Witch Hunter - O Renascer

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kaito sensei
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Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por kaito sensei » 21 Jun 2019, 15:12

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O ano é 1886. A Inglaterra, sob o governo da rainha Alexandrina Victoria é o maior império do mundo, abrangendo não só a Grã-Bretanha, mas também várias colônias ao redor do globo, dando origem à famosa frase: o sol nunca se põe no império inglês. Os mais abastados viviam a Belle Epoch: uma época de prosperidade, paz e grande avanço científico e cultural. Por outro lado, sustentando este cenário, estavam os pobres diabos: homens, mulheres e até crianças que trabalhavam mais de 60 horas por semana em condições sub-humanas.
Para bem ou para mal, este cenário também só foi possível graças ao contínuo trabalho da Witch Hunter: por eras as bruxas dominaram os humanos com seus poderes, buscando satisfazer sua sede interminável por essência. mas após décadas de luta as bruxas foram derrotadas, e sua principal líder, Morgan Le Fay, morta. Hoje, centenas de anos após a queda de Morgan, o problema com as bruxas se encontra controlado de tal forma que muitas pessoas sequer sabem da existência das bruxas e da Witch Hunter. As grandes famílias e clãs de bruxas foram enfraquecidos e seus remanescentes vivem nas sombras. Aqueles que tentam viver pacificamente são vigiados 24 horas por dia, enquanto os que saem da linha são caçados implacavelmente. Nossa história começa justamente em uma dessas caçadas, na zona rural da cidade de Aylesbury…

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O local era a propriedade da família Willians, uma pequena fazenda conhecida por produzir os vegetais e legumes mais belos e suculentos da região. A família é composta por três gerações de mulheres cujos maridos foram tentar a sorte nas fábricas das cidades grandes e nunca mais voltaram. Mesmo sozinhas, a avó, duas filhas e três netas tem conseguido manter o sítio, que milagrosamente nunca teve sua produção prejudicada, nem nos piores invernos. Este fato somado a desaparecimentos misteriosos que ocorreram no decorrer dos anos na região levaram a Witch Hunter a suspeitar de atos de bruxaria praticados pela família.

Era tarde da noite, sendo a lua e as estrelas a única luz presente naquela fria noite de outono...

Nikolai e Gael

Nikolai e Gael descem de uma carroça que estava sendo conduzida por Wilbur White, um caçador veterano da Witch Hunter. Na pequena estrada de chão batido, os três encaravam a propriedade, buscando qualquer anomalia na paisagem aparentemente normal, formada por uma modesta mas bonita plantação de abóboras, tomates e milho.
Wilbur
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- É isso aí garotos, chegamos! Apesar de achar que não preciso trocar mais suas fraldas e nem lhes dar mamadeiras, vocês tem alguma pergunta?
Apesar da idade, Wilbur tinha uma voz grossa e imponente e um corpo musculoso de fazer inveja em muitos jovens. Os dois já o conheciam bem, e sabiam que esse jeito de falar era pura gozação. O veterano com certeza estava animado. Não que caçar uma bruxa em uma cidadezinha do interior fosse algo incrível, mas já era alguma coisa: Essa foi a única missão que conseguiram em mais de dois meses. Com a constante queda da quantidade de bruxas, os trabalhos da Witch Hunter foram ficando cada vez mais escassos e, por consequência, muitos caçadores tiveram que abandonar a guilda para conseguir sobreviver. Rumores indicavam que até mesmo a Raven Scythe passava por situação semelhante, pois a guilda mercenária estava perdendo suas principais clientes. Era uma situação ruim financeiramente, mas o sentimento de que as pessoas estão mais seguras os deixam mais tranquilos.
Wilbur
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- Bom, se não tiverem nada a perguntar… Vamos lá!
Os três invadem a propriedade e vão andando com cautela.

Alexander

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Alexander estava de passagem por Aylesbury quando conheceu a jovem Amelia Willians, de vinte e três anos. Era umas seis da tarde quando a moça estava no meio da estrada, tentando arrumar a roda da carroça cheia de mantimentos e produtos, frutos dos negócios feitos no dia.Como um bom “defensor dos fracos e oprimidos”, o anjo parou para ajudá-la. Enquanto consertava a roda, Alexander ponderava que nos últimos meses ajudas “mundanas”como essa eram as únicas que prestava. Nenhuma bruxa, demônio ou monstro cruzou seu caminho recentemente, o que o fez pensar se sua presença na terra era realmente necessária. Afinal, qual era o propósito da divina providência para ele ali? Terminado o serviço, a jovem o agradeceu e insistiu que o acompanhasse até o sítio, para que pudesse recompensá-lo com uma janta e um lugar para dormir. Mesmo que não precisasse dessas coisas, o anjo aceitou, por questões de educação (e de insistência ferrenha da jovem). Lá ele conheceu toda a família de Amelia: Sua irmã mais velha, Eleanor; sua prima Elizabeth; sua mãe Margareth; sua tia Margot e sua Avó, Abigail. Depois de um jantar delicioso e de uma longa e mórbida conversa sobre como cada uma delas havia se tornado viúva, o anjo foi levado para um quarto de hóspedes que ficava separado da casa principal, a uma distância de uns 100 metros, perto da plantação. O quartinho era simples, mas arrumado. Lá, ele dormiu rapidamente, mas acordou perto da meia noite, ouvindo estranhos barulhos vindo da plantação.

Constantine

Constantine estava escondido em cima de uma árvore na propriedade das Willians, observando a movimentação através de uma pequena luneta.
Na noite anterior, ele estava bebendo em um bar de Aylesbury quando um rapaz chegou para falar com ele. O jovem, de uns quinze anos parecia perturbado e jogou uma sacola cheia de dinheiro na mesa, dizendo que precisava contratar os “serviços” que Constantine prestava. Segundo ele seu irmão foi dado como morto há um ano em uma fábrica de Londres, esmagado entre as engrenagens de uma máquina. Entretanto, o jovem dizia que isso era mentira, e que a real responsável pela morte de seu irmão era sua cunhada, Amelia Willians, e que ela, assim como toda sua família, eram bruxas. Ele explicou que suas suspeitas se davam pelos desaparecimentos que sempre ocorreram no local e de que depois que seu irmão se casou ele parecia diferente, como se estivesse sobre um encanto. Obviamente ninguém acreditou no garoto, dizendo que o encanto de seu irmão nada mais era do que paixão por Amelia, afinal a moça era muito bonita e carinhosa. Constantine olhou o jovem nos olhos e por algum motivo decidiu aceitar o trabalho.
Agora, ele observava três homens adentrando a propriedade, e conseguiu ver o brasão da Witch Hunter na farda de um deles. Se caçadores estavam ali, só podia significar que as suspeitas do garoto estavam certas. Mas esses caçadores não iriam chegar lá primeiro, afinal, a bruxa que ali estava era sua presa.
O que vocês fazem?
Alexander: PVs 15/15 PMs 25/25 PEs 0
Constantine: PVs 10/10 PMs 10/10 PEs 0
Gael: PVs 15/15 PMs 15/15 PEs 0
Nikolai:PVs 20/20 PMs 30/30

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Padre Judas
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Alexander Bauer

Mensagem por Padre Judas » 21 Jun 2019, 21:34

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Alexander abriu os olhos. Celestiais não precisavam realmente dormir, mas abandonar “velhos hábitos” era difícil – seu mentor lhe dissera sobre como ele acabaria deixando o “costume” de dormir de lado após algumas décadas. O sono era-lhe tão desnecessário quanto a comida ou água, mas ainda eram todos prazerosos. Era difícil esquecer tais alegrias.

Ergueu-se ao ouvir o barulho na plantação. As mulheres naquela casa eram amigáveis e gentis, embora a viuvez que lhes tomara a todas fosse mesmo estranha – será que estariam amaldiçoadas? Devia tomar cuidado para que a imaginação não tomasse o controle. Podia ser apenas coincidência.

Vestiu-se rapidamente, pegou seu fuzil e seus Colt. Do modo mais furtivo que podia avançou até a origem do barulho. Preferia evitar voar, para não denunciar sua real natureza a qualquer coisa que pudesse estar ali ou mesmo às mulheres na casa que com certeza poderiam vê-lo se assumisse seu Aspecto Divino.

Ao chegar perto, falou em tom baixo, apontando a arma.
Alexander Bauer
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– Alto! Mostre a cara se não quiser levar bala!
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Alexander: Witch Slayer [Kaito_Sensei]
Dahllila: Relíquias de Brachian [John Lessard, TRPG]
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DiceScarlata
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Re: Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por DiceScarlata » 23 Jun 2019, 02:35

Nikolai
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*Tudo é um jogo.*

*Por isso a vida é mais fácil do que as pessoas pensam. Na politica, na carreira e na guerra, tudo gira ao redor de regras estratégias, escolhas e trapaças. Baseado nisso há duas escolhas em relação a esse jogo: Temê-lo ou divertir-se com ele. Nikolai com certeza optou pelo segundo*

*Naquele momento o garoto caminhava pela floresta já ponderando sobre as variáveis do jogo da noite. A quest era simples e direta: matar a terrível bruxa. Já a dificuldade era variante. A noite era um manto protetor, os desconhecimento do território gerava o temor da cilada e a ausência de informação sólida um convite para uma falha decisiva. Por sorte, Nikolai estava lá e seu trabalho era transformar as dificuldades em vantagens para seus aliados*


- Ora Veterano Wilbur, peço que não se preocupe conosco, não é Gael? Mas afirmo que como estrategista, me sinto mais tranquilo em saber que contamos com a experiência de tão notável witch hunter, com tanta sabedoria as costas para nos guiar...

*Brincava com uma pequena peça de peão de xadrez entre os dedos, enquanto seus olhos passeavam pela propriedade que começavam a adentrar. Um passo para dentro e fechou os olhos. Quando os abriu, o direito possuia um sutil brilho*

CHESS BOARD...

*Sentiu aquilo fluir. Suas veias se aqueceram, conforme a magia escorria junto a seu sangue e se espalhava pelo resto do corpo. O odioso poder das bruxas, tão desprezado pelos homens e agora, sendo usado para detectar a presença de uma*

- Mostre-me seus segre...

*Então ouviu a voz de um homem e a promessa de tiros, caso não se revelassem*

- Ora... Um comitê de boas vindas... Melhor nos apresentarmos, para evitar sermos baleados...

*Deu um passo a frente*

- Boa noite, bom senhor. Peço perdão pela ofensa de adentrar a propriedade em momento tão tardio. Somos viajantes em busca de abrigo e carregados de boa intenção e pedimos que não nos fira. Estou desarmado...

*Ergueu as mãos ao lado do corpo,, palmas a mostra*
LANÇAR DETECÇÃO DE MAGIA para sentir os arredores
Tribo Scarlata


- MUNDO DE ARTON: GRUPO MADEIRA DE TOLLON (on):Angra Cabelos de Fogo
- MUNDO DE ARTON: GRUPO AÇO-RUBI (on): Jihad das Areias Vermelhas
- MUNDO DE ARTON: GRUPO JADE (on):Sr. Fuu
- JOHNVERSE: PRESA DE FERRO (on): Jinx - Cruzado da Ordem dos cabeças de Dado
- JUDASVERSO: CRÔNICAS DA TORMENTA (on): Nagamaki no Gouka!
- FUI REENCARNADO COMO MONSTRO (on): Gizmo
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Padre Judas
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Alexander Bauer

Mensagem por Padre Judas » 23 Jun 2019, 19:07

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Alexander não abaixou a arma.
Alexander Bauer
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– Não sou o dono daqui, não posso dar permissão. Terão que falar com as donas. Venham comigo – e sem gracinhas. Se estiverem mentindo, por Deus eu juro que garanto sua punição.
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Maggot
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Re: Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por Maggot » 23 Jun 2019, 20:23

O mundo estava fazendo uma piada comigo como sempre, e eu já não conseguia mais rir da punchline. Tudo voltava à Witch Hunter. Eu devia saber. Teria Bradley mandado aqueles ali para a região esperando me pegar? Sem avisá-los, apenas esperando que conseguissem capturar o ilustre discípulo traidor? Isso era o que eu pensava, paranoico. Eu não podia perder tempo com isso. O mais rápido que pudesse pegar aquela bruxa e decapitá-la, melhor. Seria pago e com o dinheiro podia financiar mais alguns meses de álcool, ópio e fugas. Não nego que não era o melhor plano, mas era tudo o que minha cabeça conseguia pensar naquela época.

Procurei me esgueirar, tentando achar uma janela ou algo assim para subir furtivo como um gatuno. Deslizei como uma serpente em direção à janela, meus cabelos prateados reforçando a aparência ofídica, e esperei meu olho esquerdo me dizer se estava perto, preparado para sujar minhas mãos de sangue mais uma vez.
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the ga
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Re: Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por the ga » 23 Jun 2019, 22:40

Gael

Mais uma noite, mais uma caçada. Desde aquele dia fatídico, Gael se pegava pensando se tinha escolhido o caminho certo para ser digno da espada que lhe pendia do cinto, o que quer que isso signifique. Foi tirado do devaneio pela chegada na fazenda.

— Com a sua idade, Wilbur, quem vai precisar de fraldas é você!

Com a chegada do pistoleiro, Gael levantou as mãos em sinal de não-agressão, deixando Nikolai liderar a conversa. Ele aguça seus sentidos, perscrutando a mata ao redor em busca de ameaças e, com sorte, alguma pista de bruxaria.

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kaito sensei
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Re: Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por kaito sensei » 24 Jun 2019, 21:04

Wilbur tenta conter a risada com o comentário de Gael.
Wilbur
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Essa foi boa rapaz! Se todo o whisky que tomei for querer sair agora, com certeza vou precisar de fraldas!
O grupo da Witch Hunter é surpreendido por Alexander. O veterano levanta as mãos em sinal de não agressão também. Ele sabia que Nikolai era melhor com palavras do que ele. O estranho lhe era uma surpresa, pois no relatório não falava de um homem na propriedade, apenas mulheres. Seria ele um leão de chácara ou uma vítima em potencial? Teriam que descobrir...
Wilbur
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Isso mesmo... Decidimos não viajar muito durante a noite, porque ouvimos que coisas estranhas estão acontecendo nesta região. Pessoas sumindo, luzes estranhas... O senhor ouviu falar de algo a respeito?
Desde que ativara sua magia, Nikolai não havia detectado nada de anormal. Gael também achava apenas estranho o fato de todas as plantas estarem tão carregadas de frutos fora da época da colheita. Fora isso, tudo parecia normal. De repente, Nikolai consegue perceber sinais de magia: Com a detecção de magia ligada, pode ver uma luz esverdeada saindo da janela do sótão, no ultimo andar da casa principal. Então, em meio à plantação, rodeando a casa de hóspedes começaram a surgir vários pequenos focos de luz em algumas das plantas. Logo elas começam a crescer em velocidade espantosa, assumindo formas grotescas e aberrantes. Os caules se enchiam de espinhos, os frutos se abriam em dentes pontiagudos e ameaçadores, as folhas se tornavam laminas afiadas como navalhas. Algumas das criaturas formavam uma silhueta vagamente humana, e se desprendiam do chão, enquanto outras se mantinham no lugar, se contorcendo em seu caule comprido. Os monstros emitem um som apavorante e partem para o ataque.
ImagemImagem

O veterano saca de debaixo da capa uma maça medieval prateada, quase do tamanho do próprio braço dele (como ele escondia isso era um mistério)
Wilbur
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já vi cachorros mais feios do que essas coisas! Muito bem rapazes, hora de trabalhar! E você cowboy? Está do nosso lado ou dos monstrengos?
Enquanto isso, Constantine conseguiu se esgueirar até a entrada da casa principal sem ser notado. Era uma casa grande, rodeada por uma varanda coberta, com dois andares e um andar menor acima, provavelmente um sótão. As janelas eram de fácil acesso, mas estavam trancadas. Por elas era possível ver que não haviam luzes acesas ou movimentação aparente, o que indicava que provavelmente todos estavam dormindo. Assim que se aproximava da casa, seu olho começou a vibrar e brilhar. Com certeza havia uma bruxa ali. De repente, ele consegue observar o bruxulear de uma luz de vela se movendo no primeiro andar... Alguém se movia na casa.
Off: Isso aí galera, já temos a primeira batalha do grupo. Tem 4 dos monstros humanóides e 4 dos cipós/raízes/whatever. A iniciativa é de vocês, já que eles perderam o turno sendo conjurados.
Wilbur White é um aliado do tipo "Vantagem de Grupo", ou seja, vocês poderão usa-lo em combate como uma vantagem, das seguintes formas:
- Protetor: Wilbur se coloca em posição defensiva para proteger um dos aliados. Ao custo de 1 PM, aumenta uma FD de um aliado em 1d6, que conta para críticos. Este poder só pode ser usado uma vez a cada rodada.
- Esmagar: Wilbur ataca em conjunto com um dos aliados. Ao custo de 1 PM, aumenta a FA de um ataque de um aliado em 1d6, que conta para críticos. Este poder só pode ser usado uma vez a cada rodada.

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Re: Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por the ga » 25 Jun 2019, 10:17

GAEL
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Gael vê a transformação das criaturas grotescas, e saca a Witch Slayer de baixo do manto.
Gael
— É o melhor que conseguem fazer? Vou retalhá-los todos!
Ele ergue a khopesh sobre a cabeça, invocando seus poderes
Gael
— Abrace a chama de Rá, Sekhmet!
A lâmina se ilumina com a chama dourada do deus-sol, e Gael avança contra as criaturas.
OFF
Aumento de Dano (Fogo) de 2PMs, reduzido à metade pelo poder de Kit, então 1PM, e uso o movimento para chegar à criatura mais próxima.

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Re: Witch Hunter - O Renascer

Mensagem por Maggot » 27 Jun 2019, 12:01

"Jackpot."

Ali estava o alvo. Continuando como a serpente que dava nome à minha Memento Mori, deslizei em direção ao movimento, procurando pegá-la pelas costas. Não haveria conversa. Elas sempre tentavam negociar. O amor pela vida prendia as pessoas, fazia elas tentarem negociar. Até mesmo bruxas. Não entendiam que para mim nunca adiantaria. Para ser franco, eu apenas estava esperando o dia em que alguém iria fazer o mesmo comigo. Eu vivia apenas aguardando aquele dia. Em que eu iria falhar, e a vítima seria eu. E no inferno, eu teria de me virar e dançar com Satanás. E eu não merecia nada mais que isso. A graça estava em como eu via os outros como iguais à mim. E se todos mereciam morrer, eu era tão ruim assim em tentar matá-los?

Sim. Era.

Mas eu não via assim. Com Anguinus em mãos, me preparei para cortar mais uma garganta.
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Alexander Bauer

Mensagem por Padre Judas » 27 Jun 2019, 12:48

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Wilbur
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Isso mesmo... Decidimos não viajar muito durante a noite, porque ouvimos que coisas estranhas estão acontecendo nesta região. Pessoas sumindo, luzes estranhas... O senhor ouviu falar de algo a respeito?
Alexander Bauer
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– Não... não ouvi nada.
Aquilo era curioso. Talvez houvesse mesmo algum problema por ali. Pensava sobre o assunto quando viu as criaturas surgindo.
Alexander Bauer
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– Tsc.
A tranquilidade com que os outros reagiram ao ataque dos monstros mostrou a Alexander que não eram pessoas comuns, ainda mais após ver o poder do rapaz pagão. Ele virou a arma, mirou e disparou contra um dos que se moviam.
Alexander Bauer
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– Vamos cuidar disso primeiro.
Off:
Uso movimento e 2 PM para Tiro Carregável, FA=H2+PdF2+PdF2 tiro carregável+PdF2 crítico+1d(6)=14. Crítico.

FD=H2+A0+1d(1)=03.
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