Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

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LordAbdon
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por LordAbdon » 19 Nov 2014, 11:27

*Shareen massageia as têmporas tentando se acalmar depois da visão*

--O que aquilo queria dizer? Onde estávamos dessa vez, aquela não era Svearheim era?


*A meio fada grunhe em frustração, vendo que sua companhia sem rosto se encontra próxima a feiticeira lhe acena com a mão para que se aproxime e começam a dialogar em seu idioma próprio*

-- <Se possível vá buscar o anão da montanhas para mim, preciso dividir a minha visão com ele e estou exausta, ande, ande, não queremos que alguém perca o braço de novo como na outra vez>

*A criança sem rosto faz uma mesura com a cabeça como quem consente quanto a ordem que lhe foi dada e a skull kid então se põem a buscar por Goradar entrando de tenda em tenda, ao encontra-lo a mesma começa a lhe aportunar grunhindo com sua voz de palha amassada e indicando com uma mão pequenina a tenda de Shareen que espera para lhe contar de sua mais nova visão*

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Antonywillians
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por Antonywillians » 05 Dez 2014, 11:40

BELAMROS, VEDÄNNIA & KAINAN

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*Kainan estava sentado em um banco coberto de neve no meio do pequeno vilarejo entoando sua música de maneira que logo os aldeões que haviam se afastado temerosos, agora se aproximavam e até se sentavam próximos em caixotes e onde havia espaço. Ao fim aplausos e alguns tibares lhe foram oferecidos. Kainan adquirira um público na aldeia*

*Belamros não encontrara o companheiro, e permanecera na taverna onde comia o fruto de sua caça, só encontrando com Kainan ao final, assim como Vedännia que voltara do templo já restaurada, só com algumas ataduras e ervas medicinais. Em pouco tempo já estavam de partida sobre os Rinocerontes-da-Neve, seguindo para Svearheim*



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SHAREEN, EORON, REORX, GORADAR & FUINË

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*A noite no acampamento passava lentamente. Roerx e Eoron estavam muito preocupados com os elfos que haviam aparecido, mas Goradar não sabia muito o que dizer... Não eram elfos das Uivantes, sequer imaginava que a cor da pele de um pudesse ser tão bronzeada. Apenas confiava que deviam manter olhos abertos, mas se íam para a cidadela dos magos glaciais, que servissem ao menos de suporte a mais*

*Shareen havia visto algo que não compreendera, muito além do que esperava. Não sabia dizer o que era, apenas que de fato o vilarejo saqueado não tinha cara nenhuma de ser uma cidadela como Svearheim prometia ser. Fuinë tentara se levantar, mas a tonteira logo a tomava e jogava de volta na cama improvisada, onde a elfa brevemente lhe explicou toda a situação e a colocou para dormir*

*Quando os primeiros raios de sol atingiram as tendas, iluminando o acampamento, o grupo logo aprontou. Os ossos de Roerx incomodavam pelo frio da noite, e Barbados estava de prontidão o aguardando. Logo as coisas estavam juntas, e Yadallina revelou trazendo Fuinë ao grupo, apoiada em seu ombro, enquanto Edauros pegava algumas trouxas para carregar a seu lado*

*Logo seguiam caminho adentro das grandes Montanhas Uivantes. Edauros parecia sorridente, a seu jeito, caminhando envolta do grupo examinando e explorando cada canto por onde passavam. O que o grupo pôde sentir foi um desconforto com o clima, não por estar frio... pelo contrário. O céu amanhecera sem nuvens, o sol estava a pino e quente, derretendo a neve e fazendo o grupo suar em sua caminhada... Nada como deveriam ser as Montanhas Uivantes conforme os rumores e contos de bardos*

*Apenas após algumas horas a neve ficava mais densa no chão, os pés afundavam mais fundo e o frio chegava sutilmente. O casaco de peles logo passou a ser necessário, mas nada muito congelante como se imaginava ser. O grupo avançava por trilhas, penhascos e vales, mas ao longe o som de montanhas de gelo rachando e caindo em avalanches era atormentador, como se a morte de Beluhga tivesse revoltado o próprio meio-ambiente*

*Goradar reclamava por vezes como a paisagem mudara. Seguiram por diversos caminhos alternativos dando uma volta maior, pois o caminho principal sempre estava bloqueado, destruído ou simplesmente desaparecera. Até que após a longa caminha que acabou levando horas, os levou até uma ponte de mármore sobre as montanhas de onde era possível já ver as torres de cristais de Svearheim, a Cidadela dos Magos Glaciais, fundada pela Grande Academia Arcana afim de servir como posto de pesquisas sobre magias de gelo e escola de magia para os povos da região*


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CAPÍTULO III
SVEARHEIM, A CIDADELA DOS MAGOS ÁRTICOS



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*Uma verdadeira fortaleza em meio a imensidão branca... A melhor descrição que qualquer um poderia dizer ao se deparar com suas longas e altas muralhas de granito negro-azulado, que ocultavam torres glamurosas e frias atrás. Poucas palavras, aliás, seriam melhores para definir Svearheim do que "fria", não pelo vento que uiva pelas ruelas cortando qualquer sinal de calor mesmo sob as peles que cobrem o grupo, ou pela cor cristalizada, escura e gélida das casas de pedra cobertas de neve... Simplesmente parecia que a cidadela em si emanava um frio silencioso mórbido e intenso por si só*

*As ruas eram pavimentadas com pedras brutas deixadas em formas ondulares como que representando o movimento do vento, e de fato qualquer brisa ou lufada parecia seguir magicamente aquele estilo. As casas eram escuras, com claridade apenas em janelas que mantinham alguma luz acesa, geralmente de lampiões e velas acesas com fogo mágico inacabável e sem muito calor. Várias chaminés soltavam fumaça negra aos céus, de lareiras que aqueciam magicamente cada aposento. A cidadela não parecia nada com o que era normalmente visto nas Montanhas Uivantes. Ao invés de povos simples e bárbaros, trajando peles, haviam homens e mulheres de mantos e trajes pesados, geralmente túnicas resistentes, andando com altivez acadêmica, por vezes com pergaminhos ou livros abertos aos quais liam só cessando brevemente para espiar os visitantes*

*
Belamros nunca se deparara com tal situação... vivendo em saques violentos e tribos guerreiras, parecia estar entrando noutro mundo, onde todos que lhe olhavam brevemente demonstravam interesse... Não carismático, apenas curiosidade analítica, fria e gélida. Kainan já ouvira falar de cidadelas assim, aliás que devia ser assim nas terras quentes, mas era a primeira vez a pisar em tal espaço*

*Quando o grupo com Goradar chegasse, não seria tão estranho... E sim até esperado, inclusive
Eoron facilmente repararia como era de fato uma cidade povoada e regida por acadêmicos arcanos. Não havia conversas animadas na rua, nem demonstrações de afeto. No máximo alguns jovens passavam conversando baixo com sorrisos ou demais expressões bem sutis, contidos pelo costume e frio. Sobre o telhado das casas era possível assistir a presença da tal Academia de Magos Glaciais. Era como um grande castelo negro com flâmulas azuladas com o símbolo da Grande Academia Arcana, só com mais estacas de gelo*

*Ao passar pelos portões, os viam protegidos por guardas, não como estavam acostumados a ver. Feitos interamente de gelo mágico, desde a armadura até a rígida pele, com faces inexpressivas cobertas por elmos, eram como estátuas... e de fato eram constructos de gelo e cristal, com armas de mesmo material, guardando e zelando as muralhas da cidadelas. Eram dezenas, centenas até... Uma cidade guarnecida por estátuas vivas de gelo frio*

*Os grupos chegaram praticamente ao mesmo tempo. Kainan, Belamros e Vedännia entraram pelo norte, enquanto Goradar, Eoron, Fuine, Roerx e Shareen vieram pelos portões sul. Para ambos a resposta era a mesma, os devotos de Beluhga explicaram brevemente sobre a cidade, e iriam seguir até a Grande Academia Glacial afim de negociar dormitórios e espaço para poder pela noite reuní-los e planejar o próximo passo. Enquanto isso estariam livres pela cidade. O único local sem acesso seria a Grande Academia por hora, devido a mania burocrática e reservada que os acadêmicos locais mantinham dentro das muralhas interinas que separavam o castelo da cidade universitária envolta*

*Livres pela cidadela de Svearheim, o grupo poderia se sentir sempre observado, independente do ponto. Algumas estátuas e gárgulas davam a impressão de olhá-los por trás dos olhos de cristais, e talvez de fato estivessem*






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MAPA DE SVEARHEIM

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1 - Portões de Entrada

A cidadela de Svearheim tem 3 muralhas, uma cercando a cidade, outra dividindo a área oeste (onde parecem viver os professores, alunos e pesquisadores da Grande Academia) da leste (composta principalmente por famílias estrangeiras sem aptidões mágicas que vieram para a região atrás de oportunidade de emprego e comércio com a Grande Academia Arcana), por fim uma cercando o grande castelo da Grande Academia Boreas para magos glaciais.

Os portões, erguidos e abaixados por magias inteligentes, tem suas grades guarnecidas por dezenas de Golens de Cristal ou Gelo, armados e imóveis, vigilantes de sua maneira fria.

2 - Grande Academia Boreas

Não dá para saber muito sobre por hora, até que seja negociada e anunciada a chegada dos aventureiros. De fora dos portões, é um grande castelo negro-azulado com flâmulas representando a Deusa da Magia Wynna, símbolo da Grande Academia Arcana, sendo que além da muralha, um jardim de plantas árticas belíssimas cercam a grande entrada.

O nome Boreas é devido ao fundador de Svearheim, o Professor Boreas Nórdico, hoje falecido e tendo deixado a Grande Academia aos cuidados da reitora Lady Boreas Cristal-Negro, que raramente é vista além dos jardins de seu campus.


3 - Santuário da Rainha Branca

Um grande templo de cor escura, onde em seu interior um calor mágico parece se manter contido entre as paredes de maneira a acalentar os corações dos fiéis que se postam ante a grande imagem de gelo eterno de Beluhga em sua forma humana, envolvida pela própria forma serpentina e magnânima de dragoa branca. Há um intenso aroma de incensos de ervas árticas no ar.

4 - Biblioteca de Cristal

Inacessível no momento, até a liberação para a Universidade. Local para onde Edauros e Yadallina desejam seguir.

5 - Estalagem Acampamento de Cyrandur Wallas

A única estalagem da cidade, que serve mais de taverna aos acadêmicos que vêm tomar bebidas quentes e comer algo saboroso entre um estudo ou outro. Chefiada pelo taverneiro anão Durand Forjafria, tem vários símbolos dos anões das Uivantes, como quadros de alto-relevo, escudos pendurados e mesas de mármore lapidada pelas habilidosas mãos dos filhos de Durand.

De acordo com os rumores, a estalagem se localizaria onde exatamente algumas centenas de anos, o herói colonizador de Petrynia, Cyrandur Wallas, teria montado acampamento junto ao bisavô de Durand, afim de conhecer melhor as montanhas geladas de dragões brancos ao norte de seu reino. Os boatos também dizem que é só uma invenção do já não tão lúcido anão.

6 - Mercado de Marfim/Estátua da Patrona Mana Glacial

Um mercado pequeno de diversas lojas com portas de marfim puro de mamute envolta de uma grande praça onde está a estátua de Wynna com as mãos pro alto segurando um globo de luz branca que representa a mana branca glacial. A mesma veste as tiras de couro de sempre, contudo, mais coberta com peles de animais mágicos.

Parece haver loja de especiarias, ervas, poções, armas, itens mágicos, carroças, montarias dentre outras coisas... mas por hora está fechado.

7 - Campo de Constructos

Além das muralhas ao norte parece haver um vale aberto onde se constrói e os discentes estudam as artes das oficinas de golens de gelo e cristal.

Eoron

4 XP

21/21 pvs

PE 27/27

Shareen

4 XP

PE 32/32

PC: 11/11

Roerx

3 XP

PV 25/25

PE 30/35

Canalizar Energia Positiva 3/4 usos

Fuinë

4 XP

PV 21/21

PC 10/10

- Status: Consciente

- Braço Esquerdo Amputado (Atributos físicos -3)

Kainan

4 XP

Pv 20/20

PE 32/32

Melodia Revigorante(Sob) 2/2 usos

Belamros

3 XP

PV 50/50

PE 14/14


ASS: ANTONYWILLIANS, O MAIOR ESPADACHIM DE ARTON


TÓPICO CENTRAL DOS CONTOS DE ANTONYWILLIANS

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Galahad
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por Galahad » 14 Dez 2014, 20:55

*Kainan, ao ver o o público que conseguira ali, sorria e agradecia os aplausos e os tibares, guarda do dinheiro na sua algibeira. E logo que via que o tempo passara, voltava para a estalagem a fim de esperar Vedännia voltar, ainda que o bardo sentia uma certa culpa por não ter ido atá a clériga, ver as condições dela, mas Kainan não queria perturbar o descanso dela.*

"Espero que ela não estejam sentida por causa disso..."

*Mais tarde, quando encontra com Belamros e Vedännia, o bardo mostrava claramente preocupado com o estado da clériga, se aproximando dela, e ajudando ela se fosse preciso*

-- Olá, Vedännia, é bom vê-la de volta a saúde, embora não totalmente. Eu peço perdão por não ter ido lhe vistar no templo, eu não queria perturbar sua recuperação, mas foi incessível da minha parte não ter ido ver como realmente estava. Me desculpe mesmo.*Virava-se então para Belamros, e dizia para o amigo meio-orc.*-- E fico contente que caçada tenha sido boa, Balamros. pelo menos foi isso que a jovem da estalagem falou que você foi fazer.

*Após a breve conversa com os companheiros, Kainan seguia viagem com eles, em direção de Svearheim, uma cidade impressionante, mais que qualquer uma vira em seus curtos anos de vida, mesmo as poucas que visitara aos pés das Uivantes, que tinham um clima mais quente de das Uivantes em si. Ainda que fosse um habitante das Montanhas, acostumado com seu clima, Kainan não estava gostando do tipo de frio daquela cidade, era inquietante para o jovem, que preferia até mesmo a "animação" de Bruma que daquele lugar.*

*Ainda que Kainan tivesse um lado acadêmico, o qual lhe motivara,inicialmente, a fazer parte daquela missão, e que aquela cidade pudesse lhe proporcionar bastante conhecimento, não conseguia se imaginar ficando ali mais tempo que o necessário, mas ainda gostaria de ficar algum tempo ali, para visitar sua biblioteca, assim como a filial da academia, ainda que o jovem bardo não aprendesse magia por livros, ainda seria uma experiência interessante. Visto que provavelmente não usaria sua mandola tão cedo assim, Kainan se certificava que o instrumento estaria bem guardado, especialmente do frio, e após isso se virava para o grupo, e dizia para ele.*

-- Já que a Academia é o nosso destino, vamos apressar o passo, o quanto possível, só espero que não tenhamos problemas...

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LuxFero
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por LuxFero » 14 Dez 2014, 21:22

*Eoron andava, seguindo Goradar, silencioso, botando o casaco de peles que ele lhe dera quando fosse necessário. O elfo pensava em como seria a cidade, e se conseguiria alguma pista sobre os artefatos por lá. Saere, enquanto isso, ficava acomodada em seu ombro, olhando os arredores e voando de vez em quando.*

*Chegando a cidade ele logo percebeu que era uma cidade de magos, e isso o deixava confortavel, a cidade o lembrava de sua casa.*

-- Se é na academia que iremos conseguir quartos, poderiamos ir logo pra lá, não? Gostaria muito de tomar um banho, faz muito mais tempo do que eu gostaria, desde que eu tomei um...

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sukener
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por sukener » 15 Dez 2014, 15:13

*Roerx ia pela trilha junto de Goradar, aonde em cima de barbados estava a elfa sem braço para melhor locomoção, enquanto ia andando e desviando dos obstáculos Roerx pensa ranzinza*

"Caralho cade essa cidade, está foda andar nessa merda"

*Ao ver a cidade ao longe Roerx sorri levemente e fala de um modo já cansado*

- Finalmente chegamos.

*Ao entrar nas muralhas Roerx fica meio desconfiado das estátuas de gelo e das pessoal do local, pensando com desdem*

"Só podiam ser magos mesmo, parecem mortos vivos"

*Roerx ao se lembrar das instruções fala para o grupo, concordando e reforçando a fala do outro elfo*

-Vamos logo em direção a essa academia, quero descansar e tomar uma cerveja e botar o Barbados em um lugar quente depois dessa jornada levando um peso.

*Roerx ao ver que a academia está fechada ele vai em direção a taverna mais proxima tomar uma bebida e descansar*

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Saitoshiba
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por Saitoshiba » 20 Dez 2014, 17:46

* Depois da elfa explicar para Fuinë sobre a situação, ela se acalmou um pouco. Voltou a deitar na cama e dormiu até ser acordada. Assim que amanheceu aceitou a ajuda da elfa para sair da tenda, onde encontrou o resto do grupo.
Após um bom tempo de caminhada, a ranger sentiu um frio por causa da queda de temperatura, então vestiu o casado de pele meio desajeitadamente pela falta do outro braço, e ficou mais desanimada quando viu a manga do outro braço mole pela falta de algo ali *


* Até que chegaram na cidade. Fuinë não se importava mais com as coisas. A falta do braço a deixou devastada. Agora que a tristeza e raiva passaram, um incrível sentimento depressivo de inutilidade estava constante dentro dela. Tudo que ela queria era deixar em uma cama e chorar até não aguentar mais, porém ela não faria isso pois existia uma pequenina parte dela que dizia que era hora de mudar, logo ela esperava encontrar alguma ajuda na Academia Arcana *

* Apesar de estar se sentindo levemente desconfortável por não estar acostumada a ficar em uma cidade, tentou fazer alguma coisa para ver se conseguia se animar. Como a Academia Arcana estava sem acesso por enquanto, resolveu ir a estalagem para saber onde poderia encontrar um druida, pelo menos era isso que pensava *

" Se eu tenho que me tornar um druida, devo procurar uma para que possa me ensinar "

* Chegando la, compraria ou algum suco ou água como uma forma para pagar pela informação que pediria *

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Inoue91
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por Inoue91 » 01 Jan 2015, 22:01

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Belamros entregava o fruto da sua caça para taverneira preparar, logo em seguida procurava por seu amigo dentro da taverna, mas acabou não o encontrando, deste jeito comeu sozinho. Após se alimentar, chupava seus dedos engordurados e soltava um belo de um arroto, arrancava um pedaço de carne que havia ficado preso entre seus dentes com a unha do dedo mindinho, assim voltou a procurá-los e rapidamente os encontrou, notou que a cleriga já havia se recuperado de alguns dos ferimentos adquiridos e com apenas um cumprimento com a cabeça montava sobre seu Rinoceronte-da-Neve e enquanto dava alguns tapas em sua barriga respondia ao bardo.

-- A caçada foi muito boa, se estivesse na taverna poderia desfrutar um pouco dela mas acabei que comendo ela inteira sozinho

Seguia a viagem em silencio, Belamros ficou impressionado com a cidade, ele nunca tinha visto uma cidade tão majestosa como aquela, sua fortificação foi o que mais impressionou o meio-orc, que ficou pensando como que ele iria fazer para saquear aquela cidade, muitos diriam que seria impossível mas se ele estivesse em seu auge, comandando o seu exército e com algumas alianças , conquistar aquela fortaleza seria trabalhoso, mas não impossível.


Notou que algumas pessoas o encaravam enquanto andava pela cidade, algo típico, como elas não estavam lhe atrapalhando apenas ficou em silencio, ignorando-as de modo que voltou a sua atenção para os guardas da cidade, não eram guardas comuns, não eram um ser vivo e sim um constructo de gelo, algo que o meio-orc achou genial, pois um exército destas criaturas seria praticamente um exército perfeito, pois eles não comeriam, não dormiriam, não sentiriam dor e estariam sempre dispostas a lutar, levou a mão ao queixo e lembrou da música que Kainan havia tocado, e lembrou que o bardo produziu um nota aguda que rachou o gelo do lugar da onde estavam, assim concluiu que o exército de tais criaturas não seriam tão perfeito como havia pensando inicialmente.

Belamros não estava acostumado com uma cidade daquele porte, mas ela não lhe incomodava, passava a maior parte do seu tempo analisando os aspectos bélicos da cidade, o armamento que os guardas utilizavam, os aparelhos de guerra usados para a defesa, o posicionamento dos guardas. Por mais que tenha comido muito, sentia o seu estomago roncar, a fome estava começando a voltar e o que ele queria fazer no momento era ter uma boa refeição, após ouvir o pronunciamento de seu colega respondia.


-- Que seja rápido, pois estou pensando em ir em uma taverna para comer alguma coisa

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Antonywillians
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por Antonywillians » 17 Fev 2015, 14:08

ATUALIZAÇÃO III.II


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*A espera foi longa. O grupo havia se separado. Shareen, Edauros, Yadallina e Eoron aguardavam pacientemente o dia todo próximo à Academia Glacial Boreas, enquanto Roerx e Midori seguiram para a Estalagem Acampamento de Cyrandur Wallas. O anão bebia algo para aquecer o sangue enquanto a jovem procurava informação sobre druidas. Infelizmente havia poucos clientes no local e o próprio dono da estalagem Durand, estava fora comprando suprimentos para a noite na taverna, apenas alguns atendentes (estudantes de meio período) serviam e pouco sabiam dizer*

*Quando o sol já sumia por trás das montanhas, deixando o céu nublado ainda mais escuro, foram chamados por seu grupo pois haviam recebido acesso à Academia. Ao chegarem aos portões, o grupo podia ver um dos magos glaciais, de trajes até bem volumosos e aparência jovem, apesar das expressões duras, atentendo ao que parecia um humano das Uivantes e um Meio-Orc alto e monstruoso*


--Boa noite, senhores! Sejam bem vindos à Grande Academia Boreas, nossa reitora, Lady Cristal-Negro pede desculpas pela demora, mas tivemos algumas complicações recentemente devido ao degelo. Sou Nevis Neloren, supervisor da guarda de cristal da Academia! Queiram me acompanhar, os sagrados Escolhidos e nossa reitora os aguardam nas dependências da Biblioteca de Cristal!

*Logo em seguida, guia o grupo para o interior da Grande Academia Boreas*

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*Os jardins da Grande Academia Boreas é formado por plantas próprias da região que resistem magicamente à neve que as cobre, o chão de grama alva, possui pisos de puro cristal, que leva tanto para a torre principal, quanto as outras 6 que compõem o complexo de torres. O caminho entretando, segue mais além, em direção a um grande casarão do tamanho de uma mansão logo ao lado da Grande Academia. A Biblioteca de Cristal é o grande centro de reunião de livros trazidos, recolhidos e produzidos pela Academia. Em seu interior o frio é expurgado pela magia que concede calor ao grupo, assim como podem se ver em meio a inúmeras estantes que seguem por grande distancia e andares sobre os mais diversos assuntos*

*Saere voa por sobre as prateleiras. Mesas abarrotadas de estudantes, funcionários indo e vindo, alguns volumes flutuando magicamente envolta de leitores que por terem coberto a escrivaninha de livros, agora enchem envolta deles com tomos, também ocupando o ar a sua volta. O homem os guia até o final, onde uma porta parece levar a uma das muitas salas reservadas de leitura. Ao entrarem, há, entre as estantes que ocupam as paredes, uma grande mesa repleta de livros espalhados, onde se sentam o anão Goradar, e a humana, também Escolhida de Beluhga, de peitoral de aço trazendo o símbolo da Rainha Branca, com longos cabelos grisalhos como a neve*


--Vedännia, gostaria de apresentar-lhe o grupo que trouxe das terras quentes de Petrynia! Shareen, Roerx, Eoron e seu familiar Saere, e Fuinë... Aliás, a ranger elfa sacrificou-se demais por nossa causa! Espero que a senhora, Lady Boreas possa reservar devido cuidado a ela! - disse Goradar repousando o elmo sobre a mesa e bebendo algo quente em uma grande caneca de marfim.

*Uma mulher alta, em trajes azuis com um sabre a cintura e longos cabelos louros e com as expressões mais frias daquela cidade encarou a ranger brevemente. Sua voz saiu sedutoramente gelada*


--Faremos o melhor possível, senhor Goradar!

*Goradar parecia meio receoso na presença da mulher, engoliu em seco e continuou as aparesentações, dessa vez apresentando os irmãos que encontrara no acampamento momentos antes*

--E esses são Edauros e Yadallina... Nos forneceram abrigo em um acampamento táurico abandonado pouco antes de chegarmos aqui! Eles têm grande interesse em estudos sobre dragões, o que pode nos ser de grande ajuda para a missão!

*Edauros repentinamente bate na mesa*

--Pode apostar, velhote! HYAHAH!

*A impulsividade foi repreendida pelo toque carinhoso de sua irmã e o olhar pouco misericordioso da reitora Lady Cristal Negro. A seguir, Vedännia se ergueu e apresentou o grupo que a acompanhara*

--E estes são aqueles que me acompanharam na recente desventura! Senhor Kainan Hansen e Belamros! Nós acabamos de vir da antiga prisão de Behlow, onde nossa missão falhou!

*Terminadas as aparesentações, a reitora se aproximou da mesa. Seu olhar e porte era quase de um general. Seu olhar passou por cada um dos aventureiros, se demorando mais em Yadallina e Eoron*

--Acredito que já tenham sido recebidos em nossa Academia pelo guardião Neloran, mas gostaria de eu mesma dar-lhes minhas boas vinhas a academia que estou a reger! Acredito que já saibam o motivo de os reunirem aqui... A Rainha Branca, Deusa das Uivantes, Beluhga está morta devido aos planos divinos que levaram ao seu trágico fim... E agora desejamos um meio de ressuscitá-la! Recentemente, graças ao falecimento da deusa, as Montanhas vêm degelando, devastando regiões, dizimando aldeias e afetando mesmo o clima das terras além dessas fronteiras - neste momento alguns serviçais entram e servem uma bebida quente feita de leite de mamute com alcóol a cada um. A reitora aguarda os serviçais saírem - Para completar, o grupo que seguiu com Lady Vedännia presenciou um dos maiores perigos que assolam nossas terras agora! O retorno de Behlow. Este é um antigo irmão de sangue da Rainha Branca, que a enfrentou certa vez buscando usurpar-lhe o posto de Rei dos Dragões Brancos, acabando selado em uma masmorra ancestral erguido por servos da deusa de épocas imemoráveis, mas que foi capaz de se libertar devido ao poder da mesma ter enfraquecido...


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Behlow está preso a uma forma humana no momento e busca readquirir seu corpo original... Se o fizer, nem mesmo nós da Academia Boreas seremos capazes de pará-lo e poderá se tornar um tirânico senhor das Uivantes! Ele possui até um culto que acredita na ascensão do mesmo! E as notícias ruins não param por aí... O acampamento táurico abandonado é um sinal que Tapista parece ter algum plano para as Uivantes. Os legionários do acampamento chegaram a bater em nossas portas exigindo abrigo, mas foram recharçados... Estavam na caça do grupo de minotauros selvagens albinos que andam pelo centro das montanhas, conhecidos como A Manada! E no extremo norte, além da Montanha Invencível, inúmeros clãs bárbaros têm se movimentado intensamente em saques e guerras... As Uivantes não possuem uma mínima paz nesses tempos. Para isso, diversos aventureiros têm sido contratados por nós e estão em missão ou aguardando alguma para solucionar todos esses problemas...

...e é aí que vocês entram!


*Vedännia abre um mapa sobre a mesa revelando as Montanhas Uivantes e começa a falar apontando pontos no mapa*

--Como devem saber, Beluhga era tanto uma criatura mágica, como todo dragão, como também uma Deusa Menor... Meios mudanos não seriam capazes de ressuscitá-la, mesmo que o mais poderoso sumo-sacerdote tentasse... Entretanto, nos surgiu uma chance de vitória! Um grupo de aventureiros que acabou de retornar de uma missão no coração das Uivantes, encontrou um tomo antigo que narra sobre a existência de um artefato sagrado poderossíssimo: o Cetro da Divindade Menor! Conta a lenda que após a Era de Megalokk, ao observar a grandeza e preocupação da Rainha Branca com seus súditos, Khalmyr teria ficado comovido, e ordenou que a Grande Fênix, Thyatis, criasse o artefato que seria presenteado à Rainha Branca, de maneira que quando a mesma morresse pudesse retornar para nunca deixar seus súditos em apuros... Aparentemente, a partir daqui há diversas versões de como se desenrola a história...

Uma versão narra que Behlow, o irmão dela, descobrira que o cetro confere mais poder do que apenas isso! Ele seria capaz de amplificar quase que infinitamente uma magia, e poderia usá-la para ele mesmo se tornar um Deus... Tendo tentado tomar o artefato das mãos da mesma por várias vezes até ser aprisionado! Outra versão narra que um deus serpente, amaldiçoado na forma de avatar atentou diversas vezes à pegar o artefato buscando um meio de trazer devolta a vida um terror há muito oculto no abismo do mundo... independente da versão, ela achou mais seguro confiar o artefato a mãos anãs dos primeiros anões que andaram por essas terras, antes mesmo das Uivantes ficarem tão brancas como vemos!

O que ocorreu com o artefato não sabemos ao certo...


*A Reitora então se aproxima e aponta para um ponto no mapa, Giluk, a Capital das Uivantes*

--Entretanto, alguns comerciantes de nosso bairro comercial encontraram a presença de um mago extremamente poderoso que anda por volta da capital ajudando a mantê-la! Aparentemente o mesmo tem um poder incrível, talvez equivalente do próprio Mestre Talude! Meu chefe não conhece o artefato, mas disse que talvez conheça esse homem... um tal de Aleph Olhos-Vermelhos! De acordo com o Mestre, este mago não só é muito poderoso como também antigo, tendo vivido talvez na própria época em que o artefato sagrado fora forjado... e deve saber o que ocorreu naquele período!

*Goradar termina a bebida e escapa um arroto, se reconsertando diante da repreensão da reitora*

--Ahm, err... Lady Vedännia permanecerá aqui na Academia Boreas afim de estudar melhor os casos! Eu partirei daqui há 4 dias com uma caravana que irá para a capital, afim de protegê-la dos males que vêm ocorrendo nas Uivantes! Depois partireid e Giluk para encontrar os outros Escolhidos, se assim desejarem, descansem nesta cidade e se preparem para ir comigo! Se preferirem partir antes, apenas saibam que será bem perigoso andar pelas Uivantes nesses tempos caóticos...

*A Reitora se prontifica e aponta um local no mapa da cidade de Svearheim*

--Nós não temos muitos lugares na Academia! Aqui ficam apenas os alunos que não são capazes de se manter na cidade sozinhos, teremos um quarto para a dama Yadallina e o Senhor Edauros! Para os senhores, tenho um lugar especial... Há pouco tempo, nosso sênior de estudos sobre criaturas mágicas das neves, Lorde Magnus Shalidor, caiu em combate contra um dragão branco que ameaçava as redondezas... Seu solar acabou abandonado! Permito que ocupem o lugar como uma base de operações para seu grupo... Caso mais alguém entre para a mesma missão enviarei para ficar com vocês sob devidas apresentações! Cuidem bem do Solar enquanto estiverem lá, pois a família do Sênior deverá requisitá-la assim que souberem de seu falecimento.

Esta biblioteca estará aberta a vocês sempre que precisarem, assim como os jardins da Academia... Ainda não tenho permissão da Grande Academia Arcana que aventureiros circulem dentro da Academia Boreas sem serem ao menos alunos ou pesquisadores da Academia! Mas caso desejem entrar em contato comigo, só solicitar a um dos funcionários que circulam pela Academia e mesmo na cidade! As despesas com a Estalagem fica por nossa conta durante o primeiro mês de permanência na cidade...

Ah sim, e senhor Eoron e lady Shareen, vejo que possuem natureza arcana... se desejarem, poderia dar-lhes uma vaga em nossa Academia para estudarem as artes do gelo! Talvez não poderiam sair na atual missão com seus companheiros, devido às aulas e disciplina exigida... Mas em breve poderiam ser de grande ajuda a seus companheiros ao compreenderem as artes glaciais que lecionamos! Nossa arte mágica é capaz de perfurar resistência ao frio/gelo das criaturas nas Uivantes, até podendo congelar um golem feito de gelo eterno se tiver uma boa prática!


*Vedännia deixa sobre a mesa uma chave para cada um*

--Essas são as chaves do Solar Magnus Shalidor! Por favor, descansem e nos procurem se precisarem de algo... A Biblioteca estará acessível a vocês todos!





[OFF: Tempo livre para fazerem compras, explorarem as redondezas, assumirem os novos personagens quem tem, evoluir pericias, procurar informações ou apenas tirar uns roleplays de descanso]

___________________________

MAPA DE SVEARHEIM

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1 - Portões de Entrada

A cidadela de Svearheim tem 3 muralhas, uma cercando a cidade, outra dividindo a área oeste (onde parecem viver os professores, alunos e pesquisadores da Grande Academia) da leste (composta principalmente por famílias estrangeiras sem aptidões mágicas que vieram para a região atrás de oportunidade de emprego e comércio com a Grande Academia Arcana), por fim uma cercando o grande castelo da Grande Academia Boreas para magos glaciais.

Os portões, erguidos e abaixados por magias inteligentes, tem suas grades guarnecidas por dezenas de Golens de Cristal ou Gelo, armados e imóveis, vigilantes de sua maneira fria.

2 - Grande Academia Boreas

Não dá para saber muito sobre por hora, até que seja negociada e anunciada a chegada dos aventureiros. De fora dos portões, é um grande castelo negro-azulado com flâmulas representando a Deusa da Magia Wynna, símbolo da Grande Academia Arcana, sendo que além da muralha, um jardim de plantas árticas belíssimas cercam a grande entrada.

O nome Boreas é devido ao fundador de Svearheim, o Professor Boreas Nórdico, hoje falecido e tendo deixado a Grande Academia aos cuidados da reitora Lady Boreas Cristal-Negro, que raramente é vista além dos jardins de seu campus.


3 - Santuário da Rainha Branca

Um grande templo de cor escura, onde em seu interior um calor mágico parece se manter contido entre as paredes de maneira a acalentar os corações dos fiéis que se postam ante a grande imagem de gelo eterno de Beluhga em sua forma humana, envolvida pela própria forma serpentina e magnânima de dragoa branca. Há um intenso aroma de incensos de ervas árticas no ar.

4 - Biblioteca de Cristal

Inacessível no momento, até a liberação para a Universidade. Local para onde Edauros e Yadallina desejam seguir.

5 - Estalagem Acampamento de Cyrandur Wallas

A única estalagem da cidade, que serve mais de taverna aos acadêmicos que vêm tomar bebidas quentes e comer algo saboroso entre um estudo ou outro. Chefiada pelo taverneiro anão Durand Forjafria, tem vários símbolos dos anões das Uivantes, como quadros de alto-relevo, escudos pendurados e mesas de mármore lapidada pelas habilidosas mãos dos filhos de Durand.

De acordo com os rumores, a estalagem se localizaria onde exatamente algumas centenas de anos, o herói colonizador de Petrynia, Cyrandur Wallas, teria montado acampamento junto ao bisavô de Durand, afim de conhecer melhor as montanhas geladas de dragões brancos ao norte de seu reino. Os boatos também dizem que é só uma invenção do já não tão lúcido anão.

Menu

Cerveja comum 10 TB

Cerveja Amanteigada 5 TB

Cerveja Halfling 20 TP

Hidromel 10 TP

Cerveja Anã 50 TP

Gulluk (Uma espécie de milkshake com leite de Mamute) 20 TP

Gulluk ao Gorad 40 TP

Vinho 50 TB

Vinho Élfico 50 TP

Vinho Reserva de Hershey 50 TO

Pratos Comuns 5 TB

Carne de Javali das Uivantes 10 TP

Sopa de Carne de Mamute 50 TP

Tromba de Mamute cozido em legumes nativos 50 TP

6 - Mercado de Marfim/Estátua da Patrona Mana Glacial

Um mercado pequeno de diversas lojas com portas de marfim puro de mamute envolta de uma grande praça onde está a estátua de Wynna com as mãos pro alto segurando um globo de luz branca que representa a mana branca glacial. A mesma veste as tiras de couro de sempre, contudo, mais coberta com peles de animais mágicos.

Parece haver loja de especiarias, ervas, poções, armas, itens mágicos, carroças, montarias dentre outras coisas... mas por hora está fechado.

Loja de Esculturas

-Escultura pequena/grande (própria, de alguém famoso) T$ 500/3000
-argila T$ +50
-Argila Vítrea T$ +200
-Carvalho T$ +60
-Aço T$ +100
-Mármore T$ +300
-Marfim de Mamute T$ +200

-Quadro T$ 100
-autoretrato T$ +50

Artefatos Arcanos

É a loja de um artífice da Academia Boreas, o Senhor Juperh, um homem idoso coberto por um manto roxo esfolado cheio de bolsos com peças metálicas. Ele pode reverter qualquer magia que o personagem conheça em um item mágico de mesmo nível. Caso contrário, ele sabe infundir os equipamentos com energia arcana, conferindo bônus elemental à escolha.

- Item Mágico com Magia Infundida à escolha (2.030 TO +100 TO/nível da magia +70 TO/1 uso a mais)

- Armamento Mágicos (infundindo, vende por 3000 TO por cada +1 bônus de melhoria e 6000 TO por cada +1 Bônus de melhoria por elemento mágico específico)

Boticário das Neves

- Poção de Cura (T$ 40/+1 hp)

- Poção de Mana (T$ 40/+1 hp)

- Poção de +1 em Atributos Específicos (30 TO)

- Poção de Invisibilidade (2000 TO)

- Frasco de Fogo Alquímico (10 TO)

- Bolsa de Cola (30 TO)

- Loção de Proteção contra Frio/Gelo (200 TP)

- Qualquer item comum do manual de Alquimia (o preço está tabelado lá)

Alfaiataria Boreas Oficial

-Roupas de peles comuns T$ 50

-Roupas de peles Luxuosas
-Cores vivas T$ 200
-Seda de Tollon 50 TO

-Óculos de Leitura T$ 100
-Óculos Mágicos (a neve não atrapalha) 30 TO

Capela da Rainha Branca

Essa lojinha pertence ao santuário da cidade, onde eventualmente um devoto ou clérigo de status inferior está vendendo símbolos sagrados, amuletos e outros objetos a fiéis da deusa Beluhga, Khalmyr, Wynna ou outra divindade de tendência bondosa.

-Símbolos Sagrados
-madeira 4 TO
-aço 10 TO
- Gelo Eterno 30 TO

- Água benta 1 TO
- Água Benta congelável 30 TO

- Amuleto da Divindade 10 TP
- Benção sobre Equipamento 20 TP/3 dias

Forja

- Reparo de Armamento:

- Armaduras, Armas e Escudos não-exóticos (Preço tabelado no Manual para equipamentos)

- Equipamentos de Aventura (Preço tabelado no Livro do jogador D&D 3.5)

7 - Campo de Constructos

Além das muralhas ao norte parece haver um vale aberto onde se constrói e os discentes estudam as artes das oficinas de golens de gelo e cristal.

Eoron

12 XP

21/21 pvs

PE 27/27

Shareen

8 XP

PE 32/32

PC: 11/11

Roerx

11 XP

PV 25/25

PE 30/35

Canalizar Energia Positiva 3/4 usos

Fuinë

8 XP

PV 21/21

PC 10/10

- Status: Consciente

- Braço Esquerdo Amputado (Atributos físicos -3)

Kainan

12 XP

Pv 20/20

PE 32/32

Melodia Revigorante(Sob) 2/2 usos

Belamros

7 XP

PV 50/50

PE 14/14

PS: Dei nota maxima de XP por postagem a todos devido a demora dessa atualização. Aos que postaram cedo na época, eu dei +4 XP além da nota maxima.


ASS: ANTONYWILLIANS, O MAIOR ESPADACHIM DE ARTON


TÓPICO CENTRAL DOS CONTOS DE ANTONYWILLIANS

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Galahad
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por Galahad » 17 Fev 2015, 23:34

*Kainan seguia pelas ruas da cidade, observando cada detalhe da arquitetura do local, impressionado com a capacidade daqueles que construíram a cidade, se perguntava se algum dia poderia fazer algo grandioso com sua magia, embora soubesse que nunca conseguia algo nível daquela cidade. Enquanto esperava a permissão do guarda para entrar, notava um outro grupo se aproximando, e o jovem bardo os cumprimenta com um aceno educado de cabeça, seguindo para dentro da academia quando recebia a permissão para isso.*

*Os jardins da Academia também era uma outra visão impressionante, novamente um trabalho de magia, algo de se esperar num local como aquele. E ao adentrar no prédio da Academia, e vendo aqueles livros fazia o bardo querer ficar ali por horas, e talvez o fizesse quando isso tudo acabasse, mas por hora seguia com o grupo, que agora incluía os outros recém-chegados, indo até uma ampla sala. Quando o anão apresentava para Vedännia o grupo que estava com ele, o qual era bem diferente, Kainan fazia uma mensura com a cabeça.*

-- É uma honra conhecê-los, apenas lamento que seja em circunstâncias tão sombrias, ainda mais falhar numa missão tão importante...*O bardo se voltava para ranger chamada Fuinë, e dizia num tom triste.*-- E é uma pessoa brava, senhorita Fuinë, muitos teriam desistido ao passarem por algo assim. Queria poder fazer algo para ajudar...

*Kainan voltava sua atenção para a reitora, que falava sobre a missão, algo que já era sabido, completando com uma informação o outro grupo provavelmente não saberia: a fuga do Usurpado de sua prisão. O bardo agradecia a bebida quente, tomando um gole, sentindo seu corpo se aquecer mais, e enquanto tomava a bebida, escutava Lady Cristal-Negro falando sobre um acampamento de minotauros encontrado pelo outro grupo, o que representava um outro perigo para as Uivantes, e embora essa também fosse preocupante, não se comparava com um dragão maligno a solta*

"Se esses soldados forem como os poucos minotauros que vi na cidade, isso será um problema..."

*As explicações continuava, e Kainan escutava atento a cada palavra, especialmente quando falavam sobre o tomo que falava sobre um poderoso artefato que poderia ressuscitar a Rainha das Uivantes, um cetro que teria sido criado a mando de Khalmyr - o Deus da Justiça - ao ver a preocupação de Beluhga com seus súditos. Apesar de seu paradeiro era desconhecido, mesmo havendo das diferentes lendas, ainda havia uma pista aparentemente promissora: um poderoso mago que se encontrava na capital das Uivantes.*

"Acho que esta missão será bem-sucedida, haverá mais recursos e aliados."

*Quando Goradar falava sobre partir para capital num caravana, e que o grupo poderia ir com ele ou partir mais cedo, Kainan já se decidira a esperar pelo não, pois aquela era a melhor opção, já que havia segurança em números. Além disso, ficaria também por causa das coisas que a reitora oferecera ao grupo, que iam desde uma base na cidade, até acesso à biblioteca.*

-- Eu desejo ficar na cidade durante esses dias, aprender mais sobre ela, me preparar para essa importantíssima missão, e, se possível usar da bliblioteca para aprender mais. E falando nela*Kainan abria sua mochila, colocando três livros - os quais eram "A Origem dos Reis Dragões", "A Fundação da Masmorra de Behlow" e Juramento dos Guardiões da Prisão -sobre a mesa, tendo cuidado para não colocar em cima do mapa e nem outra coisa importante.*-- gostaria de doar estes para a biblioteca, pois aqui eles serão melhores aproveitados, isso é, se a senhora aceitar eles, reitora. E eu também gostaria de saber se a Academia estaria interessada em comprar alguns fragmentos de gelo eterno que adquirir ao lutar contra alguns golens, talvez possam usar em suas poçõees

*Kainan esperava a resposta da reitora, guardando aquilo que ela não aceitasse como doação,e então virava-se a o grupo, e dizia de forma educada.*

-- Novamente, é um prazer conhecê-los. Eu vou seguir par ao solar, quero conhecer o local, além de estudar outros livros que consegui.

*E com estas palavras, Kainan seguia o solar, pois ainda planeja ler um dos livros achados na prisão do Usurpador, mais precisamente o de geografia, pois, embora muita coisa tivesse mudado desde que ele fora feito, saber o que havia antes ali poderia ajudar a saber que locais o dragão poderia querer ir.*

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LuxFero
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Re: Desbravadores de Arton - Expedição às Montanhas Uivantes

Mensagem por LuxFero » 18 Fev 2015, 17:27

*Quando Eoron chegava até aos portões, viu um mago glacial, um orc ( ou meio-orc) e um jovem humano aparentemente das Uivantes, que acenou para o grupo com a cabeça, o que o elfo cordialmente respondeu igualmente.*

*A academia era estondeante, o elfo pensava em quantas coisas poderiam havem dentro das montanhas de livros que haviam, e gostaria de passar algum tempo nelas, se pudesse, mesmo que isso significasse se desviar da missão de sua familia. Quando o humano das Uivantes se apresentou o elfo curvou-se delicadamente e falou de maneira leve.*

-- É igualmente um prazer, e eu espero que, para ambos os lados, haja mais sorte em nossos caminhos.

*Agora Eoron escutava atentamente a reitora, escutando atentamente a cada informação dada por ela. Quando lady Cristal-Negro lhe ofereceu a possibilidade de ficar e treinar na academia, o elfo fica extasiado. Poderia usar tal oportunidade para aprender mais sobre magia e teria diversas aberturas e liberdade para procurar os artefatos de sua familia, que, diziam rumores, poderiam estar nas Montanhas Uivantes*

-- Lady Cristal-Negro, é uma honra poder estudar em sua maravilhosa academia e estou ansioso para começar, assim que a senhora me permitir.

*Caso a reitora lhe indique para que começe os estudos imediatamente Eoron pegaria uma chave e a seguiria, caso contrario, pegaria uma chave, guardaria seus pertences em seu quarto e tomaria um banho e passearia pela cidade, então jantaria e iria dormir.*

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