer, fazendo acordos comerciais com diversas caravanas importantes, que até então estavam desviando a rota muito para o sul, onde os cavaleiros do barão Abelius mantém controle sobre a região próxima da fronteira com o reino de Ahlen. Além dos acordo, Maliana espalhou anúncios em tavernas por todo o reino, conseguido atrair aventureiros dispostos a ajudar a manter a ordem na região, até que os reforços da coroa sejam enviados.

Sobre o Flecha Negra, o arqueiro que era o líder dos saqueadores, o boato mais aceito entre todos é que ele não morreu quando o bando foi derrotado, mas sim que conseguiu escapar, se escondendo na floresta, para treinar e tramar uma nova investida. Segundo alguns pessoas que chegaram a enfrentá-lo, o Flecha negra seria um nobres da região, que, disfarçado, manipulou os bandos para atacarem Bremer. Depois de perder tudo com a passagem dos minotauros, ele virou um fora da lei. Como ninguém nunca viu seu rosto, sempre oculto por uma máscara, é impossível saber quem ele pode ser.

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John
John disse
- Agradecido... E se não for pedir muito, mas você teria conhecimento de quem seriam aqueles? Me parecem bem exóticos.
- São mercadores que trabalham para Salini Alan – diz a atendente, uma jovem mulher de cabelos ruivos e rosto ainda sardento, olhando para o grupo com a curiosidade de uma sonhadora. – Eu não sei muito sobre ele, mas parece que é um mercador do Deserto da Perdição que tem negócio em Hongari.

- Aquele é o mestre da caravana, Jareed. – A mulher aponta para um homem de cabelos escuros e ar sério, no outro lado do salão. - Eles passam aqui duas vezes por mês, então acho que estão estabelecendo uma rota. Sempre que ficam na cidade, não poupam despesas.

Assim que a mulher se afasta, você observa uma mulher com trajes semelhantes ao do grupo de mercadores e fumando um cachimbo longo, entrar na taverna, se dirigindo para a mesa onde o mestre da caravana está sentado conversando com alguns de seus encarregados.

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Nadinah
Nadinah perde 7 TO. Acrescente Bolsa de Erva-de-Fumo aos seus itens pessoais.
A fumaça quase invisível da erva-de-fumo hongariana, serpenteia lentamente em direção ao teto escuro da taverna, se misturando a penumbra da fumaça das velas e da lareira, antes de sair pelas janelas altas para encontrar o vento forte do fim da tarde.

Sentada em uma das mesas, próxima da lareira, você observa o atendente trazer uma travessa com costelas de cordeiro e legumes variados, enquanto bebe um cálice de vinho tinto. O cheiro agradável da carne temperada, instiga o seu apetite, depois de um dia inteiro de viagem.

Enquanto serve a comida, você observa novamente a variedade do grupo de mercadores e guardas da caravana. A maioria dos homens e mulheres que assim como você, veio do deserto, vive no sul a tanto tempo que esqueceu muitos dos hábitos tradicionais dos nômades, mas todos respeito o Deus-Sol em suas orações.

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Jinx

Quando você se aproxima da taverna, andando triunfante, quase consegue imaginar o clima das pessoas no interior apenas ouvindo o som harmonioso dos instrumentos musicais. Assim que você abre a porta e sente o aroma dos pratos nativos convidando para entrar, uma voz de mulher chama a sua atenção.

- Pode me ajudar com essa cesta, meu rapaz?

Quando você se vira para ver quem o chamou, vê uma mulher idosa carregando um grande cesto de pães frescos, recém saídos do forno. O cesto é grande e parece ser muito pesado, pois ela para no meio da praça para soltar o fardo, sorrindo para você como só uma senhora idosa precisando de ajuda consegue. A um instante, você poderia jurar que havia mais algumas pessoas na rua, mas agora há somente você e a senhora.

- Você é um jovem muito amável. – ela diz, assim que você a ajuda a levar o cesto para um dos lados da taverna, para a entrada da cozinha, olhando-o sem demonstrar nenhuma surpresa. – Obrigada.

Enquanto senta em um banco, ao lado da entrada, a senhora levanta o pano que protege a cesta e pega um dos pães, ainda fumegando, dando-o para você como agradecimento pela ajuda.

- Pegue – ela diz. – Não é muito, mas não posso deixar uma boa ação sem retribuição.

Quando você pega o pão, nota que é um daqueles pães de sementes feitos para crianças, com a forma de um boneco, de braços abertos. No entanto, este pão tem a forma de um dado com um “três” no lugar da cabeça.

Quando você olha novamente para a senhora, percebe que ela desapareceu.
Dados dos Personagens

Aldred <> PVs: 22/22; PMs: 0; PEs: 3/3; PAs: 1/1; CA: 16; XP: 0/1.000; Condição: Normal; Postura: Padrão.
Jinx <> PVs: 17/17; PMs: 3/3; PEs: 0; PAs: 1/1; CA: 18; XP: 0/1.000; Condição: Normal.
Jonh Lessard <> PVs: 23/23; PMs: 0; PEs: 0; PAs: 1/1; CA: 20; XP: 0/1.000; Condição: Carga (Deslocamento -3 m; Penalidades).
Kain <> PVs: 17/17; PMs: 0; PEs: 0; PAs: 1/1; CA: 18; XP: 0/1.000; Condição: Normal.
Nadinah <> PVs: 8/8; PMs: 10/10; PEs: 0; PAs: 1; CA: 12; XP: 0/1.000; Condição: Normal.
Editado pela última vez por Aquila em 06 Abr 2017, 17:53, em um total de 4 vezes.

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DiceScarlata
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por DiceScarlata » 04 Abr 2017, 00:36

[quote]Nome: Jinx, cruzado da ordem dos cabeças de dado!
Imagem

- Whaaaaaaaaaaaaaaaaat?

*Por um momento, o resto do mundo era escuridão e Jinx jazia sentado, com um único holofote sobre sua cabeça, analisando aquele pedaço de pão.*

- Mommys...

*Balbuciou para mama jinx e seu elmo de d20. Caminhou pela cozinha. Passou pela porta. Adentrou o salão lotado. Ignorou as musicas. Atendentes bonitas. Viajantes do deserto. E sentou-se em uma mesa. Junto a um cavaleiro de armadura completa

John Lessard

- Hey, amigo.

*Sua voz era séria e penetrante. Metalizada devido ao elmo e cavernosa ao mesmo tempo.

- Me diga...

*Mostrou o pão em forma de dado ao cavaleiro*

- O que acha que significa isso??

*As costas a alabarda. A frente expectativa. Ao redor apenas silêncio. Tudo começaria ali. A guilda do pão cubico nascera!

...

...

...

...

...

Ou não.
Tribo Scarlata


- MUNDO DE ARTON: GRUPO MADEIRA DE TOLLON (on):Angra Cabelos de Fogo
- MUNDO DE ARTON: GRUPO AÇO-RUBI (on): Jihad das Areias Vermelhas
- MUNDO DE ARTON: GRUPO JADE (on):Sr. Fuu
- JOHNVERSE: PRESA DE FERRO (on): Jinx - Cruzado da Ordem dos cabeças de Dado
- JUDASVERSO: CRÔNICAS DA TORMENTA (on): Nagamaki no Gouka!
- FUI REENCARNADO COMO MONSTRO (on): Gizmo
- OUTONO (on): Sandman

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Lord Seph
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por Lord Seph » 04 Abr 2017, 06:28

A vila tentava sobreviver aos poucos. O grupo que atacava o lugar não era uma ameaça imediata, mas era um problema.

- Eu poderia investigar esse grupo, mas sozinho seria suicídio.

Kain falou sem prestar atenção e continuou a observar apenas. Então aparece algo inusitado e completamente fora de ordem.

- Ok, o mundo tem de tudo mesmo.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
-Neil Young.
o lema dos 3D&Tistas
"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
Warrior 25/ Dark Knight 10/ Demi-God.

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Aldenor
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Re: Tormenta RPG - Herdeiros da Guerra (ON)

Mensagem por Aldenor » 04 Abr 2017, 09:01

Aldred foi conduzido até a estrutura onde os guardas se organizavam. Um lugar simples, pequeno onde havia um quarto para o dormitório. Foi oferecido uma cama para passar a noite.
Aldred
Imagem
Obrigado, senhor guarda.
Meneou com a cabeça com um sorriso. Apreciava a gentileza das pessoas do campo. Abriu o baú e deixou sua mochila ali dentro. Tinha certeza que não precisava trancar, pois confiava nos guardas que ofereceram abrigo a um estranho armado.

Quando o guarda falou sobre a ceia, o estômago de Aldred logo reagiu.
Aldred
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É, parece que vou ter que aceitar também esta gentileza, senhor guarda.
Fazia muito tempo que ele não saia de Valkaria. Aldred sempre foi citadino, mas por vezes viajou para outras regiões, principalmente Namalkah quando ia visitar seu avô Aldred e sua avó Bianca em Minua, próxima das Uivantes. Em Minua as pessoas eram simples, interioranas e muito gentis. Bem diferente do "clima" numa cidade grande onde você precisa ser esperto e desconfiado.

Aldred iria desafivelar seu cinto onde a katana estava embainhada, mas o cansado guarda soltou um comentário instigador.
Guarda
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Terras Abandonadas... É triste saber que estão chamando essa região de Terras Abandonadas. Isso ainda faz parte de Deheon, no fim das contas, mas parece que realmente fomos abandonados...
Aldred acabava de fechar seu baú.
Aldred
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Os poderosos só se importam com pessoas ou lugares que lhe garantam lucros, senhor guarda. Infelizmente, os senhores são uns parasitas que não se preocupam com a vida de seus plebeus e camponeses, apenas com a força de trabalho que produzem...
Divagou antes de continuar.
Aldred
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Eu sou um aventureiro. Pretendo seguir até alguma região remota em busca de trabalho, vender a minha força de trabalho.
Sorriu para o guarda.

Após isso, Aldred compareceria para a ceia e se juntaria aos guardas.
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