PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE(FECHADO)

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Maggot
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Maggot » 18 Mai 2018, 18:38

Mordred saltou do navio e foi em silêncio se reunir aos outros, enquanto formulava ideias em sua cabeç. Foi apenas quando Ruffnor sugeriu que Allandyr e ele liderassem como vanguarda que o elfo se manifestou com sua voz quebradiça e rouca:

- É uma má ideia. Estaríamos desperdiçando a principal capacidade do halfling... E a minha. E diferente dele, eu enxergo no escuro. E vocês são barulhentos, utilizam equipamento pesado e lutam chamando atenção. Posso avançar em frente evitando fazer barulho, e como ataco principalmente de longe, posso ir eliminando qualquer defesa desperta que a aberração tiver colocado. Se for pego, vocês estarão mais atrás e poderão avançar.

Digo aquilo, iria bater a bota contra o solo, respirar fundo e sacando o arco, avançar em direção à escada, evitando fazer barulhos. Apenas um alvo agora.
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DragonKing
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por DragonKing » 20 Mai 2018, 19:50

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A MALDIÇÃO DA MORTE
Parte 2- O covil da morte.

A caverna possuía um ar úmido e frio, o ar invadia suas vias aéras trazendo um odor pútrido. Vocês ouvem as gotas de água ciando das estalactites e atingindo o piso de pedra lisa. A escadaria estava escorregadia mão não o bastante para causar desequilíbrio. Não havia sinal de vida e o silencio era cortado apenas pelos seus próprios passos e tintilar do metal de suas armas e armaduras. Mordred seguia a frente do grupo quase sumindo na escuridão, ele chega a uma salão que se abria, ouvia ruídos estranhos vindo de algum lugar da sua esquerda, mas não conseguia perceber o que era de fato, apenas via uma escada.

Confirmando que o lugar era seguro o elfo permitia que os demais entrassem. A camara tinha cerca de 9 metros do teto ao chão, varias estalactites tomavam a parte superior e os pingos formavam pequenas estalagmites de calcário. Os demais viam a mesma escadaria ao lado esquerdo de vocês e ruídos podiam ser ouvidos vindo de alá, porém nenhum de vocês sabiam ao certo do que se tratava, principalmente Callmarys que permanecia distraído olhando para todos lugares e não focasse em lugar algum, como se esperasse um vulto fantasma surgir a qualquer momento, o mar era perigoso mas sabia lidar com ele, mas cavernas e templos de mortos vivos era algo que colocava frio na espinha de qualquer um, menos de Ruffnor que mantinha sua postura de um guerreiro santo esperando o mal surgir para poder dizimá-lo.

Mordred porém consegue ver uma escada ao norte, e algo que parecia ser uma porta com um rosto no final dela. Ruffnor também a notou assim que chegou ao lugar. A rocha iluminava o bastante para que todos pudessem ver todo o ambiente e seus detalhes. Era uma caverna porém aprecia que colunas e estruturas modernas foram escupidas na própria rocha. Não possuam escrituras apenas desenhos disformes que não significava nada para nenhum de vocês, como se fosse um desenho feito pela própria rocha. Não havia sinal de inimigos muito menos da Zaldara e o tempo corria.

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Podem agir a vontade, apenas os que possuem visão no escuro conseguem ver bem por conta da luz da tocha os demais apenas enxergam o que a luz toca e suas.
Editado pela última vez por DragonKing em 24 Mai 2018, 19:54, em um total de 2 vezes.

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John Lessard
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por John Lessard » 22 Mai 2018, 16:39

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Ruffnor seguiu com os demais com passos pesados e corpo tenso, após a confirmação de Mordred. Em uma mão levava sua lança e na outra uma tocha arguida acima da cabeça, iluminando o máximo possível. Barulhos estranhos se faziam presentes. Com sua visão periférica, entrentanto, avistou uma porta ao norte. Apontou a tocha naquela direção.

- Vamos, não temos muito tempo. Há uma porta estranha ali, pode estar protegendo algo ou um caminho, o que acham?

Ele encarou Mordred.

- Consegue ver melhor? Vamos dar uma olhada mais de perto.
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Maggot
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Maggot » 23 Mai 2018, 20:54

- Nada de inimigos. Não que eu veja. Só escada e os ruídos. Além disso, só vejo a mesma porta que você. A que tem o rosto. E existem... Coisas, gravadas nas paredes.

O elfo murmurava em direção à Ruffnor com sua voz rouca. Depois começava a ir em direção à porta. Tempo não era um luxo que tinham, então tinham de correr. Não podiam ficar ali examinando as coisas nas paredes. Uma missão. Apenas uma chance de salvar Dagna. Era o que ele precisava. E então estaria em paz consigo mesmo.

- Em direção à porta. Vamos.

Poucas palavras. Já estavam falando demais. Até mesmo tomavam cuidados demais. Agora era hora de agir apenas.
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Lord Seph
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Lord Seph » 24 Mai 2018, 09:54

Yevon caminhava atento aos arredores para evitar eventuais surpresas comuns para aquele lugar.

- Mesmo que o tempo esteja contra nós, vamos tentar não chamar a atenção.

Fala Yevon enquanto avançava.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
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Aldenor
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Aldenor » 24 Mai 2018, 10:08

Alandyr não gostava de cavernas, cheiro podre ou de umidade e quando estas características se encontravam, deixavam o guerreiro mais insatisfeito. Entretanto, não bancaria um garoto mimado reclamando das condições. Era um mercenário, um aventureiro e tinha que seguir o rumo e enfrentar as condições adversas. Só assim para crescer verdadeiramente, como diria Dagna.

Alandyr via as costas de Mordred quase desaparecerem na escuridão enquanto andava ao lado de Ruffnor, um paladino, um guerreiro como ele. Às vezes, por curiosidade, Alandyr sentia vontade de testar, praticar sua habilidade na espada com o amigo, mas sabia que isso poderia ser um ato infantil e ele tinha que ser adulto sempre, pois o futuro aguardava responsabilidades para alguém maduro, não uma criança. Mesmo assim, Alandyr admirava aquela retidão do paladino. Aquela coragem vinda sabe-se lá de onde. O guerreiro se via bastante corajoso, mas sempre sentia aquela fagulha de medo dentro do peito. Será que Ruffnor sentia algo assim?

Mordred e Ruffnor comentaram algo, guiando aquela contenda. Alandyr achou por bem ser feito notar.
Alandyr
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Você disse ruídos, Mordred? Podem ser de ventos? Se for, o lugar é arejado para que criaturas objetivamente vivas vivam. Não só mortos-vivos e o... bem...
Não ousou dizer o "lich", pois era medonha a ideia de enfrentar alguma coisa tão lendária quanto aquela, que povoava as canções de terror.

Após isso, seguiu os demais apertando os cabos de ambas espadas.
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Toyoda
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Toyoda » 24 Mai 2018, 18:14

Callamarys entrou no buraco, e ao perceber que nada enxergava, deu lugar a Mordred.

Todo o animo que mostrava anteriormente começava a sumir. Ali era húmido, assim como um barco, mas diferente dele também era cercado por rocha solida onde coisas que ele não conhecia poderiam se esconder... Coisas perigosas ou gosmentas... As vezes achava ver rostos, mas eram apenas rochas deformadas em que a fraca luz das tochas tornavam mais assustadoras do que já eram.

Seguiu o grupo, tentando não se afastar de ninguém, quase pegava nas roupas de Yevon a sua frente, mas se conteve. Não o conhecia o suficiente para tal demonstração de medo...

Quando Mordred se pronunciou, apenas aumentou o medo do Hlfling, que se mantinha atrás para que ninguém o visse.
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DragonKing
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por DragonKing » 24 Mai 2018, 19:54

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A MALDIÇÃO DA MORTE
Parte 2- O covil da morte.

Os aventureiros seguiam cautelosos pela caverna, a distancia de onde estavam para a estranhas escadaria não era longa porém com o cuidado parecia que ela ficava a dezenas de metros distante. Mordred liderava pois seus olhos de elfo o ajudava a enxergar com a pouca luz da tocha que iluminava a frente, Ruffnor o acompanhava ao lado sengo seguido por Alandyr ,Yevon e Callamarys respectivamente. A escadaria cabia apenas duas pessoas por vez, o elfo e o paladino foram os primeiros a subir, o cavalariço permaneceu no meio com o pirata e o bruxo no pé da escadaria. A escada não era longa, possuía cerca de 4m de comprimento , no fim dela havia uma porta com cerca de 2m de altura por 1,20 de largura, no centro da porta havia uma caveira que tomava quase todo o espaço que a porta possuia, a caveira pareica olhar para vocês e a luz da rocha a tornava mais amedrontadora do que já era.

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Por erro ou apenas burrice vocês chegaram longe demais, suas almas irão alimentar a minha eternidade
A voz era feminina e ecoava por todos os lugares, como se ela estivesse longe, perto de vocês e em todas as direções. Vocês e entreolham preocupados e Yevon um pouco mais atento, percebia o mesmo ruido que antes contudo mais próximo, era como s fosse madeira oca atingindo o solo e o ranger de passos arrastando na areia sobre o assoalho. Callamarys por estar um pouco mais assustado acaba soltando um grito fino ao ver as criaturas emergindo da penumbra o que atrai a atenção. Todos se viram e observam sair da escuridão ,duas criaturas humanoides, eram esqueletos. Os mortos vivos estavam armados e amadurados, tanto as vestes quanto a arma e armadura deles aparentavam não terem sido usadas há anos , seus ossos e e ligamentos estalam e se giram em um som fantasmagórico que ficaria em suas mentes por muito tempo.

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O esqueletos não falam, mas sua mandibula se move como se eles quisessem gritar, um deles avança correndo na direção dos aventureiros. A criatura move a espada sem muita técnica de luta, o som da lamina cortando os deixa em plena atenção. Ruffnor via Yevon e Callamarys na linha de ataque, assim como Alandyr porém não foram rápidos demais para se por a frente dos seus colegas aparentemente mais vulneráveis. Mordred era acostumado aos perigos da natureza assim como Yevon que já pressentia algo se aproximar, porém nem mesmo os dois foram capazes de agir mais rápido que a criatura que se aproximou de Yevon arrastando a lamina no solo pedregoso levantando uma leve faísca subindo mirando no meio do tronco do bruxo que como um milagre ou ação da sua Dama foi capaz de evitar o ataque vendo a espada subir acima da sua cabeça.


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Iniciativa escreveu: Esqueleto 1-20
Yevon-19
Mordred- 17
Alandyr-11
Ruffnor-11
Callamarys-8
Esqueleto 2- 8

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Lord Seph
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Lord Seph » 24 Mai 2018, 20:58

O grupo avançava e logo a voz profana surge como tentasse arrancar suas almas. Mas a voz menor alerta Yevon e ele vê seres profanados se erguerem contra eles.

- Pobre almas, permitam-me lhe retornar aos braços de minha dama.

Yevon saca seu cajado e começa a conjurar um de seus feitiços.

Reuna diante de mim a força necessária para derrubar meu inimigo! Blast!

Yevon aponta o cajado diante do rosto da criatura fazendo um raio de energia colorida atingi-lo diretamente.

- Tsc, não recuem, vamos dar o descanso merecido a essas criaturas e avançar.

Fala Yevon um pouco frustrado por seu poder.
Jogada de Ataque à Distância, resultado 13 e uso da magia Rajada Mística com 3 de dano em A3.

Não havia deixado o meu Foco em minhas mãos, então devo ter gastado um movimento para sacá-lo e eu não lembro das regras de AdO na 5E
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Maggot
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Re: PRÓLOGO-A MALDIÇÃO DA MORTE

Mensagem por Maggot » 24 Mai 2018, 22:54

Ele encarou Allandyr, fazendo um sinal com as mãos para silêncio, apontando para a direção dos ruídos logo depois, mas nada mais falou até ouvir outro barulho, mais próximo e que oferecia mais risco.

- Ótimo.

O elfo resmungou ao ver os esqueletos se aproximando; Puxou o arco e de sua aljava, uma flecha. Segurou a mesma com a ponta dos dedos, cuidadosamente colocando-a no arco enquanto o entoava com graça, o ato mal parecendo vir da mesma pessoa que falava com tamanho agressividade e raiva nos raros momentos que se pronunciava. Fez mira, respirando profundamente enquanto a flecha se estabilizava, sua respiração tão sutil que aos olhos de alguém não tão atento, Mordred pareceria parado no tempo.

E então disparou.

A flecha voou contra o esqueleto, se cravando em seu crânio e o atravessando. Não havia derrubado o mesmo. Mortos vivos tinham aquele problema. Mas era um começo.

- Callamarys. A porta.
Atira no esqueleto em 5B com o arco longo. Resultado da jogada de ataque 15. Dano 10.
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