AGENTES DE KALLYAN: Os Nomes do Mal [ON]

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Padre Judas
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AGENTES DE KALLYAN: Os Nomes do Mal [ON]

Mensagem por Padre Judas » 12 Dez 2018, 15:56

Agentes de Kallyan

Livro I: Os Nomes do Mal

Introdução
Mapa
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O Baronato de Carpas é um feudo situado no sudeste de Callistia, em uma região ricamente banhada por uma bacia hidrográfica de afluentes do Rio Zurdar. É composta por uma cidade – grande para os padrões do reino – e vários povoados de pescadores espalhados.

Sua economia é movida pela criação de peixes raros – principalmente carpas, mas também criaturas até mesmo nativas de outros mundos. Entretanto o povo de Carpas possui um diferencial entre seus conterrâneos: ambição. Por influência direta do lorde, o culto à Valkaria é muito popular no feudo e as pessoas sempre estão buscando terem mais ou serem mais. Recentemente goblinoides imigraram de Zakharov – eles viviam perto da região ameaçada pela Tormenta e decidiram ir para um lugar mais tranquilo. Tendo sido bem recebidos eles começaram a desenvolver novas tecnologias e já há planos para combinar suas criações com magia para produzir novos itens únicos.

A cidade possui duas estalagens e três tavernas, o maior Templo de Valkaria do país (e um dos poucos), um grande Templo de Nerelim, uma Casa de Cura de clérigas de Lena, uma escola mantida por clérigos de Tanna-Toh, entre outras benesses. Sua milícia chama a atenção não só pelo profissionalismo, mas por se dedicar mais a proteger o povo do que o lorde (enquanto em outros feudos é o contrário) – na verdade Kallyan entende que não precisa de proteção, as ameaças capazes de representar risco para ele nunca poderiam ser enfrentadas por simples guardas. Existe uma pequena unidade de golens de batalha prontos para agir em caso de necessidade. Todos os golens relembram Valkaria em sua aparência de guerreira.

Os lursh lyin de Carpas não são um perigo – Kallyan pacificou-os anos antes de se tornar arquimago e hoje eles mantêm uma relação cordial com o povo da superfície e recebem benefícios como ferramentas e educação.

Assim, o clima entre o povo de Carpas é de otimismo e confiança no futuro.
BAÚ DO JUDAS
JUDASVERSO

Alexander: Witch Slayer [Kaito_Sensei]
Dahllila: Relíquias de Brachian [John Lessard, TRPG]
Hoggar: Monstromaquia [DiceScarlet]
Jonz: Tormenta do Rei da Tempestade [John Lessard, D&D5E]
Syrion: Playtest T20 [Aquila]
Yellow: Defensores de Mega City [John Lessard]

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Padre Judas
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Livro I: Os Nomes do Mal

Mensagem por Padre Judas » 12 Dez 2018, 16:00

Capítulo I: Carpas

Valkaria, 02/04/1411, Valag
Carpas
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Naomi Hasegawa
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– Sejam bem-vindos. Infelizmente Sua Excelência não poderá comparecer ao jantar – ele teve um compromisso em Valkaria. Mas estará conosco em breve, então vamos começar?
Vocês foram convocados à presença de seu mestre, Kallyan de Callistia. O Barão de Carpas os recebe em seu escritório logo após o jantar – o lorde não estava presente, aparentemente envolvido em alguma missão particular. Ou reunido com alguma de suas amantes, era difícil ter certeza. Kallyan era um poderoso arquimago com décadas de idade nas costas (embora aparentasse ter menos de trinta). Mas também era um bon vivant sem pudores.

O fato de estar noivo de Lady Marina Wulden pouco fez para mudar tal comportamento – a união com a Baronesa de Ankhara, prima do Senhor de Ankhorandir, foi um casamento organizado principalmente por ação da família Wulden, desejosa de unir seu sangue com uma estrela em ascensão e esperando com isso retornar ao poder no Reino dos Rios. A união irá aumentar consideravelmente os domínios de Kallyan, dado que o feudo vizinho é muito maior que Carpas, e a baronesa parece disposta a ignorar as escapulidas do futuro marido desde que ele se mantenha discreto.

Mas não era para discorrer sobre os detalhes de sua vida privada que o barão os havia convocado. Ele desejava algo.
Kallyan de Callistia
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– Boa noite. Desculpem não ter podido comparecer ao jantar, estava em Valkaria lidando com alguns assuntos.

– Agradeço por terem vindo. Tenho um trabalho de natureza... delicada...e perigosa. Agora, tenho certeza que já ouviram falar do infame grupo de facínoras – já que me recuso a reconhecê-los com “aventureiros” – conhecido como Grupo do Mal.
Claro que ouviram. O Grupo do Mal era uma união de quatro vilões – e um dragão negro – que viajava pelo continente aceitando qualquer trabalho desprezível que pudessem encontrar. Eram poderosos e seus clientes eram as pessoas – ou coisas – mais abomináveis de todos os mundos da Criação. Criminosos em boa parte do Reinado, Império e na Liga Independente, mas sempre conseguiam escapar de seus perseguidores. Nos últimos anos, entretanto, o cerco se fechara graças aos esforços de Sir Alenn Toren Greenfeld que desejava trazê-los à Justiça de Khalmyr – os bandidos haviam matado paladinos dentro de Bielefeld, a última gota d’água em um balde cheio de indignação. Agora o velho guerreiro sagrado tomara como missão pessoal capturar todos os quatro. Entretanto, há quase um ano eles desapareceram completamente e ninguém ouviu falar deles. Alguns sugeriam que haviam fugido para outros mundos para escapar, outros que haviam morrido e também que estavam simplesmente muito bem escondidos. Cada um tinha sua hipótese favorita.
Kallyan de Callistia
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– E ninguém estava correto. De fato o Grupo do Mal não existe mais, mas não estão mortos.

– Há quase um ano atrás os membros desta desprezível quadrilha se encontraram em Triunphus para um acerto de contas... entre eles mesmos. Era de se esperar, nem um deles vale sequer um tibar de ferro. A única coisa que os mantinha unidos era a maldição, mas parece que encontraram uma solução para seu “problema”. Scythe, o sacerdote negro, e o meio-elfo Sean Cavendish foram mortos pelos outros dois. Mas não há relatos do dragão no combate, Sillith tem um destino não confirmado, embora eu tenha minhas suspeitas.

– De algum modo isso quebrou a maldição. Claro que os dois falecidos não ficaram assim por muito tempo – eles morreram em Triunphus, afinal de contas. E era de se esperar que Arthur Pendragon e Ellen Redblade lutassem entre si, mas isto não ocorreu – cada um seguiu seu caminho. E sumiram. Até agora.

– Tenho interesse na captura deles. Eu darei a vocês quatro anéis e cada um foi encantado para fazer com que seu usuário seja imediatamente transportado para uma das celas que preparei especialmente no calabouço da mansão. Este efeito afeta tanto seres vivos quanto mortos.

– Quanto a seus alvos, Scythe ainda está em Triunphus, um devoto fanático da Morte preso em um lugar onde Leen não tem poder, mas Sean conseguiu escapar. Sei como fez isso, eu mesmo ajudei a libertar a Princesa Rhana anos atrás. Vocês devem “ajudar” Scythe a escapar também. Não será fácil, mas vocês possuem os meios para lidar com o desafio preparado por Thyatis para aqueles que desejam vencê-lo. Cada um de vocês é tão forte quanto eu era naquela época. Hm... não, isso seria mentira, mas são quase tão fortes.

– O segredo para escapar de Triunphus é que existe um labirinto sob a cidade cuja entrada está em um monólito na Praça Comercial. Não é difícil de achar, o lugar é bem movimentado. No monólito há uma escada que desce para os subterrâneos, mas o acesso é proibido e está sempre vigiado por clérigos de Thyatis. Se derem meu nome à Magoor, o líder da Igreja local, ele lhes dará permissão para entrar. Eles me devem alguns favores. Descendo as escadas vocês estarão nos Subterrâneos. Lá não há qualquer fonte de luz, terão que providenciar seus meios. E há armadilhas e monstros. Este mapa indica a direção que seguimos para a saída, mas ele não garante que não vão passar por perigos, pois esta é uma provação do Deus da Ressurreição. Também pode haver uma rota mais curta, terão que procurar se quiserem. Passando por este trecho vocês chegarão a uma rede de cavernas naturais. É aqui que o problema realmente começa – vejam, as cavernas são habitadas por tiranos oculares! Sim, isso mesmo, o terror de todos os magos, que têm aquele grande olho central que anula magia. Legal, né?

– Não podem vencê-los, nem tentem lutar. Foram colocados lá por Thyatis como punição por diversos crimes e nunca poderão sair. Quando passamos por lá Tyr os enganou para que nos deixassem passar, jogou um contra o outro. Eles se odeiam e tem egos superinflados, se jogarem direito podem conseguir ajuda de um ou outro em troca da promessa de uma fuga. Claro, eles não podem fugir – foram aprisionados pela Grande Fênix e não podem passar pelo portal. O objetivo de vocês é chegar a um altar de Thyatis e lá enunciar uma palavra secreta que lhes transportará imediatamente para os limites da cidade, fora da área da benção/maldição. Ali Scythe – e qualquer um de vocês que porventura tenha morrido por lá e tenha sido pego também – estará livre. Ele provavelmente vai tentar fugir ou algo assim porque eu não acho que vai aceitar sair de uma prisão para ir para outra ainda mais apertada. E úmida. Bem, a reação dele vai depender também da história que vocês contarem para convencê-lo. Confio em sua sabedoria para lidar com a situação, afinal de contas eu crio meus aprendizes para serem despachados e com iniciativa.

– Agora, sobre a “palavra mágica”... bem, quando escapei por ali era “kansas”. Não sei o que é “kansas”, mas era isso. Porém, Magoor me disse que a palavra mudou depois. E os que sabem sobre a palavra são os tiranos – o conhecimento é inútil pra eles, mas se conseguirem fazer com que um deles diga, poderão fugir. O altar não é visível para os monstros, que nem sabem da sua existência. Meu grupo aproveitou quando eles partiram para a briga generalizada pra escafeder-se e fugir antes que eles notassem. Como vocês vão agir é por sua conta.
O arquimago espera um momento para que vocês possam apreender suas palavras. Ele já havia lhes entregue o mapa dos Subterrâneos da cidade que indicava a rota usada pelo antigo grupo de Kallyan.
Kallyan de Callistia
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– Agora, Sean é mais difícil de ser encontrado, entretanto eu rastreei uma trilha de corpos partindo de Vollendann em Hongari, passando pelo Balneário de Zannar em Sambúrdia, então cruzando aquele reino e entrando em Nova Ghondriann por Norba e seguindo para o sul até Salistick. Um rota um tanto errática, devo dizer, mas faz sentido quando se tenta passar despercebido. Agora, a comunicação entre as autoridades do continente nunca foi muito boa e a separação da Liga Independente complicou ainda mais as coisas então ninguém fez a conexão, mas eu fiz. Todas as vítimas são humanas ruivas de meia idade. Todas foram mortas amarradas, indefesas, acertadas por punhais arremessados com precisão. Seus corpos foram encontrados com uma rosa com espinhos cravada no peito – inserida enquanto a vítima ainda vivia, diga-se de passagem. O assassino apreciou cada morte, tomou seu tempo. Inicialmente ele só matava. Depois estuprava E matava. Agora está matando e profanando os corpos com sua imundície. Sean sempre foi o pior dos quatro, mas também sempre foi contido por um louco que acha que serve ao Deus da Justiça e uma mulher misândrica. Agora que está livre pode-se permitir ser o monstro que sempre foi e está piorando cada vez mais. Pelo menos eu suspeito que seja ele, dado que as vítimas parecem servir como substitutas para Ellen Redblade. Soube que há novas vítimas surgindo em Qualllist, na entrada do Reino Sem Deuses. Recomendo irem para lá primeiro, pois Sean não fica muito tempo em um lugar – quando não houver mais vítimas disponíveis ele seguirá em frente. Mesmo que não seja o meio-elfo, deter este assassino será um favor ao mundo. Neste caso teremos que caçar o sujeito de outros modos.

– Por fim Ellen. Esta mulher é um desafio. Tenho algumas ideias sobre suas origens, andei pesquisando. Ela foi vista em vários pontos do continente e até em Moreania. É má, mas não é louca – ou pelo menos não louca o bastante para ser estúpida. Todos os outros podem cometer erros: Scythe por seu fanatismo, Sean por sua selvageria, Arthur por seus delírios absurdos. Mas Ellen é inteligente, centrada e esperta. Sábia, de certo modo. Sabe apagar seus rastros, mover-se sem deixar sinais de sua passagem. Há relatos de sua aparição aqui e ali – com certeza ela usa uma Runa de Transporte para mover-se entre as cidades e depois viaja à pé para evitar ser detectada por magia. Não há sinal do dragão, mas ela é agora acompanhada por uma criança, um garoto sombrio que não fala como uma criança normal. Lembram que disse que tinha minhas suspeitas do destino de Sillith? Então, é óbvio. Por alguma razão o jovem dragão foi convertido em uma criança humana e ao que parece não consegue voltar à forma original. Porque nenhum dragão realmente se mantém em forma avatar por longos períodos de tempo, sua forma dracônica não só lhes é mais natural e confortável como seu orgulho desmedido os leva a preferir exibir sua “aparência majestosa” a adotar a aparência de um “ser inferior”. Mas eu posso estar errado, caso confrontem-na devem estar preparados para lutar também contra um dragão negro. Jovem, mas perigoso ao seu modo.

– E como encontra-la? Acho que persegui-la será inútil, a mulher é muito hábil e se souber que está sendo seguida irá preparar uma armadilha para vocês. O melhor seria atraí-la. Posso oferecer duas opções, mas podem escolher um plano melhor. Primeiro, em Valkaria existem três grandes guildas de aventureiros. A primeira, maior e melhor de todas é a Guilda dos Aventureiros de Valkaria, da qual eu mesmo fiz parte por muitos anos. A segunda é a Guilda dos Mercenários, fundada por um ex-mestre da primeira que saiu porque discordava do modo como a primeira se organizava. As duas guildas não são inimigas, existe uma rivalidade amigável mantida sob controle pelos mestres de ambas que ainda são amigos. A terceira é a Guilda da Rosa Negra. Eu me lembro de Rosa Negra, uma mulher bela e ambiciosa, mas dada à crueldade e implacável ao cumprir uma missão. Foi acusada de assassinato, escapou da Justiça de Khalmyr, mas abandonou a Guilda. Disseram que foi expulsa, mas não é bem assim. Ela saiu sem olhar para trás. Fundou sua própria organização, uma guilda de assassinos implacáveis, mercenários cruéis, ladinos sem caráter e conjuradores sem remorso. O Grupo do Mal nunca foi parte dela – eram independentes demais e, além disso, a Rosa Negra é conhecida por cumprir seus contratos com exatidão. Considerando que seus clientes são déspotas tirânicos, sumo-sacerdotes de divindades malignas e chefes do crime, é até esperado que sejam assim. Já nossos facínoras são reconhecidamente infiéis e traiçoeiros, só cumprem um contrato se forem forçados de algum modo. Entretanto, existem conexões entre Rosa Negra e Redblade – pode ser um lugar para procurar, mas fiquem espertos se forem até lá. Eles são perigosos e não gostam de serem manipulados. Vocês poderiam passar por clientes e tentar obter o serviço de Ellen. Ela não é um membro, mas a Guilda pode tentar obter um contato se ganhar algo em troca. Se precisarem de dinheiro eu poderei fornecer do modo habitual.

– Vocês podem também tentar encontrar uma mulher chamada Tyra. É uma velha mercenária que, ao que descobri, acompanhou Ellen no começo de sua carreira – ao que parece como mentora. Redblade odeia esta mulher e se conseguirem descobrir seu paradeiro posso providenciar o vazamento desta informação. Isto fará a guerreira aparecer, tenho certeza. Ouvi notícias que havia se aposentado e vivia em algum lugar de Petrinya. Procurem no submundo de Malpetrim e talvez alguém saiba de alguma coisa.
Outra pausa. Por fim encosta-se na cadeira.
Kallyan de Callistia
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– Eu lhes disse que os anéis eram para quatro pessoas. Estou incluindo o garoto – mesmo que não seja Sillith, quero saber quem anda com uma psicopata perigosa como Ellen por aí. Prefiro que sejam capturados vivos, mas se vocês matarem algum deles, eu irei ressuscitá-lo. Mesmo que matem, devem resgatar o corpo e por o anel no dedo do falecido, pois assim a magia o jogará na minha cela e lidarei com o resto. Perguntas?
Off:

Vocês podem fazer quaisquer perguntas e sugiro que aproveitem para não ter problemas mais tarde.

Cabe-lhes selecionar a ordem das três missões que compõe a missão principal:

Um punhal para uma rosa. Vão à Quallist e detenham o Assassino das Rosas que está aterrorizando o continente. Identifiquem se ele é mesmo Sean e, se afirmativo, enviem-no à Kallyan – vivo ou morto!

Perdendo sua religião. Scythe recebeu a pior maldição para um devoto de Leen: viver como prisioneiro em uma cidade onde a morte não existe. Ajude-o a escapar da jaula de Thyatis – e capture-o para Kallyan!

A mãe do dragão. Atraiam Ellen Redblade para uma armadilha e garantam que Kallyan obtenha seu prêmio!

As missões podem ser cumpridas em qualquer sequência, embora deixar o assassino em Quallist esperando muito tempo pode mesmo fazer com que ele desapareça e vá pra outra cidade.
Personagens:
  • Arkadon. PV(30) 30. PM(30) 30. PR 1.
  • Nicke. PV(20) 20. PM(20) 20. PR 1.
  • Richard. PV(25) 25. PM(25) 25. PR 1.
BAÚ DO JUDAS
JUDASVERSO

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DiceScarlata
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Re: AGENTES DE KALLYAN: Os Nomes do Mal [ON]

Mensagem por DiceScarlata » 15 Dez 2018, 02:07

Arkadon
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- Hum..
*Capitulo 4, versiculo 8 do pergaminho do caminho da rocha - "A pedra ante a correnteza" *

"Por mais que corra o rio, com força de mil cavalos e a alma do próprio Oceano a alimentar sua infinitude, a rocha se mantém. Não é por opção que a correnteza se molda a rocha, mas a rocha que obriga a correnteza a se adaptar. Pois ela é majestosa. Suprema. Impassível e plena.*

*Assim o mago de pedra também o é. O pés sentem a terra. O corpo carrega a pedra. As mãos agarram o mundo. Da areia ao subterrâneo. Da montanha a ilha. Do aço ao pó. O elementalista da terra se liga ao mundo*

Arkadon
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- De fato, se liga. .
*Arkadon jazia no topo de uma das montanhas sanguinárias. Sentado no pico, que mal tinha espaço para lhe comportar. Pelo caminho abaixo, dezenas de corpos de monstros e feras, todos mortos com a marca de punhos afundados em partes aleatórias de seus corpos. Arkadon tinha também algumas cicatrizes, mas fora inteligente o suficiente para se preparar para esta peregrinação de treinamento. Trouxe comida, poções de cura e mana. E coragem. E assim, escalara um dos picos sanguinários, em prol de seu unir ainda mais com a rocha. E agora exercia sua leitura - pois amava ler livros - de um dos tomos presenteados por seu mestre, Kallyan, o barão das carpas, o poderoso arquimago que fizera dele o que era hoje. Que homem excêntrico e genial ao mesmo tempo.*

*Portanto não houve surpresa quando as letras de seu amado livro se misturaram, brilharam e deram forma ao elegante holograma de uma sedutora mulher, que se pronunciava como mensageira de seu mestre. No minuto seguinte, quando concordara com o chamado, já havia sido teleportado para um belo jantar, com outros aprendizes de seu honroso mestre*
Arkadon
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- Boa noite a todos..
*Sorriu, de sua forma esquisita. Mal cabia na cadeira (que se quebrou ao tentar sentar) disposta na mesa, então apenas se serviu de uma prateleira de comida (prateleira mesmo, não prato) e recostou-se na parede, ao chão mesmo para comer*
Arkadon
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- Se meu mentor chama, respondo. Conte comigo .
*Após o jantar, fora finalmente levado a se encontrar com seu tutor. Ainda se lembrava de quando era apenas um pugilista, buscando conquistar o mundo com sua força, caçando minotauros e outras criaturas similares para provar que os humanos da casa Vermillion eram os superiores, quando foi derrotado por este franzino homem (na visão de Arkadon), que com alguns gestos e palavras misteriosas, havia o subjulgado com essa força suprema chamada magia*

*Eu o tornarei mais forte, Ark.*

*Foram seus dizeres. Arkadon então aprendeu sobre magia. Ficou inconformado em saber que muitos optavam ou pela força das armas ou pelo intelecto da magia. Por que não ambos? As forças poderiam se complementar, somar e evoluir!! Optou por um caminho que nunca antes ninguém em sua família seguiu. E graças a isso, já era muito mais forte do que qualquer outro herdeiro na história. Arkadon dos punhos vermelhos, era como o chamavam, pois tudo que restava de sua combinação de força e magia depois da batalha, eram seus punhos encharcados de sangue*

Arkadon
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- Sinceramente, atrevo a me dizer companheiros aprendizes - posso chamá-los assim? - que não importa qual missão escolhemos primeiros e sim, que no fim, tenhamos completado TODAS. Tenho certeza que todos vocês, junto a mim, que recebemos os ensinamos superiores de mestre Kallyan, somos invencíveis e podemos lutar contra tais seres vis* .
*Ergueu-se, fazendo sombra aos demais. Sabia que seus músculos excessivos, causavam desconforto, mas não se importava e sim tinha orgulho deles*
Arkadon
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-Entretanto... Me agonia saber que a cada segundo sem que nada façamos, este assassino deplorável, faz novas vitimas de maneiras ainda mais repugnantes. Cada segundo que atrasamos sua captura, somos indiretamente responsáveis - uma vez cientes - por indizíveis sofrimentos a estas jovens mulheres. Sou apto a opiniões distintas da minha e sei que possuem suas próprias idéias. Mas buscar o portador das rosas mortais é o ímpeto que invade meu cerne neste momento .
*E bufou pelas narinas*
Tribo Scarlata


- MUNDO DE ARTON: GRUPO MADEIRA DE TOLLON (on):Angra Cabelos de Fogo
- MUNDO DE ARTON: GRUPO AÇO-RUBI (on): Jihad das Areias Vermelhas
- MUNDO DE ARTON: GRUPO JADE (on):Sr. Fuu
- JOHNVERSE: PRESA DE FERRO (on): Jinx - Cruzado da Ordem dos cabeças de Dado
- JUDASVERSO: CRÔNICAS DA TORMENTA (on): Nagamaki no Gouka!
- FUI REENCARNADO COMO MONSTRO (on): Gizmo
- OUTONO (on): Sandman

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Kaidre
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RIchard, Cavaleiro da Ambição

Mensagem por Kaidre » 15 Dez 2018, 16:20

O guerreiro santo estava visitando o templo da Deusa quando recebe a mensagem ilusória. Fazia tempo que não via seu professor de magia, com quem aprendeu tanto sobre as artes arcanas quanto divinas. Era uma boa oportunidade para um reencontro. Não havia razões para recusar.

Precisava seguir rumo ao baronato de Carpas, então solicitou ao templo que o ajudasse com o transporte. Não havia razões para negar o pedido de um Cavaleiro da Ambição, ainda mais quando este estaria sob ordens de um dos Altos Sacerdotes. Sendo assim, lhe foi providenciado um pergaminho de teletransporte para chegar a seu destino.

Chegando ao destino, o paladino é recebido pela arauto de seu mestre, uma bela mulher chamada Naomi. No entanto, embora admitisse e admirasse sua beleza, não a desejava. Enxergava na moça algo muito mais próximo de uma irmã que de uma amante.

Ao se dirigir ao local do jantar avistou um homem grande, correção, enorme, que estava recostado na parede. Sua musculatura era tão grande que assustaria um ogro. Independente disso, era importante manter os bons modos.
Richard
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- Boa noite. Me chamo Richard e sou um Cavaleiro da Ambição.
Apresentou-se e descobriu que o ser musculoso era realmente um homem culto e igualmente aprendiz do arquimago. Conversaram enquanto esperavam os demais convidados, seria falta de educação começarem a comer sem que todos estivessem presentes.

Foram alunos em épocas diferentes, nenhuma surpresa. Richard se lembraria de alguém como Arkadon. Na verdade, seria difícil esquecer alguém com uma imagem tão impactante.
Outro ponto em comum, ambos cultivavam seus corpos. Bom, isso era óbvio só de se olhar, mas eles principalmente não dependiam exclusivamente de suas habilidades mágicas.

Logo o último convidado chegou e todos puderam saborear uma deliciosa refeição. Em seguida, foram levados à presença de seu Kallyan.

O professor explicou toda a situação e os presentes absorveram suas palavras com cuidados. Richard se manteve atento e de braços cruzados durante toda a explicação. Seria rude interromper mesmo que temesse esquecer as dúvidas que iam surgindo.

Quando o barão terminou, Arkadon foi o primeiro a se manifestar. Richard levantou a mão e esperou pacientemente sua vez de falar.
Richard
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- Concordo com você em partes meu amigo fisiculturista.
Ele limpou a garganta e seguiu explicando seu ponto de vista.
Richard
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- Acredito que nesse caso em específico, a ordem dos fatores irá alterar o produto. Quero dizer, obviamente devemos ir atrás do assassino primeiro. Primeiro para evitar mais vítimas, o que por si só é razão mais que suficiente, e segundo para evitar de perder seu rastro.
Mencionou erguendo um dedo de cada vez para apresentar dois pontos cruciais na escolha da primeira tarefa.
Richard
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- Quanto a Scythe, não me parece que irá a algum lugar. Não acho que precisamos nos apressar em sua captura. Ao menos mestre Kallyan não apresentou nenhuma razão que possa significar alguma urgência. E ainda tem a questão dos Tiranos. Estar despreparado para um inimigo desconhecido é uma coisa. Enfrentar um oponente conhecido sem uma estratégia, por opção, é jogar com Nimb. Creio que não podemos nos dar a esse luxo.
Um terceiro ponto que julgava ser prudente comentar, mesmo que fosse do conhecimento de todos.
Richard
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- Se não encontrarmos pistas sobre Ellen, podemos seguir com a captura de Scythe antes dela, mas insisto que o grau de prioridade que ele apresenta parece baixo a princípio.
Completou sua última observação.
Richard
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- Por fim, só me resta uma dúvida. Existe alguma razão especial para ignorarmos Arthur Pendragon?
Sua linha de raciocínio se concluiu se dirigindo ao mentor. O último membro do Grupo do Mal não era tão ruim quanto o restante de seus companheiros? Sem falar que era um caído.

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Kaneki
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Re: AGENTES DE KALLYAN: Os Nomes do Mal [ON]

Mensagem por Kaneki » 15 Dez 2018, 18:32

Era mais uma manhã agradável para o astuto Nicke, estava realizando mais uma de suas grandes cartadas, utilizando de itens comuns e os misturando com sua magia de ilusão ele atraia clientes para sua pequena bancada de itens e artigos mágicos. Tudo por trás de um simples disfarce de vendedor.

Após um breve lucro e uma pausa para o almoço, o rapaz acabou recebendo um chamado, através de sua tatuagem transportadora, a bela mulher por quem Nicke secretamente tinha uma queda se revelada, seu nome era Naomi e ela trazia a mensagem que seu antigo mestre necessitava de sua ajuda. Após o encerrar da mensagem, o meio-elfo ponderou um pouco.
Nicke
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Hm, parece que será trabalhoso...Mas é um pedido do mestre. E claro...É uma ótima desculpa para rever a linda Naomi novamente!
Sorrindo de forma animada e com um sorriso travesso, o rapaz ergueu sua mão para o alto, sua tatuagem brilhando, pronta para ativar seu efeito.
Nicke
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Levar Nicke! Para o Baronato de Carpas!
E assim o corpo do ilusionista se transformou em energia e como um raio foi levado do local em alta velocidade, rasgando os céus. Não foi uma viagem longa, logo o rapaz se encontrava na entrada do feudo. Uma breve caminhada e estava na moradia de seu antigo mestre. Lá foi recebido pela bela dama, Naomi.
Nicke
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Oh, linda Naomi! É um prazer revê-la. Estava com saudades de conversar com uma pessoa que entendesse bem as habilidades de astúcia e persuasão como a senhorita é capaz.
Com um rápido movimento de mãos, o rapaz fez surgir uma rosa em suas mãos, ele então a entregou para Naomi com um sorriso amigável no rosto. A moça já deveria saber a respeito do leve interesse do rapaz nela e do costume do mesmo de sempre tentar cumprimenta-la de forma elegante e respeitosa, porque acima de seus sentimentos, a respeitava como companheira de ensino.

Após entrar no local, se deparou com um homem musculoso e alto, uma verdadeira parede de músculos que fariam um golem de pedra parecer uma mera estátua de vidro. Junto a ele estava um cavaleiro com armadura e espada reluzentes. Seriam esses outros aprendizes de seu mestre?
Nicke
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Olá, é um prazer conhecê-los meus companheiros de ensino. Me chamo, Nicke Wild, mas podem chamar só de Nick para abreviar.
Ele se aproximava da dupla, se apoiando com um cotovelo em Arkadon, enquanto cutucava levemente a armadura brilhante de Richard enquanto ouvia os dizeres de seu mestre a respeito da importante missão que teriam que realizar.
Nicke
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Você é bem sério né grandão? Mas podia pelo menos nos dizer seu nome?
Ele ria um pouco, olhando para o amigo de expressões sérias.
Nicke
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Concordo com os demais, o melhor resultado seria impedirmos esse assassino o quanto antes, ainda mais para evitarmos problemas para encontra-lo no futuro, sem falar o caos que ele está causando com essas mortes. Porem, eu proponho não partirmos imediatamente, levaríamos dias para chegar a cidade de destino, enquanto com minha runa de transporte conseguiríamos chegar em apenas alguns segundos. Eu só preciso esperar que ela recarregue e poderemos partir, enquanto isso, seria bom começarmos a aprender um pouco mais uns sobre os outros. Conhecendo as habilidades de cada um, ficará mais fácil criar estratégias e estarmos aptos a cumprir nossa missão. Adianto a vocês que minha habilidades envolvem ilusão e emboscadas, portanto cuidarei de lhes dar suporte nas piores horas.
O meio-elfo terminou com um sorriso confiante, revelando os dentes brilhantes que possuía.

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Padre Judas
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Capítulo I: Carpas

Mensagem por Padre Judas » 15 Dez 2018, 20:40

Valkaria, 02/04/1411, Valag
Carpas
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Nicke
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Oh, linda Naomi! É um prazer revê-la. Estava com saudades de conversar com uma pessoa que entendesse bem as habilidades de astúcia e persuasão como a senhorita é capaz.
A jovem aceita a flor e abre o leque diante do rosto, ocultando a parte inferior da face – seus olhos se contraem, sorridentes.
Naomi Hasegawa
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– Ho, ho, ho! Animado como sempre, Nicke. Mas você sabe que meu coração já tem dono...
Ela vira-se, guiando-o à mesa de jantar com um andar leve.

Imagem

Mais tarde os aprendizes conversam com o mestre.
Richard
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- Quanto a Scythe, não me parece que irá a algum lugar. Não acho que precisamos nos apressar em sua captura. Ao menos mestre Kallyan não apresentou nenhuma razão que possa significar alguma urgência. E ainda tem a questão dos Tiranos. Estar despreparado para um inimigo desconhecido é uma coisa. Enfrentar um oponente conhecido sem uma estratégia, por opção, é jogar com Nimb. Creio que não podemos nos dar a esse luxo.
Kallyan acena, com um leve sorriso no rosto.
Kallyan de Callistia
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– Está certo, Richard. Scythe é o que menos chances possui no momento de escapar. De fato, o segredo para a rota de fuga é conhecido por pouquíssimas pessoas e nós preferimos manter assim. O que quer dizer que conto com sua discrição. É curioso dizer isso de uma cidade onde ninguém morre, mas a verdade é que aquele lugar é vil e corrupto, dominado pelo crime organizado. O espaço limitado e a população que está sempre crescendo – sem diminuir com a mesma velocidade – torna o lugar uma bola de fogo prestes a explodir. E continuar explodindo. Se as guildas criminosas soubessem o segredo, usariam isso em seu benefício. Por isso é importante manter o segredo. Claro, ninguém quer também incorrer no risco de desagradar Lorde Thyatis. Se Ele quisesse que todos soubessem sobre a rota de fuga teria escrito isso no obelisco e informado seus clérigos.

– Dito isso, a chance de Scythe escapar por conta própria é bem pequena e mesmo agora meu pessoal continua monitorando-o. Se quiserem, podem deixa-lo por último, de fato a ordem de captura não é importante, embora os assassinatos me incomodem, é claro.

– Sobre os tiranos, sim, vocês devem estar prontos para lidar com eles. Violência... duvido muito que consigam sucesso se seguirem por este caminho. Vocês são magos, são meus aprendizes, usem a inteligência para lidar com este problema. Os tiranos estão desesperados, anseiam pela fuga e odeiam uns aos outros. Usem isso. Acautelem-se, eles são arrogantes e pretensiosos, mas inteligentes e poderosos. Se vocês os enfrentarem em batalha aberta, morrerão e nada poderei fazer para salvá-los.
Richard
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- Por fim, só me resta uma dúvida. Existe alguma razão especial para ignorarmos Arthur Pendragon?
Neste momento a expressão até alegre de Kallyan se fecha e seu rosto torna-se sombrio. Ele fala com seriedade.
Kallyan de Callistia
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– Pendragon III está... inacessível e intocável no momento. Livre de seus companheiros, ele enveredou por uma senda ainda mais tortuosa e maligna. Cuidaremos dele, não tenham dúvidas, mas não no momento. Nenhum de vocês tem qualquer chance contra ele – mesmo eu teria problemas em um confronto direto. De fato, capturar seus antigos companheiros faz parte da estratégia para detê-lo. Não vou dizer tudo, mas a tarefa de vocês se conjuga com a que está sendo realizada por outras pessoas. Eles buscam um artefato para mim. Se o obtiverem e vocês conseguirem trazer estes três, poderemos deter Arthur... e abriremos todo um leque de novas possibilidades.

– Mais alguma dúvida? Se quiserem, posso enviá-los à Quallist, não há necessidade de gastar sua Runa, Nicke. Vocês também podem se preparar, eu posso dispor alguns itens de minha coleção – desde que devolvam depois, claro. Obviamente, eu também posso apoiá-los de outras formas.
Off:

Kallyan oferece dois tipos de ajuda:
Patrono: Kallyan de Callistia.

Ao tomar o Barão de Carpas como senhor, seus agentes e servos podem contar com alguns benefícios. Pagando 1 PM, podem utilizar um dos seguintes efeitos:

Golem de Batalha.. Uma vez por aventura, durante um combate, um membro do grupo pode invocar um golem que permanece até o fim do combate. Este golem é esculpido em pedra como uma representação da Deusa Valkaria vestida como guerreira, portando uma maça (cópia do Desbravador) e sua escala é igual a do adversário de nível mais elevado presente ao combate (então se o oponente for kiodai, ela será kiodai). Uma vez invocada, nenhum outro membro do grupo poderá fazê-lo novamente pelo resto da aventura. Este é um benefício raro e poderoso, concedido somente em missões que Kallyan considere importantes (pois é valioso demais para arriscar).
Golem de Batalha, 15 pontos (escala variável).
Características: F2 (esmagamento), H3, R5, A2, PdF 0. PV 25, PM 25.
Kit: Guarda-Costas (Guardião calejado, Inimigo oportuno, 1 ponto).
Vantagem Única: Golem (3 pontos).
Vantagens: Ataque Múltiplo (1 ponto); Armadura Extra (magia, VU), Camuflagem (VU); Escudo (1 ponto); Imunidade (magia, VU).
Desvantagens: Devoção (proteger o invocador, -1 ponto); Inculto (-1 ponto); Monstruoso (VU); Protegido Indefeso (o invocador, -1 ponto).
Faça um pedido. Uma vez por aventura é possível pedir uma magia à Kallyan. Uma imagem fantasmagórica do arquimago aparece, lança uma magia qualquer pedida pelo invocador, e então se desfaz. Qualquer magia pode ser lançada sem custo em PMs, mas limitada pela Habilidade do invocador. Caso seja lançada uma magia sustentável, ela perdura por uma cena ou combate (o que acabar primeiro). Magias com custo permanente em PMs não podem ser conjuradas.

Pergaminho Fatídico. Um pergaminho mágico que realiza alguma magia previamente escolhida naquele dia pela metade do custo em PMs (ou sem custo, caso já seja um Elementalista no mesmo caminho). O conjurador também deve conhecer o efeito em questão e ser capaz de lançá-lo.
Objeto de Poder. O personagem pode optar por receber 20 PEs e usar isso para obter Vantagens ou Itens Mágicos quaisquer. Estes objetos são emprestados (precisam ser devolvidos ao final da aventura). Enquanto não forem devolvidos o personagem não poderá utilizar os benefícios de Patrono. Caso seja perdido por algum modo o personagem deve pagar pelo objeto (ou seja, reunir 20 PEs e entregar à Kallyan).
Os Nomes do Mal

Vocês devem escolher em que ordem cumprirão as três missões:

Um punhal para uma rosa. Vão à Quallist e detenham o Assassino das Rosas que está aterrorizando o continente. Identifiquem se ele é mesmo Sean e, se afirmativo, enviem-no à Kallyan – vivo ou morto!

Perdendo sua religião. Scythe recebeu a pior maldição para um devoto de Leen: viver como prisioneiro em uma cidade onde a morte não existe. Ajude-o a escapar da jaula de Thyatis – e capture-o para Kallyan!

A mãe do dragão. Atraiam Ellen Redblade para uma armadilha e garantam que Kallyan obtenha seu prêmio!

As missões podem ser cumpridas em qualquer sequência, embora deixar o assassino em Quallist esperando muito tempo pode mesmo fazer com que ele desapareça e vá pra outra cidade.
Personagens:
  • Arkadon. PV(30) 30. PM(30) 30. PR 1.
  • Nicke. PV(20) 20. PM(20) 20. PR 1.
  • Richard. PV(25) 25. PM(25) 25. PR 1.
Editado pela última vez por Padre Judas em 18 Dez 2018, 17:49, em um total de 1 vez.
BAÚ DO JUDAS
JUDASVERSO

Alexander: Witch Slayer [Kaito_Sensei]
Dahllila: Relíquias de Brachian [John Lessard, TRPG]
Hoggar: Monstromaquia [DiceScarlet]
Jonz: Tormenta do Rei da Tempestade [John Lessard, D&D5E]
Syrion: Playtest T20 [Aquila]
Yellow: Defensores de Mega City [John Lessard]

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Kaidre
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Richard, Cavaleiro da Ambição

Mensagem por Kaidre » 16 Dez 2018, 18:41

Após o professor terminar de responder as dúvidas de todos, ele abre espaço para ouvir os pedidos de seus pupilos. Sendo assim, RIchard ergue a mão para se manifestar.
Richard
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- Então, mestre, se me permite tomar a palavra.

- Quando estava estudando o senhor me ensinou sobre os anéis de proteção, itens mágicos com a propriedade de proteger seu usuário de algum tipo de poder específico. Entre seus exemplos estava um anel de proteção contra petrificação do basilisco.

- A razão para trazer essa lembrança é perguntar se o senhor não possuiria, ou teria meios de conseguir, alguns desses anéis que fossem capazes de nos proteger contra o poder anulador dos Tiranos? Mesmo que fosse apenas um, já seria uma grande ajuda.
O paladino já imaginava a resposta. Seria conveniente demais, mas uma vez que já tinha o “não”, acreditava que deveria arriscar. Talvez se surpreendesse.

Mas antes que o arquimago tomasse a palavra novamente, o cavaleiro lembrou que ainda não havia respondido Nicke. Portanto, continuou a falar.
Richard
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- Perdoem minha grosseria.
Desculpou-se com todos os presentes. Com Kallyan por impedi-lo de responder uma pergunta que o próprio paladino havia feito. Com Nicke por não ter lhe respondido de imediato. Com Arkadon por estar tomando mais tempo do que deveria.
Richard
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- Creio que ainda não respondi a seu pedido meu companheiro astuto. Minhas especialidades são magias de cura e de suporte, poucas delas são ofensivas. No que diz respeito ao combate, prefiro contar com minhas habilidades físicas e esgrima. Além disso, modéstia à parte, tenho grande confiança em minhas capacidades dedutivas e investigativas.

- Eu nutro o desejo de me tornar um guerreiro completo. Podendo contar tanto com minhas capacidades físicas quanto com minha astúcia e talento arcano. Mas acho que já me estendi por demais. Por hora não tenho mais nada a acrescentar.
Ele então passa a palavra ao próximo.

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DiceScarlata
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Re: AGENTES DE KALLYAN: Os Nomes do Mal [ON]

Mensagem por DiceScarlata » 20 Dez 2018, 04:10

Arkadon
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- Ha ha ha... Sapiente e perspicaz, meu amigo paladino.
*Havia gostado de seus companheiros, Richard e Nicke. Um era um líder nato, habil com as palavras, sabio em decisões e com um olhar que vislumbra o futuro admirando o passado. Nicke era descolado e engraçado, jovial até, tendo a coragem de trocar malicias e flertes com a dama de Kallyan... Ainda que no fundo Ark acreditasse que mulher nenhuma devia ter o coração partido pelas agilidades sedutoras de seu mestre*
Arkadon
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- Creio que diante de tais ideias, deva nos liderar nesta empreitada. Acredito que a opinião de todos deva pesar, evidentemente, mas um guia e um direcionador são inestimáveis em missões assim. Quanto ao observador, meu cara Richard, experimente colocar um imenso espelho diante dele. Ele anula as próprias magias. HAHAHAAHHAAHHA
*Após sua piada (que misturava humor e realidade) Finalmente ergueu-se, esticando o músculos desconfortáveis pela posição. Se sentia grato por sua aparência não ter gerado desconfortos a ninguém... E por não ter quebrado nada ainda*
Arkadon
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- Ah sim, jovem Nicke. Sou Arkadon Brunus Vermillion, da casa Vermillion. Venho de uma longa linhagem de guerreiros, que buscam provar que a capacidade fisica dos humanos é em muito superior a dos minotauros. Julgo que tal pensamento nasceu de antepassados que fugiram de Tapista e se uniram com Yudenianos, mas acabaram morando em Nova Ghondrian. Maluco não? Estou divagando. Minha especialidade reside - obviamente - em minha força bruta. Fui abençoado pelo deus da força com um poder físico formidável e sozinho desenvolvi técnicas marciais de mãos nuas. Mas com os ensinamentos do mestre Kallyan, tornei-me um usuário de magia da terra. Meu foco são magia de aumento de poder (meus e de meus aliados), tal qual fortalecimento de defesa e dano direto. Também posso realizar algumas magias úteis, como cavar túneis e até mesmo verter água de pedra. Magias que me mantiveram vivo em diversas situações, devo acrescentar. Tal qual Richard aqui, sou capaz de suportar muito castigo e lutar sem depender da magia.
*Percebeu que falara demais e pediu desculpas. Analisou mais uma vez os papiros ligados a seu mestre e os recursos que dispunham*
Arkadon
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- Creio que o momento exato de usar a dádivas e recursos disponibilizados, recairão a nosso líder ou em nossa decisão em caso extremo. Mas creio que todos concordaremos em agir da maneira mais prática e estratégica possível, sempre* .
*Olhou ao redor*
Arkadon
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- Afinal, assim fomos ensinados....
Tribo Scarlata


- MUNDO DE ARTON: GRUPO MADEIRA DE TOLLON (on):Angra Cabelos de Fogo
- MUNDO DE ARTON: GRUPO AÇO-RUBI (on): Jihad das Areias Vermelhas
- MUNDO DE ARTON: GRUPO JADE (on):Sr. Fuu
- JOHNVERSE: PRESA DE FERRO (on): Jinx - Cruzado da Ordem dos cabeças de Dado
- JUDASVERSO: CRÔNICAS DA TORMENTA (on): Nagamaki no Gouka!
- FUI REENCARNADO COMO MONSTRO (on): Gizmo
- OUTONO (on): Sandman

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Kaidre
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Registrado em: 11 Dez 2013, 14:40

Richard, Cavaleiro da Ambição

Mensagem por Kaidre » 20 Dez 2018, 21:30

Assim que Arkadon passa a palavra, Richar volta a tomá-la. Dessa vez, até esquece-se de levantar a mão.
Richard
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- Não sei se posso ser considerado o mais indicado para nos guiar em nossas tarefas. Tenho ideais a seguir. Acredito que se precisarmos de um líder, deveria ser alguém mais flexível e perspicaz. Ou talvez possamos seguir como uma democracia.

- De resto, embora parecesse uma piada, devo dizer que gostei de sua ideia. Não sei se o tirano anularia os próprios poderes, mas talvez se convença de que se trata de outro e nos ignore. Uma situação improvável, mas não diria impossível.
Após manifestar sua opinião, o paladino vira-se novamente a seu professor.
Richard
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- O que acha mestre? Poderia nos agraciar com sua opinião? Se possível, gostaria de ouvir o relato de seu sucesso nessa empreitada específica.
Só então o cavaleiro fica ciente de sua gafe.
Richard
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- Perdão caro Nicke. Novamente tomei a palavra mesmo já tendo passado minha vez. Por favor, nos presenteie com sua opinião.

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Kaneki
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Re: AGENTES DE KALLYAN: Os Nomes do Mal [ON]

Mensagem por Kaneki » 21 Dez 2018, 08:08

Todos apresentavam ótimos pontos, Nicke podia sentir a determinação que em seus aliados. Eram homens com princípios nobres e heróicos.

O rapaz sorriu um pouco com isso, estava satisfeito em trabalhar com pessoas com tamanha sinceridade no coração.

Nicke
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De fato, os Observadores podem se tornar um problema, mas acredito que se planejarmos com calma, eu possa conseguir engana-los de alguma forma. Quanto a mulher que Ellen procura, senhor Kallyan, teria uma foto da mesma? Com a aparência dela em mente, eu poderia usar uma magia de disfarce e assim armar uma emboscada para captura-lá. Por fim, quanto ao nosso assassino, acredito que teremos que reunir mais informações no local e traçar um plano de como atraí-lo. Fico feliz em saber que ambos são habilidosos em combates de perto, sem minha magia, eu diria que sou bom lidar com pessoas e em combate tenho alguns truques a distância que podem ser úteis. Por fim, todos concordamos em capturar o assassino das rosas como prioridade?
Após terminar sua análise, o rapaz olha para seus companheiros, seu sorriso astuto, em nenhum momento deixou seu rosto.

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