Dead End

Dthanatus
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Dead End

Mensagem por Dthanatus » 27 Fev 2014, 19:16

-- Sentem-se crianças. Dizia a mulher, ainda jovem, seu oficio: contadora de histórias. Com calma, há espaço para todos.

Era o quadragésimo quinto dia de verão e as longas e pesadas vestes clericais tornavam o calor inclemente em uma verdadeira penitência. Lá estavam as crianças e ela, sob a copa de uma gigante seringueira crescia a séculos ao lado do orfanato, dia após dias a mesma tarefa, entreter os pequeninos com histórias que passassem os valores exigidos pela coroa para as crianças, para que um dia aqueles que passassem pela roda dos rejeitados pudessem ser bons cidadãos e trabalharem como escravos apenas por pão e água mansos como cordeiros. Ela inspirou fundo, então sua história começou.

-- Há muito, muito tempo atrás, muito longe daqui, havia um vasto reino, e dezenas de povos viviam em harmonia, seu rei era justo e bom. E nesse reino haviam heróis fortes e destemidos, guerreiros valentes, magos prodigiosos e homens que com sua fé podiam mover o mundo. O nome do reino era Deheon...
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Dthanatus
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Valkarya, 86º dia de Inverno de 1394

Mensagem por Dthanatus » 03 Mar 2014, 08:36

Na cidade das cidades, onde nasceu o Reinado, um evento raro atraia curiosidade, despertando admiração, atiçando esperanças e temor. Durante a madrugada as estrelas apagaram-se brevemente enquanto um imenso e misterioso cometa vermelho cruzava os céus.
Milhares observavam aquilo que chamavam de fenômeno celestial raro ignorantes sobre o fato que no interior daquela bola de fogo, jazia uma pequena vida, entorpecida pela magica que a trouxera Kassandra observava a tudo como um sonho borrado, mas a gigantesca estatua de pedra estava vívida, imponente, majestosa. Era uma mulher exuberante suplicando com olhos copiosos, algo que tocava fundo o coração. Então veio o impacto, a magia chegava ao fim e Kassandra ao seu destino.

Seu impacto no solo abriu uma imensa cratera e as chamas devastaram a plantação. O incêndio. As chamas não a assustaram de inicio, mas após pouco tempo ela começou a sentir seu corpo arder, a fumaça a queimava por dentro, ela tentou fugir, e de longe pode ouvir diversos homens, gritavam ao longe, suas tochas em mãos. Num medo instintivo de algo que ela jamais haviam visto, fuga, cansaço um tropeção e um grito, então sombras e o frio. Seria a morte!?

Kassandra despertou três dias depois, um teto estranho, roupas estranhas, rostos estranhos. Um dos fazendeiros havia ouvido o grito da criança e correu, a encontrou nua, inconsciente e com a cabeça ferida, julgou que fugindo do fogo, havia tropeçado e batido a cabeça contra uma pedra. A criança estava faminta, havida devorado sozinha o suficiente para almoço e janta de toda a família. Um casal que possuía idade pra se preocupar em contar histórias para seus netos, eram os donos da fazendo, em seus rosto via-se o resultado de anos de trabalho árduo, suas duas filhas, mulheres feitas e seus maridos que como podiam ajudavam nos afazeres, a mulher mais nova teria o dobro de sua própria idade, julgava Kassandra. Por fim um rapaz ja um homem feito, porém visivelmente mais novo, em seus 15 anos, observava fixamente a menina, de forma que Kassandra sentia-se incomodada.

Passos na madrugada, Kassandra acordará com o som de sua porta se fechando. Lá estava o rapaz, Willheim seu nome, uma das mãos dele estava oculta atrás de seu corpo.
-- Você acordou!? Não queria te incomodar, minha cama é confortável!? O rapaz falava, um sorriso cruel em seus lábios, Kassandra tentou falar, mas o jovem era rápido, e atravessou a curta distância entre a porta e a cama com a velocidade de uma serpente em seu bote. --Silêncio vadia, ou eu corto a sua garganta! A mão que o rapaz escondia atrás de seu corpo portava uma faca, uma faca que estava na garganta de Kassandra.
-- Você come bastante pra quem é tão magra, então que tal se seu te ajudar a gastar tudo aquilo que comeu!? A mão de Willheim subia-lhe o tornozelo e a panturilha, seu toque era asqueroso, medo, nojo e por fim ódio. Então veio o fogo, Willheim gritava, não mais um jovem, mas uma pira humana, o fedor de carne e gorduras vivam queimando, os gritos do rapaz acordaram a casa, e Kassandra entrou em pânico, mas sua magica jorrava, de seus olhos e sua bora de seu corpo, a casa, Willheim, seus pais, irmãs e cunhados, a pequena fazenda e seu animais tudo ardia num mar escarlate insensível.

Uma segunda vez Kassandra corria sozinha, nua, vertendo lagrimas de fogo, em direção a uma floresta, e lá chorou por uma noite inteira, esse era um mundo estranho, cruel, solitário, o mundo que devorará sua mãe a tentava devorar, então uma brisa quente balançou seus cabelos vermelhos, e ao seu lado ela notou suas antigas roupas, um sinal. Na direção que soprava a brisa, ela podia ver ao longe uma mulher, um colosso de pedra, a jovem secou suas lágrimas, vestiu-se e pôs-se a andar, seu destino: Valkarya

Dthanatus
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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por Dthanatus » 03 Mar 2014, 09:17

-- Um brinde!

O salão estava lotado, centenas de homens e mulheres bebiam, falavam e riam, em seus trajes elegantes, peles, couro, prata, ouro, jóias.
E no centro do salão Adrien, braços dados a sua noiva. Felizes, Adrien odiava isso, pois era uma mentira. Essas pessoas com nada se importavam exceto consigo mesmas, "amigos", "parentes", "conjugues", nada importava, apenas elas mesmas, então elas mentiam, mentiam em seus votos, mentiam em sua confiança, mentiam em seus amores. Adrien odiava isso, mas mesmo assim, o paladino ali estava, verdadeiramente feliz, trocando votos de noivado verdadeiros, com uma mulher que sabia ele, ter sido escolhida perfeitamente para ele.

Um cometa vermelho cingiu a valsa dos noivos e os céus de Valkarya. E No salão exclamavam "vermelho a cor da paixão", outros diziam "o fogo do coração dos noivos".

Adien estava feliz.

Quatros dias após a festa Adrien soube que uma fazendo e todos que moravam lá haviam morrido num incêndio, aparentemente o filho mais novo dos donos da fazendo havia derrubado uma vela em sua cama, o fogo espalha-se rápido em dias secos de calor, mas era inverno, isso era estranho.

Adrien seguia, o casamento ja estava marcado, seria chefe de uma fámilia, logo teria filhos, e viveria bem, ao lado de uma esposa verdadeira, sob as graças de Khalmyr.
Talvez tivesse de deixar sua carreira de aventureiro por um tempo, crianças necessitavam de cuidado e disciplina rígida, mas seria por uma boa causa, e bem não seria para sempre. Adrien estava cheio de esperanças enquanto olhava ao longe a estátua de Valkarya.

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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por Dthanatus » 03 Mar 2014, 09:45

O cheiro do ouro. Axl conhecia bem, as pessoas sempre pagavam, por uma segurança bem feita, por suas vidas poupadas, pelo sangue de seus inimigos, pelas cargas intactas, e desta vez, pagavam pela presa capturada.

Um nobre pomposo, preguiçoso e de procedência duvidosa, havia contratado Axl para uma missão tão duvidosa quanto. Resgatas uma jovem donzela que havia sido subtraida por um grupo de marginais, foi relativamente fácil, porretes e facas não representavam ameaça, passar por eles foi simples, a jovem brigou, recusava-se a acompanhar seu salvador, e proferia barbaridade: "demônio", "monstro", "assassino", "aberração". Um golpe na nuca, cordas e mordaças, e lá estava ela, frente a frente com aquele que financiou seu salvador. Axl sabia o que aconteceria, mas aquilo não era seu assunto, seu assunto era o ouro. Ouro este devidamente bem empregado num bordel, o bairro vermelho de Valkarya era realmente o lugar mais receptivo da cidade, ninguém pergunta quem você é, ninguém questiona a origem de sua riqueza, apenas aceitam o seu ouro e te tratam bem. Havia bom vinho, boa comida, mulheres e a solidão necessária. num instante todos correram paras as janelas, e observavam maravilhados, cochichavam sore boa sorte, saúde, amor e ira dos deuses, tolice, Axl pensava em sua mente.

Então saiu e o contemplou.

Seus olhos arderam e sentiu um imensa queimação em seu peito, ele conhecia bem esta sensação. Puro ódio! Aquele cometa o desagradava, algo nele estava errado, aquilo não deveria existir, cada fibra de Axl urrava pra que aquilo fosse destruído, então o cometa sumiu. A sensação passou fosse outro Axl riria disso, mas aquilo realmente não tinha graça, conferiu sua algibeira, e em meio as moedas que aquele nobre havia entregue encontrou havia uma caveira, com a coluna descendo, a partir do crânio era algo realmente estranho, voltando ao bordel, mais uma garrafa de vinho, a noite seria longa...

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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por Dthanatus » 03 Mar 2014, 10:12

Valkarya era uma lugar estranho, arquitetura estranha, comidas estranhas, língua estranha. Mesmo após 5 anos Kenji não conseguia realmente aceitar a situação, caminhar por aquelas ruas, tão diferentes de Tamu-ra era estranho, uma estátua gigante de uma mulher nua, era seu principal ponto de referência, durante o dia era difícil reconhecer as ruas, durante a noite ainda mais.

Um cometa cruzou os céus, vermelho, flamejante, assustador, mas seu brilho o ajudara a identificar seu caminho, faltava pouco para o dojo, para poder voltar a ver algo realmente familiar.

Em casa finalmente, Kenji sentia-se mais confortável no dojo, nos últimos dias uma inquietação corroía sua alma, e hoje este cometa.
Em sua meditação, Kenji sonhava, e em seus sonhos ele viu, um campo de cerejeiras, balançavam em meio a uma brisa leve de verão, haviam passos muitos deles um exercito marchava, com suas bandeiras, e então o fogo devorou as cerejeiras, deixando a terra estéril, e o céu chorou, suas lagrimas feriram a terra, que se dividiu e em seu núcleo aberto residia um pergaminho de papel arroz, nesse lugar um velho praticava, nas paredes milhares de kanjis, todos iguais, significavam vida. O kanji de seu dojo

Kenji não conseguia interpretar, mas quando seus olhos abriram o pergaminho de caligrafia sobre o altar do dojo havia caido, Kenji o recolheu e decidiu dormir, havia muito o que fazer.

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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por Dthanatus » 03 Mar 2014, 11:27

O homem subia furiosamente as escadas, de frente a uma porta ele batia violentamente.

--Samasha, abra esta porta imediatamente, esta foi a ultima vez! Como vai ficar minha reputação!? As pessoas já estão começando a falar! Você já passou e muito da idade deste tipo de brincadeira!!

Ele arrombou a porta, do fundo de sua alma, desejava não telo feito. Discussão, gritos, e uma cena que rasgaria sua mente pra toda sempre. Samasha morreu, uma punhalada na garganta, ela viu a escuridão.

E em sua morte, ela viu, um cavaleiro montado sobre um rato, empunhava uma ave viva como arma, e ceifava a vida de inúmeros moinhos que marchavam sob o som de um coral de sapos. E a meia noite o céu chovia uma tempestade de girassóis azuis que apagavam a luz do sol.
E o som dos dados, eles rolavam, livremente morro a cima até o céu, um mar de dados multicoloridos, formava ondas gigantescas. No riscava um cometa vermelho, fogo, sobre os céus de Valkarya, ela era uma nuvem e viu o cometa e a cidade e então o fogo.

E caiu.

Ao acordar Samasha estava coberta de lama verde, largada numa clareira, em sua mão havia um dado. Ela se limpou e começou a caminhar, seu destino Valkarya.

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Valkarya, 9º dia da Primavera de 1935

Mensagem por Dthanatus » 03 Mar 2014, 17:46

Dias passaram-se, 15 longos dias de curtas horas, a roda do destino rodava.

Kassandra pragueja contra este mundo, primeiro a desgraça na fazenda e agora isso, seu dinheiro estava acabando, e com sua pouca idade e nenhuma história neste mundo não conseguia obter dinheiro, nem mesmo um quarto pra dormir, estava a dias dormindo num convento mantido por clérigas de Lena, jovem demais pra ser adulta, velha demais pra ser criança. Vagava por Valkarya, trabalhara por uns poucos dias numa ou outra estalagem ou taverna, mas sempre acabava da mesma forma, posta porta afora por brigar com os clientes, houve um que ela quebrou-lhe o nariz num soco, ao ouvir algum gracejo, o mundo novamente ameaçava engoli-la.

Adrien mantinha sua postura, desde o dia de sua festa de noivado o mundo caminhava bem, planejava juntar-se a um grupo que sairia de Valkarya rumo a Bielefeld, onde talvez se uniria a Ordem dos Cavaleiros da Luz, ao menos visitaria a ordem de cavalaria. Era isto que tinha em mente.

Todos seguiam suas vidas, e por uma razão ou outra, estavam naquele lugar, próximos a uma fonte, um homem, vestino numa brunea simples, portava um longo pergaminho, subiu num caixote e exclamou a plenos pulmões:

-- Ouçam todos! Por decreto e vontade de sua majestade, Thormy III, coroado sob as graças de Valkarya e Khalmyr Rei de Deheon e Imperador do Reinado. Lord Samoied, Barão de Vooldieum, torna-se donatário das regiões que incluem a Favela dos Goblins e o Bairro Vermelho e suas cercanias tendo autoridade sobre a milícia e todas as suas famílias. Khalmyr e Valkarya sejam benditos!

Após a pronuncia, o miliciano sacara outro pergaminho, e novamente erguia a voz.

-- Lord Samoied, Barão de Vooldeium, convoca todos os homens de bem ao trabalho. Visando o bem estar público e saúde geral de nosso povo, Barão Samoied oferece uma recompensa a todos aqueles que se voluntariarem na exterminação da praga de ratos que assola este distrito. Aqueles que, movidos de boa fé e desejo genuíno de auxiliarem nossa terra devem apresentarem-se ao Sargento Richard na base miliciada, três quadras ao sul, onde serão devidamente informados da tarefa, e também onde receberão sua futura e possível recompensa.

Kassandra, Adrien, Kenji, Samasha, Axl, todos passavam por ali, apenas mais entre os tipos exóticos de Valkarya, e ouviram o pronunciado. Ouviram tão bem quanto ouviram o mesmo miliciano dizer a um tipo maltrapilho que a recompensa seria de 5 tibares de prata por rato morto, e mais 300 tibares de ouro caso a fonte da infestação fosse descoberta e eliminada.

Barão Samoied, um nome de Axl conhecia bem, fora seu ultimo contratante, aquele que pagou uma boa quantia em ouro pelo resgate de uma jovem que parecia não querer voltar a seu bem-feitor. Kenji normalmente não se interessaria, mas o peso do ouro era grande, e pelo mesmo motivo Kassandra se interessou, bom ouro o suficiente talvez pra poder tomar seu rumo traçado e viver melhor neste mundo estranho. Adrien apenas suspeitava, um nobre ascendente, com tanta autoridade em tão pouco tempo, oferecendo tanto ouro, de toda forma os ratos realmente incomodavam. Samasha apenas achou divertido.

Todos caminharam.

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John Lessard
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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por John Lessard » 03 Mar 2014, 19:16

Axl ouviu o pronunciado. Então mais uma vez a oportunidade batia em sua porta, ou qualquer coisa que servisse, afinal não tinha uma porta realmente.

O contratante tratava-se do mesmo que pagara para ele resgatar aquela vadia fresca, que não queria ir com ele, patética. O sulfure teria a deixado lá de bom grado, se não precisasse receber sua recompensa.

Geralmente Axl tinha uma relação de amor e ódio com nobres. A maioria são excelentes contratantes, sempre com bons serviços, sejam eles honestos ou não, mas como nada na vida é perfeito a maioria é extremamente irritante, com assuntos chatos e mesquinhos. Uma tremenda perda de tempo.

O serviço que estava a sua frente parecia promissor. Matar ratos por prata? Isso era uma maravilha, sem contar no ouro que o mercenário estava certo que ganharia ao encontrar a maldita ratazana que estava dando a luz a esses bastardos.

Seguiu para aceitar o trabalho, em mente que seria conveniente arrumar um saco, para guardar os cadáveres e mostrar para seja lé quem fosse conferir tudo.
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Lannister
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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por Lannister » 03 Mar 2014, 21:18

-Pocaria de lugar-Kassandra esbravejava enquanto retirava o avental sujo na calçada, novamente fora expulsa de seu emprego, tudo na sua vida era temporário e ela odiava isso, respirou fundo tentando se acalmar encostou-se numa parede de pedra fira próximo a praça, sentou-se e abraçou as pernas, deixou ciar algumas lágrimas, apesar de tudo ela se sentia sozinha,mas o choro foi apenas por alguns segundos, não podia ser fraca, tinha uma missão a cumprir e já havia perdido muito tempo, precisava de poder e riqueza era a unica maneira.

Virou-se ou ouvir um milico gritar no meio da praça ganhando a atenção de todos, incluindo a dela-Por que eles sempre chamam os homens,sou tão boa quanto um.-Ele falava varias coisas idiotas e inúteis sobre um nobre, sobre o imperador, baboseiras. Mas então algo que lhe chamou atenção, ouro, moedas de ouro, 300 delas, isso era mais do que podeira ganhar trabalhando por anos, agora entendia por que os aventureiros que sempre apareciam na taberna pediam tudo do bom e do melhor.-Interessante...-Kassandra se levantou e limpou suas vestes, correu pelas ruas em direção ao local marcado, enquanto andava ela parou, algo lhe chamou a atenção, cabelos longos e avermelhados, como os seus, mas era um vermelho diferente, como sangue, ela o seguia, ela estava maravilhada por mais que ele parecesse estranho, ela estava encantada.,mas logo voltou seu foco para o que pretendia, o difícil seria convencê-los de que era capaz.
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Necross
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Re: Preludio - ATO 1

Mensagem por Necross » 03 Mar 2014, 21:42

Samasha olha para um lado, olha para o outro, pensou nas possibilidades, e prestar serviço para um nobre, já mostrava para todos que de fato ela É uma aventureira, então...
-Porque não? - Falou em voz alta antes de sair em direção ao que a milícia indicara, e olhando para um garotinho que estava encarando, disse, com sorriso nos lábios:
-Está na hora de um pouco de CAOS...
Conheçam Dynx, o Paladino da Esperança!
E Perninhas, sua fiel amiga e escudeira!
Paladino(de Nimb) 5/Ladino 2/Ginete de Namalkah 5
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