Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

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DiceScarlata
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por DiceScarlata » 13 Mar 2018, 17:34

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- Oh...

*O príncipe aplaudia alegremente. Ofereceu-se ao truque e fora completamente absorvido pelo menos! Que impressionante eram as artes mortais*

- Aplaudam por favor! Este homem não só devolveu meu nome, como enttegou alegria em meu peito!! Aplaudam por favor!!

*Bateu suas asas e com um movimento rápido, removeu uma jóia de seu casaco (sem perceber a removida) e entregou a ele*

- Que está jóia tenha serventa em sua viagem, seja como lembrança do dia em que nos conhecemos, nobre artista, como uma riqueza a mais para horas de dificuldade! Aceite por favor...

*Entregou a jóia diante de todos e então seguiu para trás das cortinas onde pôde ver como tudo acontecia. Era empolgante ver, a simplicidade por trás dos milagres. A inteligencia nascida da necessidade. A criatividade vinda da limitação. Num mundo de magia, tudo é possivel, não há limites. Ali, os limites são superados com esforço e ensaio. É lindo. Então, Otker, ajoelhou-se a sua frente e expressou sua sinceridade diante do ato realizado.*

- Mas... Isso é... INCRIVEL!!

*Dream percebeu então o lugar onde fora roubado*

- Erga-se homem, pois tua habilidade fora reconhecida pelo filho da rainha das fadas! Não só tiraste-me da consciência e de meu senso, como realizara o feito de usurpar de um principe feérico!! Fui eu quem me voluntariei ao truque, disposto a descobri-lo, mas fui derrotado mais de uma vez por sua técnica, então não baixes a cabeça!

*Com suas pequenas mãozinhas, fechou a mão do artista*

- Fique com ambas as jóias. As merece. Por tua habilidade, por tua sinceridade e pela minha derrota. Um dia, venha a Pondsmania e apresente teus truques, num dia se raios de sol amarelos e ventos carregando pétalas de todas as cores. Não irá te arrepender. Por hora devo me despedir. Caso precise de mim. procure-me antes do Sol se por. Caso contrário, com o repousar da luz, terei desaparecido e desagradável companhia irá encontrar em meu lugar. Por hora, despeço-me!

*E sorridente, se despede, com um cumprimento e alegria. voando de volta ao público, buscando seus companheiros, os quais havia perdido de vista por um momento, mas logo reconheceu quando voltavam*

- Sr Bardo! Srta. Arqueira! Não viram o show até o fim?
*Se necessário, desconte algum valor de Dream, para dar a OTKER
Editado pela última vez por DiceScarlata em 13 Mar 2018, 20:43, em um total de 1 vez.
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John Lessard
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por John Lessard » 13 Mar 2018, 20:06

Caellyn estava emburrada. Borys havia sugerido encontrarem milicianos, mas não havia nenhum por perto e ao que parecia, em mais nenhum lugar.

- Não gostei deste plano, Borys. Não há milicianos por aqui e além do mais, neste meio tempo, o patife está escapando.

A elfa semicerrou os olhos ao ouvir a canção élfica. Olhou para a meia-elfa em cima do palco, dançando, enquanto goblins tocavam a melodia. Caellyn cuspiu no chão, ao lado, fazendo uma careta.

- Ah, está? Isto é o que diz sempre que vê uma nova beleza exótica, Borys - a arqueira pegou o bardo pelo colarinho e puxou - Vamos, temos que conversar com aquele trombadinha de fala mansa...

Caellyn se virou a tempo de ver Dream se aproximar.

- Ah, Dream... Vimos o suficiente. Estávamos indo falar com o sujeito, neste exato momento, aparentemente você não percebeu, mas algo não estaria faltando nesta sua roupa chamativa?
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Armageddon
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por Armageddon » 13 Mar 2018, 22:49

Tiagoriebir escreveu:— Como ainda não lhe conheço, sei que está na cidade por conta do festival. Está aqui a passeio ou a trabalho?
- Estou acompanhando a família Goretzka - respondeu com um dar de ombros - Me chamo Anahera.

Pela conversa do anão, o comportamento (ou a falta dele) do sujeito era comum e esperado. Porém, apesar de truculento, parecia ser bem relacionado com as pessoas. Talvez fosse apenas um pouco estúpido. Ou ainda mais estúpido do que aparentava.
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Tiagoriebir
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por Tiagoriebir » 14 Mar 2018, 11:03

— Bah! A moça está acompanhada de gente importante! — Sorriu o anão para Anahera, que não se deu ao trabalho de responder. Ele pareceu não notar o descaso, voltando-se a Eleanor.
— Imagino que Brakto não esteja em casa agora, hein?
— Isso mesmo, Gauderimm. Ele já está no festival.
— Heh, já sei onde ele está! — Coçou a barba.
— Bebendo, encabrunhado, é claro. — a voz de Eleanor não parecia mais tão divertida.
— Pois que seja. Vou lá encontrar aquele bebê chorão e lhe dizer que nunca será a metade do ferreiro que o pior ferreiro anão. E também beber minha dose de cerveja de weiz. Vocês tem ouro nas mãos aqui!
— Só não vá exagerar! Da última vez você dormiu ao relento, com o nariz vermelho.
— Calúnias! Calúnias! — o anão dirigia-se à saída, mas parou e encarou Anahera. — Você, moça importante que não sei o nome. Vai ir ao festival? Posso lhe levar até as tendas sem que se molhe. Minha carroça está à frente.

Anahera não tinha interesse em seguir com o parvo, mas estava menos interessada em permanecer naquela casa e acabou aceitando. Agradeceu Eleanor pelo pedaço de pão, que de fato era saboroso, e embarcou à frente da carroça, que era coberta por uma lona. Tratava-se de um típico transporte de mercador, com toda espécie de bugiganga dependurada. Eram inexistentes em sua terra natal, mas ela já havia estado por tempo suficiente no continente para se acostumar. Diferente do que temia, o anão ao seu lado não desatou a falar durante o caminho. Ele parecia estar saboreando aquela paisagem cinza e chuvosa. O barulho da garoa, do chapinhar do cavalo no barro e dos objetos diversos que batiam de forma ritmada ao compasso da carroça preenchiam o ambiente.

Não demorou muito, o anão parou ao lado de uma das grandes tendas. Várias outras carroças também estavam lá, em tamanhos e cores diversos, mas já vazias. As outras tendas grandes estavam próximas, reunidas de frente para o pátio central da vila, como aquela. Um cheiro delicioso passou a tomar conta do ar. Anahera estava sem fome, mas ainda assim era um aroma bastante agradável.

— Esta é, sem dúvida, a tenda do weiz! — exclamou o anão, sorrindo. — Seja bem-vinda, mocinha quieta!

Quando adentrou o lugar, uma lufada de calor abraçou Anahera. Dentro da grande tenda, havia várias estruturas menores, vendendo todo tipo de comida. Pessoas iam e vinham de uma à outra, experimentando, comprando e saboreando de tudo. Ao fundo, a tenda ligava-se a uma estrutura de madeira, que devia ser a única taverna fixa do vilarejo. À frente da taverna havia algumas mesas e, em uma delas, o homem que Anahera vira há algum tempo atrás, e agora sabia ser Brakto. Gauderimm foi até lá falar com ele.
OFF:
Marlon, há cerca de duas dezenas de tendas com comidas e bebidas diversas, certamente de outros reinos de Arton, além de tendas dos produtos feitos de weiz, que são a maioria. Nada em especial parece suspeito ou chama a atenção de Anahera. Você é livre par aperambular por aí ou ir a alguma das outras tendas maiores, onde os outros estão.
Tentando usar a parte colorida da massa cinzenta.
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Título: Boryslaw Rzecz

Mensagem por Padre Judas » 14 Mar 2018, 12:41

Boryslaw Rzecz
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- Que posso fazer se elas são tão apaixonantes, Cae? Muito bem, vamos achar esse sujeitinho e depois...
Então Dream apareceu.
Boryslaw Rzecz
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- É como disse nossa elfa, você foi roubado Alteza! Verifique seus bolsos!
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Armageddon
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por Armageddon » 14 Mar 2018, 22:48

Tiagoriebir escreveu:— Calúnias! Calúnias! — o anão dirigia-se à saída, mas parou e encarou Anahera. — Você, moça importante que não sei o nome. Vai ir ao festival? Posso lhe levar até as tendas sem que se molhe. Minha carroça está à frente.
- "E não sou eu quem irá lhe dizer meu nome de novo" - pensou a clériga.
Quando adentrou o lugar, uma lufada de calor abraçou Anahera. Dentro da grande tenda, havia várias estruturas menores, vendendo todo tipo de comida. Pessoas iam e vinham de uma à outra, experimentando, comprando e saboreando de tudo. Ao fundo, a tenda ligava-se a uma estrutura de madeira, que devia ser a única taverna fixa do vilarejo. À frente da taverna havia algumas mesas e, em uma delas, o homem que Anahera vira há algum tempo atrás, e agora sabia ser Brakto. Gauderimm foi até lá falar com ele.
Já havia se intrometido o suficiente na vida alheia para continuar seguindo aquele sujeito, por isso resolveu se concentrar no real motivo de ter resolvido sair da casa naquela chuva no meio de toda aquela gente. Procurou no entorno por algo que não fosse bebida ou comida, sabendo que seria difícil encontrar algo assim no coração das festividades. Se aproximou de uma mesa qualquer e se dirigiu a primeira pessoa que lhe pareceu interessada o suficiente para responder e distante ao ponto de não querer puxar assunto e perguntou:

- Há alguma herbolária ou curandeira aqui?
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DiceScarlata
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por DiceScarlata » 17 Mar 2018, 01:58

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- Roubado?

*Piscou duas vezes, alternando a visão entre a arqueira e o bardo*

- Ah sim! Oh fui! Hipnotizado também. Entretanto, o portador da culpa não suportou seu peso e arrependido, devolveu-me o pertence roubado, junto ao presente de um pedido de desculpas sincero. E, portanto e mais que logicamente, o presenteei com duas jóias pelo feito.

*Seu rosto quase reluzia conforme contava a história*

- E a vocês, entrego simpatia e gratidão por ter-vos vindo em meu socorro. Essa é a real riqueza mortal, amizade! Vamos, amigos! Sr. Bardo em breve irá se apresentar, pois não façais isso de estomago preenchido pelo vácuo! Vamos comer algo! Alguma especiaria única deste festival! Vamos, vamos!

*Ja tentava os empurrar, comico, minúsculo como era, batendo suas pequenas asinhas*
Tribo Scarlata


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Mazoku Mael
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por Mazoku Mael » 18 Mar 2018, 20:44

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OFF:

Teste: (1)
*Uma espécie de alerta se ativou em Magnus ao verificar que havia algo diferente em Sir Loric, mas não queria deixar transparecer sua suspeita quanto ao jeito de se portar. Magnus espera Sir Loric se afastar um pouco para falar com ambos*

— SIr Goretzka, com certeza vocês vão preferir conversar sobre muitos assuntos que aguardaram para pôr em dia, então vou aproveitar e dar uma volta pelas festividades; enquanto ajudava com a construção da festa, fiquei curioso com algumas barracas e queria aproveitar este momento para vê-las. Se incomodam? *Faz um aceno de cabeça para ambos, por dentro, torcendo para Goretzka também ter percebido algo de diferente em Sir Loric*

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João Paulo
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por João Paulo » 20 Mar 2018, 15:01

— Fique a vontade, Magnus! — Aparentemente sem notar nada de estranho — Mas faço questão de sua presença quando formos visitar o forte que está sendo construído.

— E então, meu amigo? — Dirigiu-se a sir Aldir — Vai me mostrar o que o festival tem a oferecer ou vamos passar o dia aqui enchendo a cara de cerveja?

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Tiagoriebir
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Re: Parte 1 — Bem-vindos a Campodouro

Mensagem por Tiagoriebir » 20 Mar 2018, 16:33

Anahera
— Olha moça, não vi nenhuma mercadora de ervas por aqui, mas há a velha Sovnya, a curandeira da vila. Ela sabe muito sobre como usar as plantas para curar. Ela está ali — apontou a interlocutora para algumas barracas adiante, onde uma senhora baixinha e muito idosa conversava com uma vendedora de pão de weiz.



Borys, Caelynn e Dream
Caelynn continuava cética.
— Não sei, Dream... tem certeza de que ele não te enganou? Por mim eu ainda vou lá e tiro satisfações com esse saltimbanco.
— Ora, Caelynn — Borys conseguiu desprender-se da dançarina por alguns instantes para responder — se Dream diz que tudo foi resolvido aos bons olhos de Marah, então está resolvido.
— Que seja. Mas ainda é muito estranho não haver nenhum miliciano por aqui.
— Isso de fato é ver — Borys não chegou a terminar a frase, os olhos voltando a acompanhar o balanço da meio-elfa no palco.
— Você diz, guardas, nobre Caelynn? — a voz de Dream conseguia se fazer ouvir mesmo em meio à música. — Pude ver alguns cavaleiros lá fora, enquanto vínhamos para cá.
— É mesmo verdade — refletiu Caelynn, lembrando agora de ter visto alguns poucos homens de armadura dirigindo-se para uma das tendas, a que era dedicada aos jogos. Não vestiam-se como milicianos comuns, então ela pensou que fossem audiência do festival. Mas tampouco suas armaduras eram tão bem acabadas quanto a de um cavaleiro. Deveriam ser soldados do forte. — Mas duvido que eles sejam cavaleiros, Dream.
— O que me desperta um intrigante questionamento — a mão da pequena fada apoiava o queixo e a expressão de dúvida que se instaurava em seu rosto. — Devo comparecer com minha Titânia aos eventos de mais tarde? Se for o caso, preciso pedir que me tragam.
— Eu não sei como funcionam essas coisas — Caelynn era sempre direta, como suas flechas. — Talvez esse aí saiba algo, mas por enquanto sua cabeça só consegue acompanhar o movimento daqueles quadris no palco. Você queria ir à tenda das especiarias, certo? Vamos levá-lo para lá. Talvez só hajam velhas corocas, aí ele consegue não se distrair tanto.

Dream riu solto e descontraído, como sempre fazia, enquanto ele, Mały e Caelynn puxavam Borys para a tenda dos alimentos.

— Meu coração está partido! Vocês acabam de condenar à inexistência este que poderia ser um romance mais nobre e puro do que o da Balada do Triste Fim! — Choramingou Borys, melodramático, enquanto acompanhava os demais até a entrada da outra grande tenda.
OFF: As joias que Dream ofereceu ao saltimbanco custaram um valor de 50 tibares, já descontado de seu dinheiro.

Magnus e Goretzka
Magnus seguiu sutilmente sir Loric, acompanhando-o alguns metros atrás. Incrivelmente, o cavaleiro pareceu não notar a vinda de Magnus — que era alguém que definitivamente chamava a atenção. Algumas pessoas, principalmente os jovens que estavam servindo bebidas a todos por ali, eram incapazes de disfarçar o espanto e admiração ao vê-lo passar com suas asas emplumadas.

Loric estava de fato absorvido por algo, e Magnus entendeu o que era assim que chegou à competição de arco: havia uma competidora, uma humana de cabelos negros e curtos, com pouco mais de vinte anos. A garota competia contra um aldeão e um soldado do forte. O soldado praguejou baixinho ao ver sir Loric, mas Magnus não conseguiu entender muito bem o motivo. Talvez Loric não fosse um bom comandante.

Aquela era a última fase e os três dispararam. O aldeão acertou na borda da marca central de seu alvo; a jovem garota acertou a borda. O soldado acertou uma das marcas mais externas, mas ainda melhor que a garota.

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— Bom, parece que perdi dessa vez — declarou a jovem. — Como combinado, um caneco de cerveja a cada um de meus adversários! — Sorriu.

— Não se preocupe, minha estimada Florine! — Loric interrompeu a conversa. — Se me permitir, eu pago a cerveja ao aldeão. O outro é meu soldado e, apesar de permitir que participassem dos jogos, eles não têm permissão para beber.

— Pois para mim é tanto melhor! — riu a garota, divertida.

O soldado olhou azedo para Loric, e Magnus entendeu o motivo da praga de logo antes. O homem fez um rápido cumprimento para seu superior e se retirou, indo ao encontro dos demais soldados que jogavam wyrt.

Enquanto isso, do outro lado do salão, Aldir respondia Goretzka.

— Bom, a não ser que você queira fazer uma queda de braço com a nossa Ogressa ali, podemos fazer como nosso bom Magnus e ver os demais jogos. — O Senhor Aldir levantou-se, não sem alguma dificuldade, recusando solenemente o auxílio de Goretzka. — Mas não por muito tempo, é verdade. Logo vai anoitecer e chegará a hora de assistirmos ao seu bardo.

OFF
Hoje enfim teve início o outono. Por conta disso, os bons deuses estão favorecendo vocês, concedendo a todos 2 Pontos de Frequência, já contabilizados em suas fichas. Aproveitem-nos com sabedoria! =)
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