Ato 2.5 ~ Lua de Prata

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Inoue91
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Inoue91 » 17 Jan 2020, 19:18

Carlos

— Eu apenas subi até lá da última vez que estive por lá, é uma bonita vista sem contar que o cosmo lá age de uma maneira diferente, acredito que apenas lá conseguiremos a resposta que estamos procurando.

Carlos se ajeitava no assento em que estava, ao ouvir a pergunta de Celilia sobre as armaduras negras, sua atenção voltava para Hera, queria ouvir o que a amazona tinha a dizer, pois assim quem sabe ele teria alguma resposta das muitas perguntas que tinha sobre este assunto.

— Durante nossa luta, eles falaram que as armaduras negras deles eram originais e não apenas uma cópia isso me deixou um pouco mais curioso para saber o que seriam estas armaduras negras, e qual o significado da minha, já que pelo que me contaram a armadura original de Pégaso foi destruída e está estaria entrando em seu lugar.

Esperava por uma reposta, mas caso Katia ou Hera ainda não dessem uma resposta convincente, decidia manter-se em silencio.

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Keitarô
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Keitarô » 18 Jan 2020, 14:58

Amaretsu

Remo virou-se ouvindo o suplício de Amaretsu. Sorriu simpático à guerreira.

— Eu não sou seu irmão, porque sou muito mais velho… e eu não tive irmãos em minha família. Mas fico lisonjeado com sua suposição.

Ele ajudou Amaretsu a se levantar, e caminhou na direção de Órion, observando-o. O cavaleiro negro tateava o que para Amaretsu parecia ser uma parede invisível, sem sucesso.

— Ele não nos verá por um tempo. Eu consigo tirá-la do poder mental dele, porque é muito similar ao meu. Eu sou mais poderoso, porém. Mas, como estou eu mesmo projetado nesta realidade, meu poder já está menor do que deveria. Eu não consigo localizá-la com precisão, nem tirá-la de onde está. Mas posso encontrar a pessoa que você está me dizendo, e avisá-la de seu paradeiro. Se me permite, não o farei pessoalmente… não quero aparecer… mas eles saberão.

Ele se virou para Amaretsu.

— Lutar contra Órion não fará com que eu o vence de verdade, mas pode te libertar de volta ao seu corpo real enquanto eu o mantenho em combate aqui. Isso seria, a princípio, inútil, já que você não pode se libertar diretamente… mas há outro Cosmo poderoso próximo. Eu não sei de quem é, mas foi ele quem abriu a brecha para que eu entrasse aqui.

— Você tem algum plano para caso eu a liberte do controle mental, de volta ao lugar onde você está? — ele olhou para a imagem mental de Amaretsu presa.

Tenzi, Cecilia e Carlos

— Kain de Erídano… o nome não me é estranho, mas não consigo lembrar — disse Hera, pensativa.

— Eu também não lembro — disse Kátia —, mas podemos verificar nos registros de antigos cavaleiros. Se encontrarmos seu nome, ele realmente foi santo de Erídano; caso contrário, apenas ostenta uma armadura negra falsa.

— Quanto aos cavaleiros negros, Cinzel deu a melhor resposta que pôde, Tenzi — completou Kátia, pelo rádio, observando da cabine frontal. — Há diversas estórias mesmo dentro dos mitos dos santos de Atena que tentam explicar o surgimento dessas armaduras, mas todas elas possuem pontos sem resposta. O que temos de mais aceito é esta versão que ele contou, com uma parte adicional conhecida por poucos, senão os que passaram muito tempo investigando o assunto nas bibliotecas do Santuário e do Mestre. Como eu!

Kátia sorriu vitoriosa.

— Mexer com as armaduras é um talento antigo possuído em totalidade apenas pelos descendentes muvianos, como Tenzi. Aqueles que tentaram reproduzir armaduras sem o conhecimento correto criaram as primeiras armaduras falsas, que, por serem sem vida, tornaram-se negras em virtude dos componentes complexos não estarem energizados com o Cosmo da constelação. É mais complexo que isso, mas é o que entendi e consegui interpretar. Armaduras negras falsas, porém, possuem um preto distinto da armadura de Carlos, que possui o Cosmo de Pégaso. Há uma lenda muviana que afirma ser possível haver mais de uma armadura por constelação, uma principal, lendária, e uma sombra, sua versão invertida, mas ainda assim, parte da Constelação.

Ela deu de ombros.

— Até algum tempo atrás isso foi tido como lenda, porque nunca se viu uma armadura negra que fosse legítima. Na maior parte das vezes que um guerreiro egoísta vestiu uma armadura negra, ela era falsa, e se tornava mais forte que uma armadura normal apenas porque o guerreiro é treinado no próprio Cosmo. Um cavaleiro negro assim, porém, jamais terá a força de um santo com sua armadura verdadeira banhada em Cosmo da constelação. Foi há algum tempo que percebemos a possibilidade de Pégaso Negro existir, pelos pulsos de Cosmo que ela emitia da ilha Kanon. Guardamos a ideia em segredo por precaução do que poderia acontecer se tal informação fosse descoberta.

— Como a Sombra de uma armadura é concebida, não sabemos. Não deveria haver uma artífice para isso. Mesmo Atlas e o líder de Jamiel desconhecem. Mas existe. Carlos é prova disso. A armadura principal de Pégaso, que foi destruída, se completa com sua Sombra… mas, como a verdadeira armadura sumiu, é como se a Sombra fosse a verdadeira, agora. Essa é minha opinião, e a do Mestre do Santuário, também.

Carlos, em suas visões do Pégaso preso, sempre o via com uma armadura completa cujo Cosmo se confundia ao próprio cavaleiro, sugerindo ser a armadura original.
Dados:
Amaretsu manteve o uso de Comunicação e Ligação Natural, mas não Aliado, porque não é necessário. Assim, sobra 1 PE temporário para uso posterior qualquer.

Amaretsu: 20/20 PVs, 20/20 PMs; sem dados da armadura; Comunicação e Ligação Natural (Carlos); 1 PEt.
Tenzi: 8/15 PVs, 31/35 PMs; 13/15 cargas; Sugoi.
Cecilia: 13/25 PVs, 15/55 PMs; 13/15 cargas; Sugoi.
Carlos: 6/25 PVs, 55/69 PMs; 22/25 cargas.

Próxima atualização: dia 20.01.2020, segunda-feira.

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Pontus Maximus
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Pontus Maximus » 18 Jan 2020, 21:41

Amaretsu:

Estou aflita, há outro Cosmo poderoso além do Órion e do Remo, então olhei para ele depois de me levantar eu o interroguei:

- O quê? Outro Cosmo me vigia? Afinal o que querem de mim? Por favor Remo leve essa mensagem ao Pégaso Negro, meu amado, minha mãe, meus amigos, todos precisam saber onde estou, obrigada por levar minha "carta" para ele, e é melhor que você não o enfrente já que no momento você Remo não está com plenos poderes, prefiro que apenas me liberte desse pesadelo e me faça voltar ao meu estado normal, Serpus tem controle quase absoluto aqui e isso me assusta ainda mais, não sei quanto ódio ele sente pelos lobisomens.

Quando ele me perguntou sobre algum plano de fuga eu fui sincera:

- Não Remo, não tenho plano nenhum, antes de vir para cá ouvi um rumor de roubo de tecnologia, eles conseguiram, minha Armadura de Aço está com eles (ou pelo menos o que restou dela) ,seja como for eu não sei se seria seguro usá-la pois os seus sistemas podem ter sido hackeados, ela não é a mais avançada das armaduras mas é um bom modelo para se copiar, a Armada de Aço é que possui as melhores de todas.

-Remo eu fui vendida por Mercenários para um comprador desconhecido, eu te peço, apenas me tira dessa ilusão e chame ajuda, e eu preciso saber de um ponto: Você tem uma estimativa aproximada de onde eu esteja? Se não souber tudo bem, eu te agradeço mesmo assim. Mas ao que tudo indica eu devo estar em uma base militar abandonada possivelmente.

Então andando de um lado para o outro por alguns instantes eu me lembrei de Máquina Pneumática na casa de Gêmeos.

-Remo, em meu combate treino com Atena na Casa de Gêmeos a Armadura de Máquina Pneumática me ajudou vindo do céu até mim, não cheguei a usar mas ela me defendeu, como estou presa nas mãos do maior Caçador da Grécia eu teria que usar essa Armadura de Bronze para ter alguma chance, ela possui uma forte defesa contra relâmpagos, mas eu não sei como chamá - la para utilizar temporariamente sua proteção, não tenho todo esse poder ainda.

Estava tensa, preciso de ajuda.

-Remo, Serpus de Órion não trabalha sozinho, a outros Mercenários por aqui, por hora vou tentar levantar aquela guerreira que se perdeu e esperar que tenha alguma chance de escapar.

Era nítido ao Remo que eu estou com medo, ser capturada é o meu pesadelo que se tornou realidade.

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Galahad
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Galahad » 19 Jan 2020, 15:52

Tenzi

Após as explicações de Kátia e Hera, não havia muito mais a ser discutido, já que precisariam chegar ao Santuário para decidirem os próximos passos.

— Na verdade... — voltava a se manifestar — o Grande Mestre disse que Kain morreu após ter sido considerado um criminoso ao tentar roubar informações da biblioteca mencionada por vocês, além de ter tentado levar um artefato específico. Mas que artefato seria esse, o Mestre não mencionou e eu não questionei devido à urgência de vir para cá.

Tenzi pausava, dando tempo para todos assimilarem aquelas informações.

— Na verdade, senhorita Kátia. Enquanto estava conversando com o Mestre, diante da casa de Câncer, sentimos uma intuição ruim, vindo através de Cosmo, e ele disse "Kátia está em perigo", me enviando para cá com a ajuda de Gêmeos, casa e armadura neste caso.

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Nulo
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Nulo » 19 Jan 2020, 21:46

Cecilia

— Hmm, então as histórias divergem um pouco...

A parte de um morto-vivo que Tenzi havia explicado a deixava encucada, mas não parecia tão surreal agora que estava nesse mundo.

"Pessoas más que não foram escolhidas por uma constelação, armaduras falsas, armaduras originais, morto-vivo, artefato roubado...Realmente, é um tópico complicado. O que será que ele tentou roubar, todavia?"

Se nem o povo responsável pela fabricação dessas armaduras sabia, não seria Cecilia que iria desvendar tal mistério agora. Todavia, o artefato a deixava curiosa. Será que o grande mestre iria dizer algo sobre isso? Tirando isso, não tinha nada para adicionar ao tópico agora. Dessa vez a viagem de helicóptero parecia que seria tranquila, então decidia remover a armadura, colocando-a na urna novamente, e descansar um pouco. Talvez se possível cochilar. Seu corpo ainda estava ferido e era sempre bom um tempo para arrumar as ideias na cabeça.

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Inoue91
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Inoue91 » 21 Jan 2020, 20:22

Carlos

Carlos levava a mão ao queixo despois de finalmente ouvir as explicações que queria, refletia um pouco sobre o assunto, era muita informação para ser assimilada, dava uma rápida coçada no lado esquerdo de sua cabeça e então dizia.

— É muita coisa para pensar e pesquisar, acho que irei ficar mais tempo naquela biblioteca do que eu imaginei — Mas essas armaduras, elas conseguem coletar o cosmo da constelação ? E bem... Quando maior uma luz, maior a sombra que ela irá produzir não ?

Novamente Carlos voltava a refletir sobre o que ele havia escutado, ele lembrava das visões que tinha de Pégaso preso, talvez isso pudesse ajudar a obter outras respostas, afinal ele não havia comentando muito sobre o assunto e Katia poderia ter alguma noção do que ela poderia significar.

— Eu não sei se isso pode significar alguma coisa, mas ultimamente eu tenho tido alguns sonhos e visões com o que eu acho ser último usuário da armadura de Pégaso, ele está fazendo muito esforço para segurar um imenso pilar que está caindo, eu não consigo fazer uma boa leitura do cosmo, é como se o cosmo dele se fundisse com a armadura, e é como se eu estivesse pegando um pouco deste cosmo

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Keitarô
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Keitarô » 21 Jan 2020, 21:31

Amaretsu

Remo fechou os olhos e suspirou.

— Não consigo uma leitura direta de sua posição. Mas, avaliando a vibração de seu Cosmo, de onde estava, me pareceu algo como… algum lugar no Oriente Médio. Quando eu tirá-la daqui, minha comunicação cortar-se-á. Talvez eles estejam usando alguma forma de suprimir Cosmo, ou leitura de energia… se estão atrás de tecnologias…

Remo, virado para Órion, estalou os dedos. A parede "invisível" que Órion socava repentinamente sumiu, ele se desequilibrando e caindo de queixo no chão. Remo riu, com Órion confuso na própria projeção. Serpus se levantou e começou a caminhar, olhando com cuidado aos arredores. Parecia não enxergar Amaretsu e Remo ainda.

— Teremos de contar com a sorte. Oxalá seu vigia goste de você, e te ajude a fugir fisicamente. Eu tentarei trabalhar em segundo plano, conforme você me disse.

O homem levantou a mão direita, o indicador apontando para cima. Cosmo dourado envolveu seu corpo, que começou a trepidar, como se sua imagem fosse sumir. "Tsc", ele lamentou. Imediatamente Serpus enxergou os dois, e começou a correr na direção da amazona.

— Máquina Pneumática… é uma constelação que me agrada. Chame-a com o coração, e ela será um espelho de sua alma. Defenda-se com o seu Ser, e arma ou tecnologia alguma será superior. Eu te vejo em breve!

A ponta do dedo de Remo brilhou, a aura de Cosmo formando uma translúcida figura familiar, com projeções anguladas para os lados, dois de cada; No topo da imagem, algo que lembrava um recipiente cilíndrico (um balde?) vazado na frente, de onde podia-se ver uma constelação. O que aquela aura significava não fazia sentido. O que importava, porém, é que toda aura se juntou ao disparo do dedo de Remo, abrindo uma fenda branca no "céu", espalhando-se aos lados como uma rachadura.

Remo sumiu, sem poder se manter ali. Serpus gritou e seu grito se tornou distante à medida que a metade da realidade em que Amaretsu estava ia se afastando, até colapsar em "inconsciente".

Amaretsu acordou e viu Serpus recostado na parede, como que dormindo profundamente. Ainda não havia voltado. Ela, por sua vez, tinha as correntes das algemas quebradas. Ao virar para trás e tentar entender o que aconteceu, viu dois desentupidores com os pedaços das correntes presos dentro da área de sucção. De alguma forma, a pessoa disparou e quebrou as amarras. Amaretsu ainda sentia a dor nos pulsos e pernas, em virtude da prata, mas ao menos podia se mexer.

A cela estava entreaberta.

Tenzi, Cecilia e Carlos

— Hum… teria sido isso considerado segredo ao ponto de nem mesmo eu ter sido informada? — Kátia cogitou, em dúvida. — Ou talvez… faça muito tempo, e seja anterior à minha chegada…

— O Mestre é muito antigo — disse Hera, criando outra hipótese. —, tradição comum a quase todos os papas de Atena, que vivem gerações para perpetuar o conhecimento considerado por estas novas gerações, antigo. Talvez Kain de Erídano sequer pertença a este século…

Kátia olhou para Hera, séria. Com um movimento de cabeça, pareceu concordar.

— É possível. Ele é um homem misterioso, e não me surpreende que tenha percebido o perigo de tão longe, Tenzi. Há muitos segredos no Santuário, desde as casas zodiacais, passando pelo vale da cura, até a colina estelar. Alguns segredos são conhecidos por poucos, e muitos, por ninguém. Estou curiosa com o artefato…

O voo seguiu tranquilamente de volta ao Santuário. Além da dor dos ferimentos, a fome começou a apertar. Diante dos comentários de Carlos, Kátia completou:

— "Coletar Cosmo" eu não sei. Tudo o que se coloca energia, absorve um pouco e passa a ter aquela leitura. Era assim que magos faziam no passado, usando apetrechos para canalizar Cosmo, inclusive animando objetos e mais. Uma armadura negra vazia não deveria ter capacidade maior do que um objeto qualquer…

Ela sorriu com o comentário de Carlos sobre o Pégaso.

— O inconsciente é fonte de muitas respostas, e é por lá que o Cosmo flui. Talvez sua ligação com a Constelação esteja trazendo informações do que aconteceu… podemos falar mais sobre isso depois. Precisamos comer e falar com o Mestre, depois.

Desta vez o helicóptero pousou na grande área aberta entre a administração e a casa de Áries. Após deixá-los, o piloto saiu para pousar a aeronave onde esta deveria ficar guardada. Hera imediatamente fez menção a deixar o grupo, pois precisava relatar os acontecidos a Mika, sua superior, caso esta não soubesse. Assim que se dirigiram na direção da casa anexa de Kátia, uma surpresa, um Cosmo conhecido:

O Mestre lá estava, como que esperando. Kátia sorriu estranhamente aliviada.
Dados:

Amaretsu: 20/20 PVs, 20/20 PMs; sem dados da armadura; Comunicação e Ligação Natural (Carlos); 1 PEt.
Tenzi: 8/15 PVs, 31/35 PMs; 13/15 cargas; Sugoi.
Cecilia: 13/25 PVs, 15/55 PMs; 13/15 cargas; Sugoi.
Carlos: 6/25 PVs, 55/69 PMs; 22/25 cargas.

Próxima atualização: dia 23.01.2020, quinta-feira.

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Pontus Maximus
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Pontus Maximus » 22 Jan 2020, 18:06

Amaretsu:

Comecei a sentir o poder de Remo crescer e era impressionante:

-Remo você é um Cavaleiro? Vou encontra - lo e você poderá se tornar um Cavaleiro de Aço.

-Oriente Médio? Talvez eu encontre meu pai, ele é da Armada de Aço.

Não sei se Remo ouviu minha pergunta e minha proposta, mas eu estava grata, eu vi o Serpus vir em minha direção e me assustei, onde foi parar aquela guerreira destemidamente que eu sempre aprendi a ser? Ela está lá fora em algum lugar, eu só preciso sair daqui.

Logo após ver a "realidade" se partir como um espelho quebrado eu me via na cela, quando me movi eu sentia fortes dores nos pulsos e nos tornozelos, mas estava solta, levei a mão ao rosto e minha máscara estava lá, enquanto me livrava do resto das algemas e perceber que Serpus estava em "coma" profundo eu me levantei e fui em direção a ele, foi quando notei que a porta estava aberta, mas algo me chamou a atenção além disso, "Como desentupidores podem ser tão fortes" Essa é a assinatura do admirador secreto que tenho, mas quem será ele? Não sei o que é mais perigoso, ter um Caçador fanático romântico ou ser caçada pelo maior perseguidor da Grécia.

Tentei pegar aquele desentupidor como arma mas meus pulsos doíam muito então desisti logo de usa-los.

Seja como for eu precisava sair dali, precisava de armas e minha Armadura de Aço (ou o que restou dela) mas eu não posso usar meu cosmo, pois sei que se eu o fizer o Órion vai achar minha posição, eu poderia fazer contato com meu pai mas não se é prudente ainda.

Enquanto caminhava com dificuldades eu passei por Serpus, poderia usar minhas garras e matá-lo ali mesmo, mas eu sei que me arrependeria, não odeio mais meu sequestrador, ele não merece ter um fim tão trágico, atacá-lo indefeso como está seria um sacrilégio, esse homem não merece morrer, terei misericórdia então falei em voz alta uma rápida frase e comecei minha fuga.

-Serpus, você tem o meu perdão.

Sem mais delongas eu comecei a caminhar mais rápido pelo único caminho a minha frente, tinha que gemer de dor baixinho para não chamar atenção dos outros Mercenários.

Me lembro das palavras de Remo -" Lute com seu Ser, invoque Máquina Pneumática com o coração".

Não quero invocar a armadura sagrada, preciso superar isso tudo como Amazona de Aço, mas não nego que em último caso talvez (talvez) eu peça reforços cósmicos das estrelas. Então respiro fundo, aguço meus sentidos e busco descobrir uma rota de fuga, encontrar armas e uma armadura de Kevlar já ajudaria, por hora estou apenas com esse vestido, mas minha prioridade é fugir, depois eu recupero itens mundanos.

Em pensamento:
- Preciso ser furtiva, se houver câmeras de vigilância terei que ter ainda mais cuidado.

Vendo e ouvindo da melhor forma possível que um predador no papel de presa poderia fazer, meus olhos brilham uma tonalidade verde. Não posso perder muito mais tempo.

OFF: O PE temporário eu gasto comprando Visão no Escuro, Visão de Raio X e Audição Aguçada.

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Galahad
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Galahad » 22 Jan 2020, 19:46

Tenzi

Ainda que Carlos tenha falado abertamente sobre o sonho com antigo cavaleiro de Pégaso, Tenzi resolvera não questionar no momento, tanto por ver aquilo como algo pessoal, quanto por não querer dar uma opinião errada quanto a um assunto tão importante.

"Será que na verdade ele está vivo neste momento e conectado a Carlos através da "sombra"?"

Ao escutar sobre o Mestre ser muito antigo, Tenzi se pergunta se ele também passará por isso, não por achar que se tornará um Papa do Santuário, mas por ser um muviano que manipula o Cosmo.

"Bem, acho que se pensar depois."

Ao chegarem ao Santuário e sentirem o Cosmo do Mestre, Tenzi encarou a educara.

— Parece que iremos conversar com o Mestre antes de comer, não é?

"Talvez seja melhor guardar para mim o que Kain falou do Mestre..."

Se preparou então para seguir com o grupo, rumo á presença do Papa do Santuário.

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Nulo
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Re: Ato 2.5 ~ Lua de Prata

Mensagem por Nulo » 23 Jan 2020, 10:04

Cecilia

"Sonhos com o último usuário da armadura de pégaso?"

Cecilia sorria do assento onde ela estava, sem comentar muito sobre os sonhos que o rapaz tinha. Provavelmente significariam algo, o que a deixava um pouco preocupada ao lembrar-se das visões e sonhos que tivera. Seria seu destino de algum modo? No mais, permaneceria em uma contemplação silenciosa até o helicóptero pousar. Quando esse pousava...

— De volta.

Ela comemorava de um jeito contido o retorno, espreguiçando-se e colocando a urna nas costas. Sentia-se mais leve, por alguma razão. Talvez resultado das experiências obtidas. Descia do helicóptero, despedindo-se de Hera de uma maneira educada e logo seguia o grupo. O cosmo familiar a fazia parar, todavia.

"O Grande Mestre...?"

Os comentários sobre a idade dele ainda estavam frescos em sua mente. Num átimo a ideia de questionar aquela figura surgia em sua mente, mas logo desistia quando percebia que seria rude demais e nem tinha intimidade para com aquela pessoa para começo de conversa.

— Pelo jeito sim. Talvez ele queira um relatório sobre o que aconteceu no QG da Armada de Aço?

Iriam descobrir em breve.

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