Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

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Padre Judas
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Padre Judas » 27 Jan 2017, 14:02

O meio-eiradaan escuta o rei. Um semideus? Interessante. Por fim o rei o pergunta sobre como veio parar ali.
Yehudiah
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- Minha vinda foi uma surpresa também para mim, Majestade. Eu seguia para o sul, a fim de encontrar uma pessoa. Um homem que matou um deus, digamos assim. No caminho apareci aqui. Fui atacado por... coisinhas patéticas... e pelo Arauto. Lutamos e o derrotei - ou melhor, meus servos o derrotaram. Então este castelo apareceu. É um mistério.

- Hm... acho que entendo minha falha. Imaginei que ele precisava ser derrotado por alguém inocente, porque normalmente relacionamos “pureza” a “inocência”. Mas talvez pureza seja nossa condição. Sim, estou ciente dela. Não tenho alma, nunca tive. Nunca me fez falta, pra ser sincero.

- Pois bem. Parece que só há uma solução aqui, Majestade. Devemos enfrentar o Arauto. E mata-lo. De uma vez por todas.
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Rick
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Rick » 27 Jan 2017, 14:08

- Como chegamos aqui? - Zlaahael questiona Jaeger enquanto observava atentamente as elfas saírem, ainda confuso, mas sentindo um pouco de familiaridade naquele lugar.

Em seguida vê com surpresa seu mentor adentrar a sala. Encarava o elfo sério enquanto mexia seus membros de maneira discreta, testando a própria recuperação. As memórias com aquele elfo não eram tantas, boa parte delas perdida para sempre no tempo, encobertas pelo manto da rotina e mundanidade. Mas se lembrava de lições importantes, dos testes mais duros. Não tinha como esquecer daquele que ajudou tanto em sua formação, que lapidou seus talentos e ajudou a moldar seus princípios.

- Nae saian luume', yaaraer. - Fala ao elfo num tom de reverência.

O cavaleiro ouve com atenção à proposta de seu mentor. Permanecia pensativo por algum tempo, encarando as próprias mãos. Havia perdido tudo, o peso do passado era quase insuportável. Seria tão ruim assim dividir esse peso com outras pessoas? Com outros elfos, como ele? A angústia fica clara na face machucada do elfo. Ele consegue sentir o calor da alma de Telumendil junto de seu corpo e isso parece lhe dar uma injeção de decisão. Vingança. Era tudo que lhe restava. Ele já não era o mesmo que servira à Guarda Real, exilado por sua falha, uma vergonha para os companheiros.

- Seasamin. - Concorda, determinado. Em seguida olha para o atirador e se volta a Morion. - Vindita é o que me sobejou. Hei de aceitar fazer parte disto, mas não sou mais o mesmo elfo de outrora. Tenho meus próprios artifícios e princípios autocentrados. Dizei-me a cerca deste estratagema e hei de contar como irei secundar.

Zlaahael se ajeita, olhando em volta com certa apreensão e ansiedade. Ainda sentia-se horrível, mas envolver-se em algo do tipo poderia trazer algum alento, ou ao menos um propósito. Olhava ansioso para o local onde estavam, procurando outros elfos em busca da tranquilidade que estar em meio ao seu povo poderia lhe proporcionar. Caso não se sentisse bem, iria usar seu controle do vazio para negar seus ferimentos, apagando sua existência do próprio corpo calejado.
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Aldenor
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Aldenor » 27 Jan 2017, 14:22

Cecília suspirou entediada para Aurea.
Cecília
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*Svabol rinov
Resumiu-se a dizer enquanto cruzava os braços.

*"Tanto faz" em dracônico.
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Maggot
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Maggot » 07 Fev 2017, 19:52

Zlaahael

- Entenda... Existem elfos aqui que não gostam da ideia de ter você por perto. Existem lendas, boatos sobre você ser amaldiçoado, Herenyaavar. Por isso, sua função não será mais como membro da guarda real. Nem mesmo como general. Você não comandará homens, e não inspirará tropas. Mas você terá uma função tão importante quanto as nossas. Para o retorno da nação élfica, tivemos de abandonar conceitos élficos. Inicialmente, nossos deuses. Alguns dos Espadas de Glórienn foram para Tenebra, seguindo seu líder, Berforam. Outros, como eu, fomos para Keenn. E alguns foram para Tauron, seguindo a fraqueza de Glórienn. Então os deuses morreram. E muitos de nós não aguentaram. Hoje, os que estão aqui se mantém aqui por uma razão. Vingança. Abandonamos a xenofobia de nosso antigo povo, pois tivemos de engolir nosso orgulho. Os elfos irão se erguer com suas próprias pernas, sim, mas com aliados. E você será parte disso. Herenyaavar, para o retorno de nossa antiga glória, devem haver aqueles que farão a guerra não convencional. Assassinato, caçada, destruição. Alguém que lute sozinho ou com um esquadrão pequeno.

Naquela sala, estavam sozinhos, mas Zlaahael pôde andar até uma janela e viu do lado e fora. Vários elfos se encontravam ali, alguns trajados em armaduras, outros cumprindo serviços como ferreiros e agricultores. Formavam uma cidade oculta entre as pedras. Um vale, pelo o que pôde identificar. Arregalou os olhos quando viu crianças élficas correndo.

- Você é o homem para esse trabalho Zlaahael. Pois se eu sou a Espada dos Elfos, você será nossa Adaga. Seus golpes serão precisos e efetivos. Seu nome não será um de inspiração, mas de medo. Você trará mais do que a destruição aos goblinóides. Você trará horror. Se aceitar este posto, nós temos um bom ponto para que ataque inicialmente. Seu esquadrão conta com apenas um membro, Kalandrael, mas tens a liberdade de recrutar quem quiser, e enviá-los nas missões que achar melhor. O que acha?

_________________________


Yehudiah

- Um homem que matou um deus? Vives em tempos interessantes Yehudiah de Lennórien. Diga-me, qual deus este mortal derrubou? Quem seria capaz de cometer a maior das blasfêmias e o maior dos feitos?- O homem se movia, e se mostrava genuinamente interessado no que o pesquisador falava.- E sim, devemos derrotar o Arauto. Mas assim que nos aproximarmos, ele irá se erguer novamente. Mais forte. Mais perigoso. É o ciclo eterno. Ele morre, e então retorna mais poderoso. Cinco séculos se passam, suas escamas caem, e ele volta a seu estado infante, mais frágil e mais instável, no qual você o encontrou. Quando ele se erguer agora, será como o verdadeiro Arauto. Filho de minha mãe. E filho do deus da Ressurreição. Ele voltará, e consigo trará seus servos. E ele deve ser morto por nossas mãos. Já o matei com minha espada, e ele voltou. Já o matei com magias, e ele voltou. Meu irmão deve ser morto pelas mãos de um Vazio. Por nossa carne, ossos e sangue.

O rei então o encarou.

- E ele não virá sozinho. Terá consigo um exército. Meus soldados espectrais esperam em seu sono até o momento que o Arauto se ergue para protegerem esta fortaleza de suas tropas. Eu vi isso acontecer mais vezes do que gostaria, Yehudiah de Lennórien. Eu lhe ofereço agora a escolha: ir para seu mundo ou auxiliar a mim e meus homens contra nosso eterno inimigo. Sua ajuda seria bem vinda. Não terei má fé dirigida à ti se retornar à seu mundo. O portal lhe deixará exatamente aonde foi pego. Mas caso escolha ficar e lutar, lhe prometo glória e conhecimento. Conhecimento este a muito perdido. E um lugar nas lendas. A escolha é sua, Yehudiah de Lennórien.

______________

Cecília & Drake

Foram levados aos aposentos criados pela Doutoura Faust, e não puderam evitar a surpresa. Uma pequena mansão havia sido construída para eles por emergência, mas os olhos treinados de Cecília viam que era algo a mais. Haviam dezenas de armadilhas prontas. Não era uma mansão. Era uma fortaleza improvisada disfarçada. Imaginou o propósito. Se fazer de amistosa para com os Yudenianos, mas ainda assim estar preparada para ataques repentinos. Não era surpresa que Faust não morria segundo Sabbah. Se no tempo de uma conversa, havia erguido aquilo, que tipos de segredos aquela mulher guardava nas mangas? Subiram as escadas de madeira, e entraram no local. Deram de cara com uma sala de piso de madeira e aparência aconchegante. No centro, em uma mesa, um modelo da área aonde estavam, incluindo miniaturas para representar os exércitos. Miniaturas vivas, ambos logo repararam.

- Bem vindos à nossos aposentos senhores.

Faust bebia de uma xícara de chá, sentada em uma poltrona, enquanto observava uma lareira acesa na parede. Ahriman se movia em passos lentos e logo se sentava em uma segunda poltrona, e Drake e Cecilia logo viam que haviam cinco poltronas dispostas ali. Na mesa, o mapa mostrava em forma de maquete o ambiente, e mais próximos, puderam ver o absurdo detalhismo colocado naquele trabalho.

- Cecilia, Drake... Vocês tem algum plano? - Sorriso debochado no rosto enquanto bebericava seu chá.- Parabéns senhores. São generais em uma guerra.

_________________________

Theothanatos: Requiem para os Deuses
Capítulo 1: Memórias e Realidades
Finalizado


Zlaahael 20 PE
Yehudiah 16 PE
Cecilia & Drake 12 PE
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- Six shots...
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Rick
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Rick » 09 Fev 2017, 18:42

Assentia para seu mentor ao ouvir suas palavras, pensativo. Sabia bem de como os elfos lhe viam e não havia nada que pudesse fazer a respeito. Caminhava pela sala sem prestar atenção onde passava, apenas absorvendo cada palavra dita. Então olhava para os próprios braços, marcados com conhecimento antigo, há muito negligenciado por seu povo. Em alguns passos o Senhor dos Labirintos estava ao alcance de sua mão e enquanto o erguia imaginava o quanto não se parecia mais com o elfo da guarda real que fora um dia. Talvez fosse este seu papel mesmo.

- Imagino que ele será meu único agente, já que os elfos acreditam que trago a desgraça. - Fala em seu idioma nativo enquanto olha nostálgico pela janela, vendo os seus simplesmente vivendo, como não via havia muito tempo. Havia um certo ressentimento em suas palavras, aquela paz não lhe pertencia mais também, ele não seria mais aceito. - Mas isso não será um problema. - Se vira novamente para Morion. - Todo poder tem um preço. Devo ir ao campo de batalha por conta própria. - Ergue o machado forjado do que restava de Tauron, justificando a última fala.

- Tenho escamas de dragão ali. Verde e azul. - Acena com a cabeça na direção de suas coisas. - Eu entregaria pessoalmente aos que tem talento com isto, mas talvez isso os assustasse. Use como achar melhor. - Dá de ombros. - Ainda existe mais alguém que não me vê com os mesmos olhos que a maioria de nossos irmãos ou podemos ir diretamente para o próximo passo?
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Lord Seph » 09 Fev 2017, 19:17

Drake deixa Cecília conversar com Faust enquanto ele próprio faz uma pesquisa sobre as forças negras que ainda perpetuam nesse mundo sem deuses. Em pouco tempo descobre uma forma mais eficiente de usar seu poder.

- Por mim só é termos controle de forças para o que virá.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
-Neil Young.
o lema dos 3D&Tistas
"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
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Padre Judas
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Padre Judas » 09 Fev 2017, 21:00

Yehudiah
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- Pelo que sabemos ele derrotou o caído Deus da Honra – Lin-Wu. E seu nome era Lucius. Lucius, o Eterno. Uma alcunha... interessante.
O rei fala sobre como matar o Arauto.
Yehudiah
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- Entendo.
Yehudiah mantém um semblante neutro, uma postura calma e estoica. Mas seus olhos brilham com a promessa de conhecimento.
Yehudiah
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- Bem, então vamos destruí-lo. Definitivamente desta vez. Preciso me preparar.
Off:

Além da evolução dos pontos, vou aproveitar os pontos restantes também. Vou gastar 2 PEs e comprar as magias Aumento de Dano, Garras de Atavus, Proteção Mágica Superior e Invisibilidade Superior.
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Aldenor » 11 Fev 2017, 14:54

Cecília andava com tédio no rosto enquanto viram uma pequena mansão feita às pressas. Ela ergueu a sobrancelha, um pouco surpresa, mas havia anos que treinava seu rosto a não trair o que realmente pensava. O lugar era fortificado e bem protegido, de modo que parecia uma fortaleza. Cecília deixou um sorriso vitorioso sair no canto de boca por ter percebido algo além do óbvio.

Ao chegar ao salão de piso de madeira, Cecília relembrou umas boas estalagens que visitou no passado... em sua realidade. Ela parou, ignorando a presença da doutora Faust e observou as miniaturas vivas em sua maquete.
Cecília
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Realmente, muito engenhoso...
Deixou-se comentar, cheia de sarcasmos. A doutora deu as boas vindas, mas Cecília não deu importância. Havia cinco cadeiras, mas Cecília continuou entretida com os bonequinhos vivos. Drake falou algo estranho e Cecília se irritou por não ter entendido.
Cecília
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Seja mais claro, por favor?
Ela suspira um pouco, mas tenta manter o foco.
Cecília
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Eu queria usar os soldados de nossos inimigos para enfrentar o que virá. Não só aniquilá-los. Seria uma perda lamentável de tanta massa de manobra...
A Doutora Faust indaga sobre planos. Era debochada.
Cecília
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Ainda não, querida. Acabei de chegar. Se teu mapa for bem feito mesmo, me dará algumas ideias. Vejamos...
Cecília continua a observar a maquete.
OFF:
Quero ver se a maquete pode me proporcionar alguma ideia de como fazer um ataque ao vizinho lá...
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Maggot
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Maggot » 15 Fev 2017, 18:10

Zlaahael

- Entre nós, lamento que não tenhamos outros disponíveis para ti. Alguns de nós generais, ex-membros da Guarda Real, estão entre os poucos que lhe aceitam. E as médicas que lhe trataram, graças à Jaeger, que lhes garantiu que você enfrentou Ironfist. Mas essa é uma história mais dificil de ser aceita pelos outros após anos de histórias sobre você meu caro, e as palavras de um lefou não ajudarão. - O elfo falou. - Lá fora, você estará sozinho. Mas poderá arranjar soldados para sua causa. Prisioneiros de guerra da Aliança devem ter uma certa tendência à ignorar as histórias sobre você, por exemplo.

- Eu tenho o homem perfeito para isso.- Jaeger anunciou, levando o cigarro à boca. Expeliu a fumaça em uma nuvem acinzentada, e então continuou. - Allerán, ex braço direito de Berforam dos elfos negros. Abandonou sua facção pouco depois da queda dos deuses, e passou a massacrar hobgoblins e a pendurar seus corpos em uma floresta ao sul. Passaram à chamá-lo de Verdugo. Em uma língua falada por alguns dos antigos reinos humanos do sul, significava carrasco. Foi capturado dois anos atrás, e considerado morto. Descobrimos que estava vivo apenas recentemente, graças à um fugitivo.

- Allerán era de nossa época, você deve se lembrar dele da academia. Era um bom espadachim, mas nunca seguiu carreira. Preferiu aplicar seus talentos e se tornar um assassino para a coroa. Também tenho um nome para você. Bruno Salazar. Humano. Mago de combate. Simpático à causa. Tentou oferecer ajuda quando ainda éramos orgulhosos demais para aceitá-la. Foi capturado por um general da Aliança Negra, Barragan Presa-Sangrenta, e tem sido usado como fonte de energia para máquinas de destruição arcanas construídas por goblins.

Uma pausa, o deixando raciocinar.

- Temos também uma terceira fortaleza. Ponto de suprimentos, ogros estão forjando armas para os exércitos de Ironfist lá. Trabalho de sabotagem, sem resgate. Entrar, destruir a forja com explosivos e então sair. Você pode fazer a operação que desejar, ou enviar Jaeger. A decisão é sua Zlaahael.
Operações Especiais

Zlaahael pode executar as seguintes missões, ou enviar Jaeger para executá-las. Pode também pedir para que algum de seus agentes (no presente, apenas o lefou) para que faça trabalho de batedor para possuir informação do local, ou que o acompanhe para trabalho em equipe.

~O Carrasco~
Resgatar Allerán, o Verdugo.
Local: Campo de Prisioneiros Presa de Thwor
Fortificação: Médio-Pesada
Presença de Tropas Inimigas: Média
Chance de Agentes Completarem a Missão Sem Falhas:
Jaeger 60%

~O Arcanista~
Resgatar Salazar.
Local: Fortaleza da Mão Negra
Fortificação: Pesada
Presença de Tropas Inimigas: Pesada
Chance de Agentes Completarem a Missão Sem Falhas:
Jaeger 50%

~Boca do Inferno~
Sabotar uma forja de ogros.
Local: Fábrica Garra de Graalok
Fortificação: Média
Presença de Tropas Inimigas: Pesada
Chance de Agentes Completarem a Missão Sem Falhas:
Jaeger 98%

_________________

Yehudiah

- Entendido, temos tempo ainda. Agradeço-lhe, Yehudiah de Lennórien. - Dizia o rei, e então se afastava. - Irei começar os procedimentos para despertar minhas tropas. Isso pode levar algum tempo.

E então, desaparecia para dentro dos corredores do enigmático castelo. Yehudiah ficava para trás, e se colocava a seus estudos. Tinha uma ideia para derrotar aquele ser tão poderoso. Mas para isso, precisava aprender magias muito específicas. E para isso, precisava estudar. Mas durante seus estudos, teve uma visão. Aquilo definitivamente era Nitamu-Ra. Sim, ele enxergava Nitamu-Ra. E um homem. Um homem subia as escadas de um templo, ao redor do qual várias pessoas se ajoelhavam, rezando. O homem possuía longos cabelos prateados, e trajava uma armadura que não parecia ser prática. Pelo contrário. Ela expunha seu peito musculoso abertamente, e os trajes pareciam ser mais para exibir a aparência imponente do homem do que para protegê-lo. Tudo naquele homem gritava arrogância. Principalmente seu sorriso em um misto de cruel e debochado, e seus profundos olhos verdes. Sim, seus olhos. Eles não eram naturais. Transmitiam algo diferente, que definitivamente não era humano. E em sua visão - ou seria sonho? - Yehudiah soube quem era aquele homem.

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Aquele era Lucius o Eterno.

Dentro do templo, havia apenas um amplo salão de chão polido. E lá, sentado, se pernas cruzadas, havia o samurai. Não um samurai, mas O samurai. Sua própria imagem invocava a ideia da posição.

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Aquele era o Vestígio de Lin-Wu.

Lucius fez uma mesura de respeito, e logo sacou sua lâmina. Era uma lâmina oriental extensa, mas nada se comparada à enorme lâmina segurada pelo Vestígio. O deus-morto se ergueu, e respondeu à mesura do oponente. Aquilo não era como os relatos do Vestígio de Tauron. Aquilo era um verdadeiro duelo. Súbito, compreensão. Os Vestígios ainda possuíam mentes. Quando os dois se prepararam para se atacar, Yehudiah abriu os olhos.

Estava no castelo, novamente.

____________________

Krieger


- Eu o condeno à pena de morte, Krieger Vollstaf.- Haviam sido as palavras ditas pelo lorde Yudeniano. Krieger havia sido contratado, e havia cumprido seu trabalho, e matado os guardas daquele homem. - Preparem o bloco - Sim, mas então seus contratantes se viraram contra ele. A vadia que nem mesmo era yudeniana, Didrika. Ele sabia os podres dela. Ele sabia que ela havia tomado a identidade de uma amante morta, uma outra companheira aventureira. Ah sim, Krieger sabia. O segredo sujo de Didrika. Sabia porque, por mais que a mulher não se lembrasse, ele fora parte do bando que atacara o antigo bando dela. Seu rosto estava coberto por um capacete naquela época, e ele não podia deixar de apreciar a ironia. O braço direito dela, o tal de Professor, havia o apunhalado pelas costas, e o deixado para ser morto pelos homem de Adelhelm. Ele nunca deveria ter aceito aquele contrato. Agora estava ali, em uma cela suja, sua espada tomada de si, pendurado pelas mãos por correntes, seus pés sem tocarem o chão. E então, o homem apareceu diante dele. Como se saído das sombras, estava diante dele. Apenas os dois. Aquele rosto mascarado, sem emoções, seus olhos ocultos sob duas grandes lentes vermelhas. Nem um mísero centímetro de pele à mostra. Aquele era o tal supersoldado de Adelhelm, o tal Senhor Morte.

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- Adelhelm vai te dar uma chance. Você tem garra. - Ele falava sem emoção alguma, exceto pelo o que parecia ser desconforto em falar. - Pegue sua espada, e lute por nosso lado. Isso ou o bloco. Matar quem te traiu ou não. Está dentro ou fora?

Krieger teve de lamentar ir parar naquele lugar. Uma maldita guerra civil dentro de Yuden. Poderia ter sido Yudeniano em alguma vida passava, porque lutava como diziam que os melhores dali lutavam. Mas aqueles ali eram especialmente doidos. Uma suposta revolucionária com uma identidade roubada e um senhor da guerra yudeniano que apesar de ser um bom lutador, certamente não tinha boas intenções. Como Krieger sabia? O homem tinha olhos iguais aos dele. Ambos tinham sangue nos olhos.

_________________

Reyes

Reyes acordou e olhou para os lados. Não sabia como havia ido parar ali. O chão estava molhado, e havia uma substância vermelha que não era sangue espalhada por ele e pelas paredes. Seu braço direito estava algemado à um cadáver, mas ao seu lado estava Azra'il. Era o suficiente. No chão, havia uma mensagem:

"Fuja"

Olhou para a frente, e reparou que estava em uma cela. Como havia ido parar ali? Não fazia ideia. Aonde estava? Muito menos. Mas não podia ser coisa boa. A cela estava aberta. Se levantou, e a algema que o prendia ao cadáver fez peso. Ouviu passos, e estalos.A substância rubra nas paredes e no chão parecia se expandir e mudar de consistência. Começou pouco a pouco a entender aonde estava, por boatos. Engoliu em seco, pois era uma situação que deixaria qualquer um nervoso.Ele sabia.

Aquilo era a Tormenta.

Naquela sala pequena, havia apenas uma escada. E dela, desceu algo. Inicialmente, não conseguiu identificar o que era. E então, sua mente se ajustou, e apenas a mente afiada da Morte o impediu de surtar. Ele era a Morte afinal. Daquela e de todas as realidades... Não era? Arrebentou a algema, e a criatura se virou em sua direção. A imagem se firmou na forma de um ser insetoide bípede, rubro. E aquela coisa o atacou.

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Iniciativa: 8

_______________________

Drake & Cecilia


- Certo então.- Faust se limitou a dizer, e as poltronas se moveram sozinhas até à mesa. Lá, haviam representações dos dois lados do conflito. Haviam até mesmo pequenas figuras representando cada um deles. - As forças de Adelhelm formam um perímetro impenetrável ao redor das entradas sua fortaleza. Além disso, ele possui a vantagem de terreno, estando elevado, entre as montanhas. A nevasca também está à seu favor, mas podemos usá-la para ocultar nossas tropas, então ela não entra como vantagem para nenhum dos dois lados. Em geral, ele possui a vantagem. Didrika porém possui soldados que estão de fato mais motivados. E possuímos armas de fogo, algo que os soldados de Adelhelm não possuem. Todas as vitórias de nosso lado foram adquiridas com táticas de Guerrilha até agora, mas se continuarmos dessa maneira, o que está por vir chegará antes do conflito terminar, e certamente aniquilará à ambos.

- Eu e meus hóspedes poderíamos cercá-los ainda mais dentro de sua fortaleza, mas sinto que não poderia nos colocar lá dentro. Existe energia residual lá, ainda dos deuses. Você pode tentar Lady Cecilia, e irá ver. É impossível se teleportar para dentro dos perímetros da fortaleza de Adelhelm ou para seus arredores imediatos. Nem mesmo eu ou meus hóspedes podemos fazer isso. Mas podemos usar de magia para dificultar a saída de seus soldados, definitivamente.
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Rick
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Re: Theothanatos: Réquiem para os Deuses - ON

Mensagem por Rick » 16 Fev 2017, 02:44

- Eu sempre aceitei isso como punição pela minha falha. - Comenta cabisbaixo, ainda em élfico. - Por causa disso passei todos esses anos em nossas terras, enfrentando estas pestes. Estava tudo bem, pois mal tinha contato com os nossos. Era fácil esquecer. Mas agora que estou aqui, a maneira como olham... Eu preciso reverter isso. - Suspira. - Vou fazer o meu papel, como é esperado. Só peço para que as histórias se tornem públicas, ao menos entre os nossos. Sucessos... E também falhas. Sou só mais um elfo sem lar, como todos eles. Nada mais, nada menos.

- Isto. - Zlaahael ergue o Senhor dos Labirintos. - Eu consegui quando enfrentamos um colosso, um vestígio de Tauron, aquele que se aproveitou da fragilidade de nossa deusa para levar a liberdade de muitos dos nossos. Não foi uma vingança completa, mas foi o que a oportunidade me permitiu. O pouco que sobrou daquela entidade em nosso mundo agora me serve, assim servindo à nossa causa. - Dá de ombros. - Jaeger esteve em Malpetrim quando aconteceu.

Zlaahael então ouve atentamente sobre os próximos possíveis passos. Pensava em se acertar primeiro com os hobgoblins, inimigos mais antigos dentre os odiosos membros da Aliança Negra. Resgatar o Verdugo parecia interessante, talvez conseguisse eliminar alguns deles em seu caminho. Além disso, conhecia Allerán, então se sentia inclinado a resgatá-lo primeiro. Provavelmente seria mais um visto com desconfiança pelos outros elfos, isso atraía alguma simpatia. Encarou Jaeger por alguns instantes.

- Rogo então para que te dirijas à Garra de Graalok. - Voltando ao valkar carregado e incomum. - Hei de começar com nossos pontos fortes em primeiro lugar. Tenho estado afastado há algum tempo, desfrutemos então de informes obtidos em tais tarefas para melhor nos entabular para as subsequentes.

- Irei para Presa de Thwor. - Voltou ao élfico, dirigindo-se a Morion. - Trarei Allerán para nossas forças, acredito que alguém como ele será muito importante para as missões seguintes.

Não demorou muito se preparando. Pegou apenas o que precisava, agora livre do peso extra das grandes escamas de dragão. Arrumou-se da maneira que julgava correta, jamais esquecendo dos ensinamentos destinados à alta nobreza de Lenórienn, de quando ainda era jovem. Fez questão de percorrer toda a extensão do local e ver mais dos elfos em seu cotidiano. Sua face não demonstrava a decepção que sentia ao ver os olhares que recebia de seu próprio povo. Mesmo assim andava orgulhoso, no porte de um guerreiro, um membro da Guarda Real, como fora há tantos anos. Eles iriam aprender, eventualmente. Zlaahael se tornaria o terror dos goblinóides. Por eles e por si próprio. Era isso, ou morrer.
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